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Irã descarta reabrir Ormuz após apreender 2 navios, um de bandeira panamenha
O Irã prometeu, nesta quarta-feira (22), que não reabrirá o Estreito de Ormuz, apesar da trégua e enquanto os Estados Unidos mantêm seu bloqueio naval, ao mesmo tempo que anunciou a apreensão de dois navios, um deles de bandeira panamenha, que tentavam atravessar essa via estratégica.
A tensão permanece alta em Ormuz, uma passagem crucial para o comércio mundial de hidrocarbonetos e um dos temas centrais desta guerra desencadeada em 28 de fevereiro pelos ataques israelenses e americanos contra a República Islâmica.
"Um cessar-fogo completo só tem sentido se não for infringido mediante um bloqueio naval", disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, que liderou a delegação de Teerã em uma primeira rodada de conversas no Paquistão.
"A reabertura do Estreito de Ormuz não é possível em meio a uma violação flagrante do cessar-fogo", ressaltou.
Por parte dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump não descartou uma retomada das conversas entre as partes beligerantes nos próximos dias.
"É possível!", escreveu em resposta à mensagem de uma jornalista do New York Post, que lhe perguntava sobre a probabilidade de realizar negociações nas próximas "36 a 72 horas", ou seja, até sexta-feira.
Enquanto isso, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês), o exército ideológico do Irã, anunciou que havia "apreendido" dois "barcos infratores" que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz e os conduziu para sua costa.
A Casa Branca não considerou a apreensão como uma infração do cessar-fogo que entrou em vigor em 8 de abril, pois não eram navios americanos nem israelenses. "Eram duas embarcações internacionais", explicou sua porta-voz, Karoline Leavitt, à emissora Fox News.
O Panamá confirmou a apreensão de um navio de bandeira panamenha e "de proprietários italianos", o MSC Francesca, e seu Ministério das Relações Exteriores acusou Teerã de causar um "grave atentado" contra a segurança marítima com uma "escalada desnecessária" das tensões.
Uma terceira embarcação foi alvo de disparos quando se encontrava a oito milhas náuticas a oeste do Irã, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO, mas pôde sair do estreito e seguir rumo ao porto saudita de Jidá, de acordo com o site Marinetraffic.
Segundo Teerã, os navios devem obter uma autorização para sair ou entrar no Golfo através dessa via sob seu controle, enquanto os Estados Unidos bloqueiam o acesso aos portos iranianos desde 13 de abril.
Os preços do petróleo subiram mais de 4% nesta quinta-feira (23, data local), nas primeiras operações nos mercados asiáticos, antes de se moderarem nos minutos seguintes, pela incerteza sobre as negociações entre ambas as partes.
- Sem data limite -
As conversas entre Washington e Teerã, que se supunha que aconteceriam no início desta semana após uma primeira sessão em 11 de abril, têm como objetivo encontrar um final duradouro para uma guerra que já causou milhares de mortos, principalmente no Irã e no Líbano, e virou a economia global de cabeça para baixo.
Trump anunciou na terça-feira uma extensão indefinida da trégua a poucas horas de seu vencimento, com o objetivo, segundo ele, de dar mais tempo aos iranianos para se juntarem às negociações de paz sob os auspícios dos mediadores paquistaneses.
Mas "o presidente não estabeleceu uma data limite para receber uma proposta do Irã", assinalou Leavitt aos jornalistas, ao detalhar que, "em última instância, o calendário será imposto" por Trump.
Até agora, nenhuma delegação partiu para Islamabad. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que espera que ambas as partes consigam "concluir um 'acordo de paz'".
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano declarou nesta quarta-feira que "apreciava" os esforços do Paquistão para pôr fim à guerra, mas sem se pronunciar sobre o prolongamento da trégua.
Por outro lado, o máximo responsável civil da Marinha americana, John Phelan, deixou o cargo, informou o Pentágono, sem dar explicações sobre esta saída repentina.
- Mortos no Líbano -
"O Líbano pedirá o prolongamento da trégua por um mês, o respeito estrito do cessar-fogo e o fim, por parte de Israel, das operações de dinamitação e destruição nas áreas em que está presente", indicou uma fonte oficial libanesa à AFP.
Antes dessas conversas, Israel afirmou que não tem "desacordos graves" com o país vizinho, e o convidou a "trabalhar juntos" contra o movimento islamista xiita Hezbollah, que tem o apoio de Teerã.
Segundo o último balanço oficial, pelo menos 2.454 pessoas morreram no Líbano em seis semanas de guerra.
Além disso, um ataque aéreo israelense matou uma jornalista libanesa e feriu outra nesta quarta-feira perto da fronteira entre Líbano e Israel, segundo o jornal Al Akhbar, o veículo para o qual trabalhava.
burx-lb-vla/pno/mvl-arm/nn/rpr
W.Morales--AT