-
Alemanha arranca rumo à Copa do Mundo com goleada de 4 a 0 sobre a Finlândia
-
Luca Zidane entra na lista de convocados da Argélia para Copa do Mundo de 2026
-
Sem surpresas e com Muslera, Bielsa revela lista de convocados do Uruguai para Copa do Mundo
-
Após derrota na final da Champions, multidão comemora título da Premier League com jogadores do Arsenal
-
Toque de recolher em Newark após incidentes perto de centro de detenção de imigrantes
-
Tchouaméni lamenta "proporções" que sua briga com Valverde atingiu
-
Fujimori supera levemente Sánchez a uma semana do 2º turno no Peru, diz pesquisa
-
Lamine Yamal teve "medo" de ficar de fora da Copa do Mundo
-
Itália proíbe um show de Kanye West por motivos de segurança
-
Zagueiro Ibrahima Konaté deixa o Liverpool
-
Com forte esquema de segurança em Paris, PSG e torcedores comemoram bicampeonato da Champions
-
Roland Garros agenda seu 1º duelo WTA na sessão noturna desde 2023
-
Zverev vence De Jong e vai enfrentar Jódar nas quartas de Roland Garros
-
Svitolina vai enfrentar Kostyuk em duelo 100% ucraniano nas quartas de final em Roland Garros
-
Israel toma fortaleza estratégica e amplia ofensiva no sul do Líbano
-
Problemas burocráticos atrasam viagem da seleção sul-africana ao México para disputa da Copa
-
Jódar vence Carreño de virada e vai às quartas de final de Roland Garros
-
Swiatek, quatro vezes campeã de Roland Garros, é eliminada por Marta Kostyuk nas oitavas
-
Irã condiciona qualquer acordo com os EUA ao respeito de seus direitos
-
Colômbia elege presidente com esquerda à prova diante de onda de violência
-
Drone atinge usina nuclear na Ucrânia
-
Brasil testa alternativas defensivas contra o Panamá, penúltimo amistoso de preparação para Copa
-
Alejandro Tabilo elimina sensação francesa Moïse Kouame em Roland Garros
-
Adversária do Brasil na Copa, Escócia perde meia Billy Gilmour por lesão
-
Dembélé, Kvara, Safonov, Pacho... os protagonistas do PSG no bi da Champions
-
Entre a euforia e o temor de tumultos, Paris comemora o bi da Champions
-
Galeria de vencedores da Champions League após o bicampeonato do PSG
-
PSG vence Arsenal nos pênaltis e é bicampeão da Champions League
-
Devidamente desinfectado após surto de hantavírus, cruzeiro Hondius pode retomar viagens
-
Trump continua gozando de "excelente" saúde, mas precisa perder peso, segundo seu médico
-
Atual campeã, Coco Gauff é eliminada de Roland Garros na 3ª rodada
-
Zagueiro Tim Ream será o capitão dos EUA na Copa do Mundo de 2026
-
Sudoeste da Colômbia vai às urnas em clima marcado pela violência
-
Neymar "está trabalhando bem" para se recuperar "o mais rápido possível", garante Ancelotti
-
Morre aos 104 anos o filósofo francês Edgar Morin, referência e intelectual versátil
-
Sabalenka vence Kasatkina e avança às oitavas de final em Roland Garros
-
Liverpool anuncia demissão do técnico Arne Slot
-
Colômbia acusa Equador de 'interferência' eleitoral após anúncio sobre tarifas
-
EUA ameaça retomar guerra com o Irã em meio a negociações estagnadas
-
Israel lança novos bombardeios no sul do Líbano e suas tropas avançam
-
Diretor-geral da OMS visita epicentro do surto de ebola na RDC
-
Chefe do Pentágono cita 'preocupação justificada' sobre fortalecimento militar da China
-
EUA afirma ter meios necessários para retomar guerra com o Irã
-
Trump está 'em excelente estado de saúde', afirma médico presidencial
-
Filósofo francês Edgar Morin morre aos 104 anos
-
Trump só aceitará acordo com Irã que respeitar suas condições
-
Autoridades divergem em meio a protestos em centro de detenção nos EUA
-
Nice goleia Saint-Étienne (4-1) na repescagem e se mantém na primeira divisão francesa
-
Forças de Israel avançam no Líbano enquanto delegações se reúnem nos EUA, diz Netanyahu
-
Juiz ordena que Trump retire seu nome do Kennedy Center
Colômbia elege presidente com esquerda à prova diante de onda de violência
Os colombianos começaram a votar neste domingo (31) nas eleições presidenciais para decidir se renovam seu voto de confiança na esquerda no poder ou mudam de rumo com a direita, em meio à pior onda de violência da última década.
Vestido de branco e acompanhado por uma de suas filhas, o mandatário Gustavo Petro abriu o dia eleitoral. "O voto deve ser livre e sem pressão", disse o primeiro presidente de esquerda na história do país.
Sem possibilidade de reeleição, Petro deixará o poder com alta popularidade entre as classes mais baixas, depois de reduzir os índices de pobreza monetária, da fome, do desemprego e de ampliar programas sociais em um dos países mais desiguais do mundo.
Que o próximo mandatário "nos ajude (...) a ter um pouco de tranquilidade, um pouco de paz, porque do jeito que as coisas estão, estamos muito nervosos, há muito conflito", diz à AFP María Eugenia Motato, dona de casa de 57 anos, em Suárez, um município do sudoeste colombiano castigado pela violência de guerrilhas e traficantes de drogas.
O candidato de seu partido, o senador Iván Cepeda, de 63 anos, lidera as intenções de voto e propõe dar continuidade às políticas de Petro em meio a uma crise fiscal e a um recrudescimento da violência.
No lado oposto está Abelardo de la Espriella, um excêntrico advogado milionário de 47 anos que se autodenomina "O Tigre", cujo símbolo é a continência militar e que promete morte ou prisão para criminosos.
A direitista Paloma Valencia, senadora da oposição apadrinhada pelo poderoso ex-mandatário Álvaro Uribe (2002-2010), aparece em terceiro lugar.
Segundo as pesquisas, nenhum candidato conseguirá votos suficientes para vencer no primeiro turno, razão pela qual espera-se um segundo turno em 21 de junho.
A votação se estenderá até as 21h00 GMT (18h de Brasília). A autoridade eleitoral espera ter resultados poucas horas depois do encerramento e busca uma redução da abstenção, que costuma superar 40%.
O governo mobilizou 408.000 integrantes da força pública para garantir a segurança no país.
A campanha transcorreu em meio a um clima de polarização e medo, com atentados mortais de guerrilhas, o assassinato de um candidato à presidência e a recusa dos principais postulantes em participar de debates.
- Governo "disruptivo" -
Petro é o grande protagonista de uma eleição dividida. Seu governo significou uma ruptura em um país governado por elites conservadoras ao longo de dois séculos.
O ex-guerrilheiro que assinou o acordo de paz em 1990 enfrentou o Congresso, os tribunais, o Ministério Público e o Banco Central diante das negativas em aceitar suas reformas.
Teve uma "posição disruptiva", diz Juan Camilo Lozano, professor de Ciências Políticas e Sociais da Universidade Nacional.
Para as eleições, a base eleitoral de Petro se voltou para Cepeda, filho de um político comunista assassinado e formado desde criança, devido ao exílio, em países socialistas como Tchecoslováquia, Bulgária e Cuba.
O filósofo e defensor dos direitos humanos aposta nos "excluídos": vítimas do conflito, indígenas e camponeses.
"Superar definitivamente a pobreza e acabar com a desigualdade social, esta será a prioridade essencial do nosso segundo governo", disse no sábado.
A oposição o critica por ser um dos arquitetos da "Paz Total", política com a qual Petro tentou, sem sucesso, negociar com as organizações que permaneceram armadas após o acordo com a guerrilha das Farc em 2016.
"Quando a gente vem votar, tem essa esperança de que as coisas podem mudar", diz em Bogotá Cristina Peña, uma comerciante de 50 anos cansada da "guerra".
- Entre "extremos" -
De la Espriella se destaca com uma proposta antissistema. Ele promete bombardeios, o fortalecimento da força pública e a eliminação do tribunal instaurado no acordo de paz.
Admirador dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, de El Salvador, Nayib Bukele, e da Argentina, Javier Milei, propõe construir 10 megaprisões e reduzir o Estado em 40%.
"Estou aqui (...) para que a esquerda nunca volte ao poder e destrua o país", afirmou no sábado.
Seus atos de campanha foram verdadeiros espetáculos, com fogos de artifício e vídeos com inteligência artificial, nos quais cantou e fez discursos beligerantes trancado em uma cápsula à prova de balas.
"Estamos indo a muitos extremos" com ambos os candidatos, diz Samuel Forero, um universitário de 18 anos.
Os Estados Unidos observam de perto as eleições, após os choques constantes entre Petro e Trump que ameaçaram a relação entre dois países historicamente aliados. Washington responsabiliza o governo pelo aumento do tráfico de drogas.
O.Gutierrez--AT