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Principal suspeito do caso Madeleine McCann deixa a prisão na Alemanha
O principal suspeito do desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em 2007 em Portugal, Christian Brückner, deixou a prisão na Alemanha nesta quarta-feira (17), depois de cumprir uma condenação por estupro em outro caso.
Christian Brückner, 48 anos, cumpriu pena de sete anos na penitenciária de Sehnde, região norte da Alemanha, por estupro, mas não foi acusado no caso McCann devido à falta de evidências, segundo os promotores.
Brückner deixou a prisão no veículo de seu advogado, acompanhado por duas viaturas da polícia, observado por muitos jornalistas que aguardavam do lado de fora do centro de detenção.
Os promotores em Braunschweig o acusaram de estar por trás do desaparecimento de "Maddie", um caso que despertou grande interesse da imprensa e da opinião pública por muitos anos.
A falta de evidências contundentes, no entanto, impediu que as autoridades alemãs indiciassem Brückner, que nega as acusações.
O promotor alemão Christian Wolters, que não conseguiu impedir a libertação do suspeito devido à falta de provas para sustentar uma acusação, expressou preocupação, em uma entrevista recente à AFP, com a liberação de um indivíduo que chamou de "intrinsecamente perigoso".
A situação resultou na saída de Brückner da prisão nesta quarta-feira. Ele concluiu a pena determinada por estuprar uma americana de 72 anos em 2005 na região do Algarve, Portugal, onde Maddie desapareceu.
Madeleine, então com três anos, desapareceu do apartamento em que sua família passava férias na localidade de Praia da Luz, no Algarve, em maio de 2007, enquanto seus pais jantavam em um restaurante próximo.
Apesar de uma enorme operação internacional de busca e de várias pistas investigadas, nenhum rastro da menina foi encontrado e ninguém foi acusado pelo desaparecimento.
Em um anúncio surpreendente em 2020, os promotores alemães citaram Brückner como seu principal suspeito, depois que confirmaram que ele havia morado de maneira intermitente na região naquela época.
Em junho, a polícia fez uma operação de busca em uma área coberta por vegetação e imóveis abandonados em Portugal, perto de onde Brückner vivia na época, mas até o momento não fez nenhum anúncio sobre possíveis evidências.
A.Moore--AT