-
ハウプト・コレクション:お金が人間について明かすこと
-
하우프트 컬렉션: 돈이 우리 인간에 대해 드러내는 것
-
Колекція Гаупта: Що гроші розповідають про нас, людей
-
Sbírka Haupt: Co o nás lidech prozrazují peníze
-
Estados Unidos deportaram mais de 25.000 pessoas para terceros países sob acordos sigilosos
-
Venezuelano é baleado durante operação do ICE no Texas
-
مجموعة هاوبت: ما يكشفه المال عنا نحن البشر
-
豪普特收藏:金錢如何揭露人類的本質
-
Colecția Haupt: Ce ne dezvăluie banii despre noi, oamenii
-
Kolekcja Haupta: Co pieniądze mówią o nas, ludziach
-
Coleção Haupt: O que o dinheiro revela sobre nós, seres humanos
-
Partido de Putin desponta como vencedor em eleições russas marcadas por ataque ucraniano
-
Merz enfrenta novas pressões após duras derrotas eleitorais na Alemanha
-
Secretário do Tesouro dos EUA exalta sucesso da reunião com a China sobre comércio e IA
-
Exército de Israel detém suposto autor de ataque mortal contra colono na Cisjordânia
-
Juventus e Milan se aproximam dos líderes no Campeonato Italiano
-
Presidente interina da Venezuela vai participar da Assembleia Geral da ONU
-
PSG vence clássico e afunda Olympique na zona de rebaixamento; Monaco segue líder
-
Incêndio ameaça joia turística dos Andes colombianos
-
Economia do Irã desaba durante a guerra no Oriente Médio
-
Juventus vence Atalanta e se aproxima dos líderes no Italiano
-
Espanhol "La Bola Negra" ganha prêmio principal do Festival de Toronto
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda em eleições regionais abalam governo Merz
-
City vence Sunderland em jogo eletrizante e se isola na liderança do Inglês
-
Presidente nega ter "política de vingança" contra tribunal de paz da Colômbia
-
França, Canadá, EUA e China devem "unir forças" por uma IA "segura", diz premiê canadense
-
Ataque maciço ucraniano atinge Moscou no encerramento das legislativas
-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
Apesar da legalização, Califórnia sofre com cultivos ilegais de maconha
Policiais armados se preparam para invadir uma estufa no deserto da Califórnia: "Ordem de busca!", gritam, pouco antes de se depararem com cerca de 900 plantas clandestinas de cannabis.
Fazendas ilegais como esta, com capacidade de produzir até quatro colheitas por ano, representam um desafio constante para as autoridades do condado de San Bernardino, nos arredores de Los Angeles, que lidam com a violência e os danos ambientais causados por esta febre verde.
A Califórnia legalizou a maconha em 2016 com a premissa de que colocaria fim ao mercado paralelo. No entanto, desde então, as autoridades têm assistido à proliferação de plantações ilegais.
"Não era um modelo perfeito", disse à AFP o sargento Chris Morsch. "Em 2016, quando as leis começavam a mudar, houve um grande aumento dos cultivos clandestinos".
"Eu diria que a explosão do mercado ilegal tem muito a ver com a tributação da maconha no estado da Califórnia", completa o sargento Chris Bassett.
"Algumas destas permissões, destas licenças para cultivar, produzir e distribuir, ultrapassam os 100.000 dólares, o que lhe dificulta a entrada no mercado legal", disse.
A polícia de San Bernardino, que compreende densas cidades separadas por vastos desertos, realiza seis a dez incursões por semana para desmantelar as centenas de estufas que se multiplicam no deserto de Mojave, no norte do condado.
"Isto pode gerar até 600 dólares por libra (453 gramas)" na Califórnia, onde os usuários podem conseguir maconha em dispensários legais, explica Bassett. "E se você enviar isso para o leste (dos Estados Unidos, onde é ilegal), o preço triplica".
E o lucro, ao contrário dos empreendimentos legalizados, é livre de impostos.
- Violência -
Enquanto o mercado legal é prejudicado por uma avalanche de impostos, com vendas estagnadas em torno de 5 bilhões de dólares anuais, o setor clandestino prospera mobilizando muito mais que isso, de acordo com especialistas.
As fazendas proliferam na região aproveitando sua geografia de extensas florestas e desertos.
E a expansão das operações ilegais nestas pequenas comunidades rurais traz consigo a violência. Em janeiro, seis corpos foram encontrados na região. Todos homens, com feridas de bala, e quatro com queimaduras. As informações preliminares indicam que o caso está relacionado com o cultivo ilegal de cannabis, segundo o departamento do xerife.
Mas as autoridades não acreditam que se trate do crime organizado em grande escala, mas de pequenos grupos.
Bassett afirma que o perfil varia entre "pessoas que foram acusadas de delitos relacionados à maconha no passado, e pessoas sem antecedentes criminais".
Estes grupos vivem também em um jogo constante do gato e do rato com as forças da ordem.
Nas cinco apreensões em que uma equipe da AFP acompanhou, apenas uma pessoa foi detida.
Clarance Joseph, de 51 anos, foi preso em sua propriedade na pequena aldeia de Newberry Springs, perto da famosa Rota 66, onde deixou que um grupo instalasse e operasse três estufas desde 2017 em troca de 20% das vendas.
"Eu não me metia com ninguém", disse ele enquanto estava algemado.
"É uma grande perda", lamentou Joseph ao ver os policiais destruírem as plantações. "São seis meses de trabalho perdidos", acrescentou.
- Pesticidas -
A legalização trouxe penas mais leves para aqueles que cultivam ou contribuem com plantações ilegais, o que frustra a polícia.
"A menos que encontremos armas fantasmas ou crimes ambientais", explica Morsch, as penas não passam de multas de até 500 dólares ou, no pior dos casos, até seis meses de prisão.
Com pouco em risco e grande potencial econômico, muitos retomam as plantações logo que a polícia sai.
O cultivo ilegal também pode acarretar consequências ambientais, já que para hidratar suas plantações alguns cavam poços de água clandestinos que agravam a seca crônica que sofre a Califórnia.
Na indústria paralela, é frequente utilizar pesticidas nocivos, como o carbofurano, tão tóxico que uma colher de chá é suficiente para matar um urso.
"O que é lamentável é que o pulverizem sobre a própria flor... o que em última instância é ingerido pelo consumidor", disse Morsch.
"Se eu fumasse maconha, não queria fumar isto", declarou.
Th.Gonzalez--AT