-
Alex Zanardi: as múltiplas vidas de um esportista idolatrado na Itália
-
Rio entra em 'modo Shakira' antes de megashow da colombiana em Copacabana
-
Napoli empata com Como (0-0) e Inter fica a um ponto de conquistar Scudetto
-
Time curdo Amedspor garante seu acesso à primeira divisão turca
-
Arsenal vence Fulham (3-0) e abre seis pontos de vantagem sobre o City
-
Com vários reservas, PSG empata com Lorient (2-2) e dá esperanças ao Lens
-
Bombardeio perto da capital do Sudão deixa cinco mortos
-
Homem é detido na Áustria, acusado de envenenar comida para bebês
-
Bayern arranca empate nos acréscimos contra o lanterna Heidenheim (3-3)
-
Spirit Airlines anuncia 'encerramento gradual' de operações e cancela todos os voos
-
Lando Norris vence corrida sprint do GP de Miami de F1; Bortoleto termina em 11º
-
Ucraniana Marta Kostyuk vence russa Mirra Andreeva e conquista WTA 1000 de Madri
-
Nobel da Paz iraniana Narges Mohammadi foi hospitalizada, diz círculo próximo
-
Villarreal goleia Levante (5-1) e garante vaga na Champions; Atlético derrota Valencia
-
West Ham perde para o Brentford e Tottenham ganha fôlego na luta contra o rebaixamento
-
Recusado em vários países europeus, Kanye West se apresentará na Albânia em julho
-
Israel, em xeque com drones de baixo custo e fibra óptica do Hezbollah
-
Alemanha e Otan pedem reforço da defesa europeia após retirada de tropas dos EUA
-
Carvajal, do Real Madrid, sofre fissura no pé direito
-
Armênia aposta em IA e no Ocidente com construção de megacentro de dados
-
Baleia encalhada na Alemanha é liberada no Mar do Norte
-
Shakira transforma o Rio na capital do pop latino com megashow em Copacabana
-
Alex Zanardi, ex-piloto de F1 e campeão paralímpico, morre aos 59 anos
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA deixa cargo para ser investigado
-
Comando militar do Irã considera 'provável' retomada das hostilidades com EUA
-
Ativista brasileiro Thiago Ávila está em Israel para ser interrogado
-
Grupos armados tomam base militar no norte do Mali
-
Petro propõe coletar 2 milhões de assinaturas para impulsionar constituinte
-
Trump endurece sanções a Cuba em pleno 1º de Maio em Havana
-
Norris conquista pole da corrida sprint do GP de Miami; Bortoleto larga em 11º
-
Lando Norris conquista pole position da corrida sprint do GP de Miami
-
Principal sindicato da Bolívia declara greve por tempo indeterminado contra governo
-
Leeds vence Burnley (3-1) e praticamente garante sua permanência na Premier League
-
Academia veta atores e roteiros feitos por IA do Oscar
-
Trump diz que não está 'satisfeito' com nova proposta do Irã
-
Trabalhadores protestam em Caracas após aumento salarial
-
Zverev vence Blockx e vai enfrentar Sinner na final do Masters 1000 de Madri
-
Salvadorenhos protestam contra políticas de Bukele em marcha do 1º de maio
-
Sinner vence Fils e vai pela 1ª vez à final do Masters 1000 de Madri
-
Confrontos e detenções marcam marcha pelo Dia do Trabalho no Chile
-
Trump anuncia aumento de tarifas para carros e caminhões da UE a 25%
-
Leclerc (Ferrari) domina treino livre único no GP de Miami; Bortoleto é 14º
-
Charles III tem recepção calorosa em Bermudas após visita aos EUA
-
Bolsonaro é operado com sucesso do ombro direito em Brasília
-
"Mais do que um clube": time curdo está perto da elite do futebol turco
-
Pentágono assina acordo de IA com grandes empresas tecnológicas sem Anthropic
-
Trump anuncia aumento de 25% em tarifas sobre carros e caminhões da UE
-
Papa Leão XIV nomeia ex-imigrante irregular como bispo nos EUA
-
Sinner vence Fils e vai à final do Masters 1000 de Madri
-
Irã apresenta nova proposta para destravar as negociações de paz com os EUA
Chile assume difícil copresidência em grupo de trabalho na COP28
A ministra chilena do Meio Ambiente, Maisa Rojas, assumiu nesta sexta-feira (8), junto com ministra-assistente australiana para Mudança Climática e Energia, a senadora Jennifer McAllister, um dos mais complexos grupos de trabalho da COP28: o que trata da adaptação à mudança climática.
A reta final das negociações em nível ministerial na 28ª conferência sobre o clima da ONU teve início nesta sexta, sob a presidência dos Emirados Árabes Unidos.
O rascunho global foi dividido e distribuído entre quatro grupos de trabalho, cada um copresidido por dois ministros. Os grupos são: equilíbrio mundial (de combate à mudança climática), medidas de mitigação, medidas de adaptação e meios de implementação.
Trata-se de uma dinâmica comum na COP, que visa a facilitar a conclusão dos trabalhos entre hoje e a próxima terça-feira (12).
Todos os textos estão prontos para que os ministros façam as alterações necessárias, com base nas contribuições das partes negociadoras. A única exceção é o documento referente à adaptação.
"Esse foi o resultado da primeira semana (da COP28), que era para avançar em toda a parte técnica e chegar a um texto que refletisse todo o trabalho que foi feito", explicou a ministra chilena à AFP.
"E o que aconteceu foi que não houve uma discussão substantiva, ou seja, eles nunca conseguiram sentar e olhar o texto, discutir de que parte gostaram, do que não gostaram, o que poderia ser melhorado...", acrescentou.
Desempenhado pelo que se conhece como órgãos subsidiários (especialistas), esse trabalho técnico é essencial para que os ministros cheguem à reta final com todas as opções sobre a mesa para tomarem decisões políticas.
"A estratégia da presidência (da COP28) é que estes órgãos subsidiários vão continuar consultando as partes para tentar destravar a parte técnica e, em paralelo, nós temos que desbloquear a parte política", afirmou.
Em vez de receber apenas contribuições dos ministros, Rojas e McAllister terão de combinar isso com os técnicos.
- "Primo pobre" -
A adaptação é o "primo pobre" das negociações climáticas, nas palavras de Jennifer Allan, especialista do Earth Negotiations Bulletin.
O setor de mitigação tem objetivos claros e "vendáveis", começando por limitar o aumento da temperatura global a +1,5°C.
Quanto às finanças, os números também são diretos: por exemplo, que os países ricos deveriam, em princípio, transferir US$ 100 bilhões anuais (R$ 489 bilhões) para os países em desenvolvimento.
Já a adaptação é uma política "hiperlocal", nas palavras de um recente relatório do Instituto de Recursos Mundiais.
Embora existam estimativas globais sobre o quanto deveria ser gasto, a mudança climática não afeta uma ilha do Pacífico da mesma forma que uma capital como Londres, ou um país como a Arábia Saudita.
"Estamos todos extremamente comprometidos. Todas as partes declararam que deve haver um resultado importante na adaptação, que este marco deve sair", garantiu Rojas.
A ministra chilena antecipou duas armadilhas importantes.
Por um lado, o termo "responsabilidades comuns, mas diferenciadas", ou seja, que todos os países enfrentam o mesmo desafio, mas que alguns (os países que mais emitem Co2) são mais responsáveis do que os restantes.
Por outro, ainda não está claro como abordar a transferência de tecnologia e o financiamento, que, de novo, é uma responsabilidade dos países desenvolvidos em relação aos em desenvolvimento.
A mensagem conjunta deve ser simples para unir vontades, explica Rojas.
"Acho que gira em torno do conceito de resiliência: um mundo resiliente à temperatura de 1,5°C", propõe.
Th.Gonzalez--AT