-
Ancelotti testa jogadores e Brasil vence a Austrália por 4-2 em amistoso
-
Homem que passou décadas no corredor da morte nos EUA é libertado
-
Sob pressão de protestos, Espanha anuncia medidas para combater a crise habitacional
-
Deserções em queda livre na Coreia do Norte
-
Irã ameaça com mais ataques e aguarda resposta dos Estados Unidos sobre Ormuz
-
Mistério no Reino Unido após libertação de suspeitos de planejar atacar base militar
-
Executivos da IA se reúnem com Trump na Casa Branca
-
Cortes ameaçam suspender ajuda a mais de 8 milhões de refugiados, alerta ONU
-
Fifa acusa Uefa de campanha de desinformação sobre projeto frustrado de capital privado
-
Coreia do Sul denuncia 'violação do armistício' em zona desmilitarizada com o Norte
-
Senado americano aprova reforma histórica do esporte universitário
-
Furacão Polo atinge o México
-
Irã afirma que aguarda resposta dos Estados Unidos sobre plano para reabrir Ormuz
-
França vence Bélgica (1-0) na Liga das Nações com golaço de Olise
-
Infantino abre portas para fundos adicionais aos 211 membros da Fifa
-
Papa pede que se leve "a sério" as preocupações sobre a IA
-
Itália reage e goleia Turquia na 1ª vitória desde o retorno de Mancini
-
Canal do Panamá flexibiliza restrições após aumento das chuvas
-
Manifestantes acampados em Madri prometem manter pressão sobre Sánchez pela crise da moradia
-
Luis de la Fuente planeja "refrescar" Espanha com mudanças contra Croácia
-
Irã nega retomada das negociações com os Estados Unidos
-
Libertados sob fiança cinco detidos por planejarem ataque contra base militar britânica
-
'Angels Families': a outra face do drama migratório nos EUA
-
Opositora venezuelana entrega carta a papa em defesa dos 'presos políticos'
-
Djokovic e Sabalenka farão parde de órgão de diálogo entre tenistas e torneios de Grand Slam
-
Com lesão no tornozelo, Gakpo vira desfalque para seleção holandesa
-
'Pseudojornalismo': sites partidários de notícias ganham espaço nas eleições legislativas dos EUA
-
Governo Trump conclui revogação de normas sobre eficiência de combustível
-
Furacão Polo se aproxima do México e ameaça causar danos severos
-
Arrascaeta sofre fratura no punho esquerdo, informa Flamengo
-
Papa Leão XIV faz apelo pela paz na Europa ao se despedir da França
-
Libertados sob fiança os cinco detidos por planejarem ataque contra base militar britânica
-
Gigante da IA, Nvidia autoriza recompra recorde de ações por US$ 150 bilhões
-
EUA diz que não planeja vender armas à China, após declarações de embaixador americano
-
Lucro operacional da Shein caiu 50% no primeiro semestre de 2026
-
Quem comanda o meio-campo? O dilema de Ancelotti na renovação da Seleção
-
Megafoguete Starship alcança a órbita terrestre pela primeira vez
-
Líder da extrema direita na França nega supostos comentários antissemitas de 2013
-
Irã nega envolvimento em plano para atacar base militar inglesa usada pelos EUA
-
FMI destaca 'condições excepcionalmente difíceis' do Haiti
-
O que está em jogo nas eleições brasileiras
-
Arrascaeta brilha, mas sai lesionado em goleada do Uruguai sobre Coreia do Sul em amistoso
-
Os momentos que marcaram a vida de Lula
-
Lula enfrenta Flávio Bolsonaro em sua última batalha eleitoral
Iranianos celebram fim do Ramadã sem Khamenei
Milhares de iranianos compareceram neste sábado (21) às orações que marcam o fim do jejum do Ramadã sem a presença de seu líder supremo, em meio a uma guerra contra os Estados Unidos e Israel, que atacaram uma instalação nuclear iraniana.
Contrariando a tradição, o aiatolá Mojtaba Khamenei não presidiu a cerimônia em Teerã e continua sem aparecer em público desde que assumiu o poder no início do mês, após o assassinato de seu pai em um ataque americano-israelense.
Em seu lugar, o chefe do Poder Judiciário, Gholam Hosein Mohseni Ejei, participou das orações na grande mesquita do Imã Khomeini, lotada de fiéis, inclusive nas ruas ao redor.
Segundo o Kremlin, o presidente russo Vladimir Putin, aliado-chave do Irã, enviou uma mensagem com seus melhores votos a Khamenei e ao povo iraniano, “para superar essas duras provações” e recordando que, “neste momento difícil, Moscou continua sendo um amigo leal e um parceiro confiável de Teerã”.
- Usina nuclear -
A guerra ofuscou um período festivo no Irã, com a celebração na sexta-feira do Ano-Novo persa e do fim do Ramadã no sábado.
Os ataques dos Estados Unidos e de Israel continuaram nesses dias. Neste sábado, a Organização de Energia Atômica do Irã denunciou um bombardeio contra a usina nuclear de Natanz, no centro do país.
Esse complexo, na província de Isfahan, abriga centrífugas subterrâneas para enriquecer urânio para o controverso programa nuclear iraniano e já havia sofrido danos na guerra de junho do ano passado.
“O complexo de enriquecimento de Natanz foi alvo de um ataque esta manhã”, afirmou a organização em um comunicado divulgado pela agência de notícias Tasnim, acrescentando que não foi detectado “nenhum vazamento de material radioativo”.
Em resposta ao ataque, a Agência Internacional de Energia Atômica pediu “contenção militar”.
- Contradições EUA-Israel -
O conflito, deflagrado em 28 de fevereiro com o ataque israelense-americano, entra neste sábado em sua quarta semana.
A guerra alcançou vários países da região e disparou os preços mundiais da energia, tanto pelos ataques iranianos a instalações petrolíferas e de gás no Golfo quanto pelo bloqueio do estreito de Ormuz.
Também tensionou as relações dos Estados Unidos com seus aliados mais próximos, de quem o presidente Donald Trump exige ajuda para desbloquear essa rota por onde circulava um quinto do comércio global de hidrocarbonetos.
As mensagens do republicano sobre o conflito são ambíguas. Na sexta-feira, ele descartou inicialmente um cessar-fogo, mas depois afirmou que considerava “reduzir gradualmente” as operações contra o Irã.
“Estamos prestes a alcançar nossos objetivos enquanto consideramos reduzir gradualmente nossos importantes esforços militares no Oriente Médio contra o regime terrorista iraniano”, escreveu em sua rede Truth Social.
Mas, ao mesmo tempo, a imprensa americana informa sobre o envio de milhares de fuzileiros navais para a região, o que poderia indicar uma operação terrestre.
Além disso, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, advertiu que “a intensidade dos ataques” de seu país e dos Estados Unidos contra o Irã “aumentará consideravelmente” nos próximos dias.
“Não pararemos até que todos os objetivos da guerra tenham sido alcançados”, afirmou o ministro.
- Sanções ao petróleo são suavizadas -
Para além do Golfo, a guerra também é travada no Líbano, onde o exército israelense tem realizado bombardeios regulares em resposta ao lançamento de foguetes pelo movimento pró-iraniano Hezbollah.
O exército israelense afirmou ter lançado uma onda de ataques contra “alvos da organização terrorista Hezbollah” na capital libanesa na madrugada de sábado.
No sul do Líbano, perto da fronteira, a mídia estatal informou sobre uma operação israelense “extensa” em torno da localidade de Khiam e disse que um ataque aéreo israelense matou ao menos uma pessoa.
Segundo o ministério libanês da Saúde, a guerra já deixou mais de 1.000 mortos e mais de um milhão de deslocados. E o exército israelense relatou a morte de dois de seus soldados no sul do Líbano.
Diante da crescente preocupação com os preços do petróleo e a escassez de oferta em nível mundial, o Tesouro dos Estados Unidos anunciou a suspensão temporária das sanções sobre o petróleo iraniano já carregado em navios.
A autorização permite a entrega e venda de petróleo bruto iraniano e derivados carregados em navios antes de 20 de março e estará em vigor até 19 de abril.
O conflito fez disparar os preços do petróleo, com o barril de Brent do Mar do Norte subindo mais de 50% no último mês e situando-se agora confortavelmente acima de 105 dólares por barril.
burs-dc/amj/al/dbh/ic
O.Gutierrez--AT