-
Com 2 de Haaland, Noruega goleia Iraque (4-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Investigações contra governador da Califórnia não foram ordenadas por Washington
-
'Mbappé é um jogador fora do comum', comemora Deschamps
-
SpaceX supera brevemente Microsoft e Amazon em valor de mercado
-
'Não há medo', afirma técnico da RD Congo antes do jogo contra Portugal
-
Justiça do Canadá confirma negativa de visto ao jogador ganês Thomas Partey
-
Mbappé nega 'conta pendente' após marcar dois gols na vitória da França
-
Secretário-geral da ONU pede perdão a vítimas de grupos armados no Haiti
-
Com 2 gols de Mbappé, França vence Senegal (3-1) em sua estreia na Copa
-
Direitista Keiko Fujimori amplia vantagem em apuração presidencial no Peru
-
James vive 'Dia D' no retorno da Colômbia à Copa do Mundo após 8 anos
-
Moraes exige explicações a defesa de Bolsonaro sobre arma em prisão domiciliar
-
Di María torce pela Argentina à distância: "Com vocês até o fim do mundo"
-
Serena Williams é eliminada na primeira rodada de duplas no torneio de Berlim
-
Neymar treina em campo com a Seleção Brasileira, mas sua estreia na Copa segue incerta
-
Português Ruben Amorim é o novo técnico do Milan
-
Na capital do 'barbecue', torcedores argentinos garantem que o 'asado' é o campeão
-
Espanha treina sob efeito do empate contra Cabo Verde, sem Merino
-
Harry Kane afia a pontaria para a estreia da Inglaterra contra a Croácia de Modric
-
Por que os mosquitos picam mais algumas pessoas do que outras?
-
Portugal inicia última Copa de Cristiano Ronaldo diante da RD Congo
-
Pico do ebola ainda não chegou na RDC e epidemia pode durar um ano (Cruz Vermelha)
-
Monitor acusado de agredir alunas sexualmente é absolvido na França
-
Infantino comemora marca de um milhão de torcedores nos estádios após 5 dias de Copa do Mundo
-
Fed inicia sua primeira reunião sobre juros com Kevin Warsh na presidência
-
SpaceX supera Amazon e se torna a quinta maior empresa em valor de mercado
-
Neymar, uma marca registrada
-
Custo do salão de baile da Casa Branca pode alcançar US$ 600 milhões (Washington Post)
-
De la Espriella: o showman milionário pró-Trump que quer barrar a esquerda na Colômbia
-
Trevoh Chalobah é convocado pela Inglaterra após corte de Tino Livramento
-
Gana recorre à justiça canadense por visto do volante Thomas Partey, acusado de estupro
-
Cacique Raoni tem melhora em seu estado de saúde, mas segue na UTI
-
Tiago Splitter é o novo técnico do Chicago Bulls
-
Seleção brasileira não deve pensar que vai golear o Haiti, diz Douglas Santos
-
Cepeda, vítima do Estado que busca repetir o milagre da esquerda na Colômbia
-
G7 aumenta a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Jürgen Klopp é criticado por declarações sobre Nagelsmann
-
Colômbia decide entre esquerda no poder e candidato alinhado a Trump
-
Tropeço da Espanha coloca Argentina de Messi e França de Mbappé em alerta
-
Visto de jogador iraniano expira após entrada nos Estados Unidos
-
Irã afirma que nova fase de diálogo com EUA pode começar esta semana
-
Goleiro mexicano Ochoa sugere aposentadoria do futebol em vídeo à Fifa
-
Trump diz que Rússia deve 'alcançar acordo' com Ucrânia durante reunião do G7
-
Venus e Serena Williams disputarão juntas em duplas em Wimbledon
-
Zagueiro alemão Rüdiger renova com o Real Madrid até 2027
-
EUA planejam criar depósito permanente de armas na Austrália
-
Irã insiste que acabar com a guerra no Líbano é parte fundamental do acordo com EUA
-
Cantora Bonnie Tyler sai do coma induzido
-
Tunísia demite Sabri Lamouchi e anuncia Hervé Renard como novo técnico
-
Torcida argentina faz bandeiraço em Kansas antes da estreia na Copa do Mundo contra a Argélia
Salão do Automóvel de Xangai exibe concorrência no setor de carros elétricos
O maior salão do automóvel do mundo abre as portas na quarta-feira (23) em Xangai, onde os fabricantes estrangeiros tentarão provar que podem enfrentar as ultracompetitivas empresas chinesas que dominam a nova fronteira do setor elétrico.
Com as dúvidas sobre o domínio do motor de combustão, os salões automotivos tradicionais, como os de Paris e Detroit, lutam para se reinventar, enquanto Xangai exibe a era dos motores limpos, com sistemas operados por inteligência artificial.
O apoio governamental aos carros elétricos e híbridos colocou a China na vanguarda mundial do setor.
Em 2024, os veículos elétricos e híbridos representaram 26% e 19%, respectivamente, do total de veículos vendidos no país, segundo a Inovev.
"É o único país que consegue colocar os gigantes industriais do setor automotivo sob o mesmo teto com a inovação de várias empresas emergentes", comentou à AFP Guillaume Crunelle, analista da Deloitte.
O 'Auto Xangai', que prosseguirá até 2 de maio, terá uma avalanche de lançamentos de modelos elétricos de alta tecnologia: SUVs de luxo, sedãs e veículos multifuncionais, todos projetados e fabricados em tempo recorde.
Dezenas de marcas estarão presentes, de consórcios estatais até empresas emergentes como Li Auto e Xpeng, gigantes do setor de tecnologia como Huawei e a marca de produtos eletrônicos Xiaomei, que se tornou uma empresa de carros.
Analistas consideram que o mercado chinês, o maior do mundo, é mais jovem e aberto a novidades. Mas a concorrência é feroz.
Algumas marcas recentes faliram e outras, como SAIC Motor, BYD e Geely, travam uma guerra brutal de preços.
Relatos de que as duas maiores empresas estatais de carros planejam uma fusão sugerem que o governo chinês está pressionando as empresas a se consolidarem para criar novos líderes globais, segundo analistas.
"Estão em uma fase de racionalização e simplificação dirigida pelo Estado", destacou Crunelle.
Muitas empresas chinesas pretendem avançar no mercado internacional para que suas vendas no sudeste asiático, Europa e América Latina garantam seu futuro.
- Dificuldades alemãs -
Os fabricantes estrangeiros também foram excluídos pelas novas condições do mercado, em particular os alemães.
Após anos de hegemonia na China, as vendas da Volkswagen, BMW e Mercedes caíram com o avanço das marcas locais.
A Volkswagen espera retornar este ano ao Salão de Xangai com três modelos desenvolvidos na China e voltados para os consumidores do país, assim como um sistema avançado de direção automática.
O diretor da Volkswagen para a China, Ralf Brandstätter, disse à imprensa alemã que os fabricantes estrangeiros ainda têm cartas para jogar, porque a China aposta "novamente mais no investimento estrangeiro" diante de sua desaceleração econômica.
O grupo alemão pretende revitalizar seu crescimento com a redução de custos, apoiado por uma aliança com a chinesa Xpeng.
As montadoras alemãs terão que provar em Xangai que "estão na vanguarda da inovação (...) se quiserem manter sua atual participação de mercado", disse o analista Stefan Bratzel à AFP.
Contudo, ele considera que é muito tarde para recuperar a supremacia do passado no mercado chinês.
As empresas germânicas não podem desistir totalmente da China, em particular com a incerteza criada pelas tarifas anunciadas por Donald Trump para a Europa.
Trump causou ainda mais problemas no comércio entre Estados Unidos e China, com as tarifas mútuas extremamente elevadas impostas pelos dois países.
A Tesla, uma das maiores empresas americanas na China, não estará na Auto Xangai, apesar de suas duas enormes fábricas na cidade.
A empresa de Elon Musk não participa de nenhum evento na China desde 2021, quando uma mulher protestou por uma suposta falha no freio, uma cena que viralizou nas redes sociais.
Outras marcas americanas, como Cadillac, Buick e Lincoln, estarão presentes com modelos produzidos e vendidos localmente.
F.Ramirez--AT