-
Candidato da extrema direita é eleito presidente na Colômbia
-
Candidato da extrema direita lidera segundo turno na Colômbia
-
Técnico da Áustria diz que Argentina não tem pontos fracos
-
Bélgica fica no 0 a 0 com Irã e segue sem vencer na Copa do Mundo
-
Técnico do Iraque brinca sobre jogar 'com três goleiros' contra a França
-
Francisco Conceição elogia CR7, mas o considera 'mais um na equipe' de Portugal
-
Serena Williams disputará Wimbledon em simples, aos 44 anos
-
Turistas de hotel incendiado na República Dominicana retornam para seus países
-
Delegação do Irã deixa local de negociações após ameaça de Trump
-
Brasil precisa se reestruturar rápido após lesão de Raphinha, diz Paquetá
-
Morreu Ramiro Valdés, um dos líderes da Revolução Cubana
-
Irã pede que EUA 'meça palavras', no começo de negociações
-
Noskova surpreende Pegula e é campeã do WTA 500 de Berlim
-
Espanha goleia Arábia Saudita (4-0) com primeiro gol de Yamal em Copas e brilho de Oyarzabal
-
Espanha goleia Arábia Saudita (4-0) com primeiro gol de Yamal em Copas
-
Irã e EUA retomam negociações na Suíça para pôr fim à guerra no Oriente Médio
-
Argentina treina antes de viajar para duelo contra Áustria
-
Vitória e classificação: a motivação de Mbappé em seu 100º jogo pela seleção francesa
-
Starmer pondera 'realidades políticas' enfrentadas, diz ministro do Comércio
-
Francisco Cerúndolo é campeão do torneio de Queen's, seu primeiro ATP 500
-
Brasil treina sem 7 jogadores antes de duelo contra Escócia
-
Bolívia reduz bloqueios a estradas fechadas por opositores ao presidente
-
Tiafoe vence Fritz e é campeão do ATP 500 de Halle
-
Carrasquilla, o astro panamenho que sonha em enfrentar o ídolo Modric
-
Irã e EUA voltam à Suíça para negociar o fim da guerra no Oriente Médio
-
Espanha e Uruguai voltam a campo neste domingo e querem se juntar aos campeões que já venceram
-
Colômbia escolhe entre candidato pró-Trump e herdeiro político da esquerda no poder
-
Japão goleia (4-0) e elimina Tunísia da Copa do Mundo
-
Irã poderá antecipar sua viagem a Seattle para 3º jogo na Copa, anuncia técnico
-
Messi e os dois presentes de aniversário que o aguardam contra a Áustria
-
Alemanha vence Costa do Marfim de virada (2-1) e avança em 1º lugar à próxima fase da Copa
-
Equador se complica na Copa ao empatar (0-0) com Curaçao, que conquista ponto histórico
-
Bielsa critica pausas para hidratação na Copa: "Tira muito" do futebol
-
Cacique Raoni é operado e está sob cuidados intensivos
-
"Lamine pode ser o maior talento do mundo", diz técnico da Arábia Saudita
-
Irã e EUA iniciam negociações na Suíça neste domingo
-
Cabo Verde quer competir 'sem medo', diz técnico antes de enfrentar o Uruguai
-
Raphinha passa por 'tratamento intensivo' e vai desfalcar Brasil contra Escócia
Irã diz querer evitar guerra e privilegiar diplomacia
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou neste sábado (31) que uma guerra não é do interesse de Teerã nem de Washington, enquanto o presidente Donald Trump assegurou que o Irã "está conversando" com seu governo, em um esforço diplomático diante da ameaça americana de ataques militares.
"O Irã nunca buscou nem busca de modo algum a guerra, e está firmemente convencido de que uma guerra não beneficiaria nem o Irã, nem os Estados Unidos, nem a região", declarou Pezeshkian em uma conversa telefônica com seu homólogo do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, segundo informou a Presidência iraniana.
"O Irã está falando conosco e veremos se podemos fazer alguma coisa; caso contrário, veremos o que acontece... Temos uma grande frota deslocada lá", disse Trump à Fox News.
Trata-se de uma força naval de ataque liderada pelo porta-aviões "USS Abraham Lincoln".
O deslocamento desperta temores de uma confrontação direta com o Irã, que advertiu que responderá com mísseis contra bases americanas no Oriente Médio e atacando seus aliados, em particular Israel.
O Irã advertiu neste sábado os Estados Unidos e Israel de que suas forças estão em "alerta máximo".
Trump tem ameaçado lançar um ataque militar desde a repressão brutal a uma onda de protestos iranianos contra o regime, que, segundo várias ONGs, deixou milhares de mortos.
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que seu país está disposto a negociar sobre seu programa atômico "em pé de igualdade", e não sob ameaça, e ressaltou que "nunca" aceitará negociar sobre suas capacidades em matéria de mísseis e defesa.
O secretário do mais alto órgão de segurança do Irã, Ali Larijani, mostrou-se moderadamente otimista.
"Ao contrário do que diz a propaganda de guerra artificialmente criada pela mídia, a implementação de um marco de negociação está avançando", escreveu neste sábado no X, após se reunir na sexta-feira, em Moscou, com o presidente russo, Vladimir Putin.
Por sua vez, o primeiro-ministro e chanceler do Catar, xeque Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, viajou neste sábado a Teerã para tentar "reduzir as tensões" na região, informou o Ministério das Relações Exteriores.
- Incidentes -
Os Estados Unidos, Israel e várias potências ocidentais asseguram que o programa nuclear iraniano têm o objetivo de alcançar a bomba atômica, o que Teerã nega.
Em meio a crescentes tensões, as autoridades iranianas se apressaram em negar que vários incidentes ocorridos neste sábado estivessem relacionados a algum ataque ou sabotagem.
Durante horas, não se sabia o que havia causado uma explosão em um prédio residencial na cidade portuária do sul do Irã de Bandar Abbas. Finalmente, os bombeiros locais afirmaram que se deveu a um vazamento de gás.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (CGRI) negou que os edifícios de suas forças navais na província tenham sido alvo de um ataque, segundo a agência de notícias Fars.
Além disso, as redes sociais ecoaram o boato de que o chefe das forças navais da Guarda da Revolução havia sido assassinado. A agência Tasnim atribuiu isso a "uma operação psicológica" realizada por "correntes anti-Irã".
A televisão pública também se antecipou para afirmar que uma nuvem de fumaça formada em Parand, nos arredores da capital, Teerã, foi "causada por um pequeno incêndio".
Washington já atacou três usinas nucleares iranianas, em 22 de junho, como parte de uma guerra de 12 dias entre Israel e Irã.
Os ataques israelenses miraram vários alvos militares, matando altos comandantes das forças iranianas e cientistas do programa nuclear.
- Manobras iranianas -
Na sexta-feira, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou que a Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico do regime, organizará "um exercício naval de dois dias com fogo real" no Estreito de Ormuz, um ponto muito sensível por onde passam gás liquefeito e petróleo procedentes do Golfo.
Em um comunicado, o Centcom aconselhou a Guarda a não adotar "qualquer comportamento inseguro e pouco profissional nas proximidades de forças americanas".
O governo dos Estados Unidos classificou a Guarda Revolucionária como organização terrorista em 2019, durante o primeiro mandato de Trump.
Uma iniciativa que a União Europeia (UE) também adotou na quinta-feira. O Irã prometeu adotar uma resposta.
E.Flores--AT