-
PSG anuncia transferência em definitivo de Kolo Muani à Juventus
-
Real Madrid comemora 'boa notícia' da retirada do plano comercial da Fifa
-
Francês Arthur Gea vence Shapovalov e é campeão do ATP 250 de Los Cabos
-
'A queda em desgraça mais rápida', diz ex-diretor do COI sobre Infantino
-
Técnico do Tottenham coloca continuidade de Richarlison no clube em dúvida
-
Grécia combate vários incêndios
-
Energia elétrica retorna a Havana e oeste de Cuba após falha na rede
-
Lula busca reeleição sob a sombra de Trump
-
Lula, a figura central da esquerda em uma corrida contra o tempo
-
Trump afirma que EUA e Israel adiarão ataques contra o Irã
-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Ao menos 72 migrantes morreram durante tentativa de entrar em Ceuta
-
Equipes de resgate encontram corpo do alpinista Nirmal Purja
-
Grécia enfrenta vários incêndios
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Ao menos 72 migrantes morreram ao tentar entrar em Ceuta
-
Pegula e Eala farão a final do WTA 500 de Washington
-
Atentado guerrilheiro deixa 14 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Jessica Pegula avança à final do WTA 500 de Washington
-
Sobe para sete o número de mortos após bombardeios em Gaza
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
O que se sabe sobre entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
Ao menos 46 jornalistas foram forçados a deixar a Nicarágua em 2024, informa ONG
Ao menos 46 jornalistas tiveram que deixar a Nicarágua e partir para o exílio em 2024 e outros quatro foram detidos, segundo um relatório publicado nesta segunda-feira (13) na Costa Rica pela ONG Fundação pela Liberdade de Expressão e Democracia (Fled).
Os quatro capturados foram Fabiola Tercero, em "paradeiro desconhecido" desde uma busca e apreensão em sua casa em julho de 2024; Henry Briceño, posteriormente "expulso" para a Costa Rica com sua família; e Leo Cárcamo e Elsbeth D'Anda, ambos presos, de acordo com a Fled.
"Nos últimos meses de 2024, o governo intensificou sua repressão por meio de desaparecimentos forçados, expulsões e detenções arbitrárias dirigidos contra meios de comunicação e jornalistas independentes", comentou a ONG, que opera no exílio na Costa Rica.
O ano de 2024 se encerrou com 283 profissionais de mídia forçados a se exiliar desde os protestos antigoverno ocorridos seis anos antes, destacou a Fled em seu relatório, intitulado "Imprensa independente na Nicarágua: 2024, resiliência e coragem diante da repressão estatal".
Há uma semana, a Corte Interamericana de Direitos Humanos, com sede em San José, pediu ao governo da Nicarágua a libertação "imediata" de Cárcamo, detido em novembro passado.
Naquele mesmo mês, D'Anda foi capturada depois de comentar em um canal de televisão local sobre o aumento nos preços dos alimentos.
A situação da imprensa piorou na Nicarágua após os protestos de 2018, que deixaram mais de 300 mortos em três meses, segundo a ONU, e que o governo de Daniel Ortega e sua esposa, a vice-presidente Rosario Murillo, consideram uma tentativa de golpe de Estado orquestrada por Washington.
Ortega reformou em 2024 a lei de crimes cibernéticos, que aumentou as penas e abriu caminho para condenar pessoas por publicações nas redes sociais.
Além disso, uma reforma à Constituição aprovada pelo Congresso estabelece que o Estado "vigiará" a imprensa e a Igreja para que não sirvam a "interesses estrangeiros".
Desde 2018, cerca de 50 veículos de comunicação independentes ou críticos ao governo foram fechados na Nicarágua e seus bens foram confiscados, segundo denúncias da Repórteres Sem Fronteiras (RSF) ede outras organizações internacionais de imprensa.
A.Clark--AT