-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
Carro invade casa em Andwil após fuga da polícia; edifício é considerado inseguro
Petro afirma que EUA violou soberania da Colômbia e assassinou um pescador
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou no sábado (18) que os Estados Unidos violaram a soberania das águas colombianas e assassinaram um pescador durante sua campanha militar contra o narcotráfico no Caribe, na qual Washington concentra suas forças na Venezuela.
"Funcionários do governo dos Estados Unidos cometeram um assassinato e violaram nossa soberania em águas territoriais. O pescador Alejandro Carranza não tinha vínculos com o narcotráfico e sua atividade diária era pescar", afirmou o presidente na rede social X.
O governo colombiano de esquerda critica a incursão militar dos Estados Unidos no Caribe, perto das águas venezuelanas, onde desde agosto navios e aviões de guerra atuam para conter o tráfico de drogas da América Latina.
"A lancha colombiana estava à deriva e com o sinal de avaria ativado devido a um motor com problemas. Esperamos explicações do governo dos Estados Unidos", acrescentou Petro.
Carranza teria falecido em um dos ataques dos Estados Unidos em meados de setembro, durante sua atividade de pesca no Caribe colombiano, segundo o depoimento de um familiar compartilhado pelo presidente.
"Alejandro Carranza é pescador, fomos criados em famílias de pescadores (...) não é justo que o tenham bombardeado dessa maneira. Uma pessoa inocente que sai para buscar o pão de cada dia", disse Audenis Manjarres, parente da vítima, em uma entrevista ao canal público RTVC Notícias.
A Marinha dos Estados Unidos afirma ter matado pelo menos 27 supostos narcotraficantes em seis ataques contra embarcações desde o início de setembro.
Manjarres disse que reconheceu a embarcação de Carranza nos vídeos de 15 de setembro divulgados pela imprensa internacional sobre o ataque militar em alto-mar. Ele indicou que falou pela última vez com a vítima um dia antes, às 5h00 locais.
Os pescadores pararam de sair para trabalhar por "medo de bombardeios", acrescentou Manjarres, que mora na cidade costeira de Santa Marta.
- Tensão -
O sobrevivente de outro ataque dos Estados Unidos contra um suposto narco-submarino foi repatriado à Colômbia em estado grave de saúde, segundo o Ministério do Interior.
O colombiano de 34 anos e um equatoriano viajavam em uma embarcação que foi bombardeada. Duas pessoas morreram no ataque, segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
"Ele chegou com traumatismo craniano, sedado, dopado e respirando por aparelhos", declarou o ministro do Interior, Armando Benedetti. "Será processado porque supostamente é um criminoso que traficava drogas", acrescentou.
Em lados políticos opostos, Petro mantém uma relação tensa com os Estados Unidos, principal parceiro comercial da Colômbia.
Segundo Trump, o narco-submarino estava carregado com fentanil e outras drogas. Também afirmou que "os dois terroristas sobreviventes serão devolvidos aos seus países de origem, Equador e Colômbia, para serem detidos e julgados".
Até o momento, o governo do presidente equatoriano Daniel Noboa não se pronunciou.
Especialistas questionam a legalidade dos ataques com o uso de força letal em águas internacionais contra suspeitos que não foram detidos ou interrogados.
N.Mitchell--AT