-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Ao menos 72 migrantes morreram durante tentativa de entrar em Ceuta
-
Equipes de resgate encontram corpo do alpinista Nirmal Purja
-
Grécia enfrenta vários incêndios
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Ao menos 72 migrantes morreram ao tentar entrar em Ceuta
-
Pegula e Eala farão a final do WTA 500 de Washington
-
Atentado guerrilheiro deixa 14 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Jessica Pegula avança à final do WTA 500 de Washington
-
Sobe para sete o número de mortos após bombardeios em Gaza
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
O que se sabe sobre entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta em meio à crise diplomática
-
Ofensiva judicial de Trump contra a imprensa perde força
-
Federação Alemã pede 'investigação completa' sobre plano abortado pela Fifa
-
Uefa faz duras críticas a Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Bombardeios em Gaza deixam dois mortos e provocam danos em hospital
-
Richarlison dá vitória ao Tottenham sobre o Chelsea em amistoso na Austrália
-
Atentado deixa 11 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Empresa confirma morte do alpinista Nirmal Purja em avalanche no Paquistão
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta e pede reunião urgente sobre migração
-
Bombeiros lutam para salvar complexo turístico na Grécia
EUA e Rússia concluem diálogo na Arábia Saudita sobre trégua na Ucrânia
Uma reunião entre funcionários russos e americanos sobre uma trégua parcial na Ucrânia chegou ao fim nesta segunda-feira (24), na Arábia Saudita, após mais de 12 horas de negociações, reportou a mídia estatal russa.
A Casa Branca e o Kremlin publicarão nesta terça-feira uma declaração conjunta na qual resumirão suas negociações "difíceis", como foram qualificadas por Moscou desde o início, segundo as agências russas.
O presidente americano, Donald Trump, cuja aproximação com seu par russo, Vladimir Putin, sacudiu o cenário internacional com relação ao conflito, diz que busca pôr fim às hostilidades e enviou seus representantes a Riade para manter um diálogo com ambas as partes.
As delegações russa e americana se reuniram em um palácio de Riade, no dia seguinte à primeira rodada de conversações entre americanos e ucranianos.
De acordo com um de seus membros, a delegação ucraniana pretende voltar a conversar com a equipe americana na segunda-feira, uma vez conhecidos "os resultados da reunião entre Estados Unidos e Rússia".
Em uma reunião anterior, realizada em março na cidade saudita de Jidá, a Ucrânia aceitou uma proposta americana de cessar-fogo de 30 dias, que foi rejeitada pela Rússia.
- Discussões sobre o Mar Negro -
Os representantes americanos e russos discutiram a portas fechadas em um luxuoso hotel de Riade, a capital saudita, focando em um possível cessar-fogo no Mar Negro, que facilite retomar o acordo sobre os cereais.
Esse acordo permitiu à Ucrânia exportar grãos de julho de 2022 a julho de 2023, apesar da presença da frota russa na área.
Putin rejeitou um pedido americano-ucraniano conjunto para uma pausa total e imediata de 30 dias, e sugeriu apenas paralisar os ataques contra as instalações energéticas.
"A questão da Iniciativa do Mar Negro e todos os aspectos relacionados à renovação dessa iniciativa estão na agenda de hoje", havia indicado o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
"Essa foi a proposta do presidente Trump e o presidente Putin concordou com ela. Nossa delegação viajou a Riade com este mandato", acrescentou.
A princípio, as conversações aconteceriam de maneira simultânea, mas acabaram sendo realizadas separadamente.
A equipe americana foi liderada por Andrew Peek, alto diretor do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, e Michael Anton, alto funcionário do Departamento de Estado, informou uma fonte próxima à AFP.
O ministro da Defesa, Rustem Umerov, que lidera a equipe de Kiev, afirmou que a primeira rodada de conversações no domingo foi "produtiva e específica".
"Abordamos pontos-chaves, especialmente a energia", disse nas redes sociais.
O enviado americano, Steve Witkoff, expressou otimismo e disse que esperava um "progresso real na Arábia Saudita nesta segunda-feira" com os russos, "em particular no que diz respeito ao Mar Negro".
Witkoff mencionou, em entrevista ao canal rede Fox News, um "cessar-fogo para os navios entre ambos os países, e a partir daí, naturalmente, se avançará para um cessar-fogo total".
- “Muito trabalho a fazer” -
O Kremlin, no entanto, reduziu no domingo as expectativas de uma solução rápida.
"É um tema muito complexo e há muito trabalho a fazer. Estamos apenas no início do caminho", declarou Peskov. Ele ressaltou que há muitos pontos pendentes para alcançar um cessar-fogo.
A Rússia abandonou o acordo em 2023, depois de acusar as potências ocidentais de não cumprirem seus compromissos de flexibilizar as sanções contra as exportações russas de produtos agrícolas e fertilizantes.
Um alto funcionário ucraniano disse previamente à AFP que Kiev iria propor um cessar-fogo mais amplo, incluindo os ataques a instalações energéticas, infraestruturas e ataques navais.
Ambas as partes lançaram ataques com drones dias antes das negociações. Em Sumy, no nordeste da Ucrânia, um bombardeio russo deixou cerca de 90 feridos nesta segunda-feira, segundo o presidente Volodimir Zelensky.
“Há muitos feridos. Há no momento cerca de 90 feridos, entre eles 17 crianças", declarou Zelensky em sua mensagem diária à nação.
- Mais pressão -
Autoridades ucranianas afirmaram no sábado que um ataque russo com drones matou três civis em Kiev, incluindo uma menina de cinco anos e seu pai.
Os ataques fatais na capital são menos frequentes do que em outras regiões da Ucrânia.
O presidente ucraniano fez um apelo para que os aliados de seu país pressionem mais a Rússia.
"São necessárias novas decisões e uma nova pressão contra Moscou para acabar com os ataques e com esta guerra", publicou Zelensky no domingo nas redes sociais.
E.Hall--AT