-
Hakimi, entre a Copa do Mundo e a justiça francesa
-
Por que Dembélé rende menos pela seleção francesa?
-
Líder supremo do Irã aprova acordo enquanto EUA suspende bloqueio naval
-
Urnas fechadas em eleição legislativa decisiva para premiê do Reino Unido
-
Fifa muda posicionamento de fotógrafos na Copa após reclamação de Tuchel, diz mídia
-
Suíça goleia Bósnia (4-1) e encaminha vaga na próxima fase da Copa do Mundo
-
PF faz busca na casa do senador petista Jaques Wagner, suspeito de vínculos com Banco Master
-
Zagueiro holandês Van Hecke deixa Brighton e assina com Tottenham
-
Liverpool anuncia contratação do atacante da seleção espanhola Víctor Muñoz
-
Chivu renova como técnico da Inter de Milão até 2028.
-
Obama inaugura museu em Chicago com outros três ex-presidentes
-
Netanyahu pede que se preserve a 'relação vital' entre Israel e EUA
-
Marfinense Elye Wahi tem visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Guerra no Irã deixa a república islâmica intacta e uma oposição dividida
-
Número 2 do mundo, Elena Rybakina cai na estreia no WTA 500 de Berlim
-
Zverev confirma favoritismo contra Hanfmann e via às quartas do ATP 500 de Halle
-
EUA suspende bloqueio naval contra o Irã
-
República Tcheca e África do Sul empatam (1-1) pelo Grupo A da Copa
-
Marfinense Elye Wahi teve visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Pai de Messi enfrenta problema de saúde e família pede privacidade
-
Cuba diz que quer avançar rumo a reformas de liberalização econômica
-
Boston se rende ao 'Exército de Tartan", a torcida da Escócia que faz festa na Copa do Mundo
-
EUA de Balogun busca nova vitória contra a Austrália na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA autoriza posse de armas por consumidores de maconha
-
Kast ajusta suas promessas após um turbulento início de governo no Chile
-
Paris concede cidadania honorária a civis e jornalistas palestinos
-
Bellingham silencia críticas na Inglaterra de Kane
-
Vinícius Júnior, a arma de Ancelotti na busca pelo hexa
-
RDC tem mais de 200 mortos por ebola quase um mês após início da epidemia
-
Trump rebate críticas a acordo com o Irã
-
PF investiga Jaques Wagner, aliado de Lula, por suspeitas ligadas ao Banco Master
-
Programas sociais, déficit e guerrilha: Colômbia diante de rumos opostos nas eleições presidenciais
-
Contra Haiti, Ancelotti busca manter sua frágil lua de mel com a Seleção
-
Neymar está fora do jogo da Seleção contra o Haiti
-
Restrições drásticas ao transporte público entram em vigor em Cuba
-
Cristiano Ronaldo, uma estrela ofuscada pelo brilho de Messi
-
Julgamento de escândalo de corrupção na Venezuela avança sob denúncias de abusos
-
Marfinense Elye Wahi tem visto negado no Canadá e não poderá jogar contra Alemanha
-
Cristiano, Lamine... Não há tempo para lamentações na Copa do Mundo
-
Eleição no norte da Inglaterra pode ser decisiva para o futuro de Starmer
-
Secretário de Defesa anuncia reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa
-
Copa do Mundo lança um raio de luz em meio à escuridão em Gaza
-
EUA e Irã começarão a negociar aplicação do acordo na sexta-feira
-
Real Madrid contrata zagueiro francês Ibrahima Konaté
-
Ucrânia incendeia refinaria em maior ataque contra Moscou em dois anos
-
Secretário de defesa americano anuncia reavaliação da presença militar na Europa
-
Partido Comunista de Cuba aprova reformas para maior economia de mercado
-
Colômbia estreia na Copa de 2026 com vitória (3-1) sobre o Uzbequistão
-
EUA e Irã assinam acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Gana vence Panamá nos acréscimos (1-0) na estreia na Copa de 2026
‘Frear a migração’ será a prioridade de Rubio na relação com a América Latina
O novo chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, promete uma "política externa pragmática" que, no caso da América Latina, se concentrará em "frear a migração em massa" e "garantir a segurança das fronteiras".
Para construir um Departamento de Estado "mais inovador, ágil e centrado", ele prevê "substituir algumas prioridades, despriorizar certos temas e eliminar algumas práticas", de acordo com um comunicado publicado nesta quarta-feira (22).
"Temos que frear a migração em massa e garantir a segurança de nossas fronteiras", afirma o documento, alinhado com a prioridade máxima do presidente Donald Trump, que, nas primeiras horas de seu segundo mandato, assinou uma avalanche de decretos, muitos deles para facilitar a expulsão ou bloquear o acesso de migrantes sem visto.
"Nossas relações diplomáticas com outros países, particularmente nas Américas, priorizarão a segurança das fronteiras da América, parar a migração ilegal e desestabilizadora, e negociar a repatriação de migrantes ilegais", advertiu.
Trump prometeu a deportação em massa de migrantes em situação irregular, mas ainda não se sabe se países como Cuba, Nicarágua e Venezuela os aceitarão e quantos as outras nações receberão.
Rubio, filho de imigrantes cubanos e que fala espanhol fluentemente, quer deixar para trás o "foco em causas políticas e culturais que causam divisões em casa e são profundamente impopulares no exterior" para, segundo ele, "voltar aos fundamentos da diplomacia".
Dessa forma, o novo secretário de Estado prevê "realizar uma política externa pragmática em cooperação com outras nações" em benefício dos interesses dos Estados Unidos.
Em geral, seguirá o que considera ser a "agenda vanguardista" de Trump.
Temas relacionados à luta contra o aquecimento global, que foram essenciais para seu antecessor democrata, Joe Biden, e para seu chefe da diplomacia, Antony Blinken, serão eliminados.
Rubio especifica que o Departamento de Estado se concentrará no objetivo de Trump de "um retorno ao domínio energético americano".
"Devemos aproveitar nossas forças e nos livrar das políticas climáticas que enfraquecem a América", afirma Rubio, que promete, no entanto, apoiar as "proteções ambientais sensatas".
Em sua sabatina perante o Senado, Rubio afirmou que os cartéis de narcotráfico controlam enormes extensões das "regiões de fronteira" dos Estados Unidos com o México e atacou Venezuela, Cuba e Nicarágua.
Entre os decretos assinados por Trump está a reinclusão de Cuba na lista de países patrocinadores do terrorismo, da qual Biden havia retirado a ilha dias antes do fim de seu mandato.
O.Brown--AT