-
Autoridades apontam sinalizadores como causa de incêndio em bar na Suíça
-
Separatistas do Iêmen anunciam transição para criar Estado independente
-
Funcionário da Disney evita acidente com rocha de borracha de 180kg nos EUA
-
Incêndio no Ano Novo na Suíça: uma noite de festa que virou um pesadelo
-
Forte terremoto atinge Cidade do México e deixa pelo menos um morto
-
Presidente do Panamá declara superada crise com EUA por causa do canal
-
Motorista de Anthony Joshua é indiciado por acidente fatal na Nigéria
-
Promotora aponta sinalizadores como causa de incêndio em bar na Suíça
-
Atacante Brennan Johnson deixa Tottenham e assina com Crystal Palace
-
Endrick se adapta 'bem' ao Lyon, mas não jogará no sábado contra o Monaco
-
Milei promulga lei para que argentinos regularizem economias em dólares
-
Chegadas de imigrantes irregulares à Espanha caíram mais de 40% em 2025
-
Uma ex-refém israelense do Hamas diz ter sofrido agressões sexuais
-
Vendas da Tesla caem e chinesa BYD lidera mercado de carros elétricos
-
'Foram 24 horas de loucura', diz técnico interino do Chelsea
-
Angelina Jolie visita passagem de Rafah para expressar seu apoio à população de Gaza
-
Forte terremoto de magnitude 6,5 atinge a Cidade do México
-
Separatistas do Iêmen denunciam ataques mortais de coalizão saudita
-
Trump insiste em seu 'perfeito' estado de saúde
-
Cores, bordados indígenas e poder: o que comunica a imagem da presidente do México?
-
Outras viradas de ano trágicas antes do incêndio na Suíça
-
Trump ameaça Irã caso o país mate manifestantes em protestos
-
Suíça trabalha para identificar vítimas de incêndio em festa de Ano Novo
-
Suíça tenta identificar vítimas de incêndio em festa de Ano Novo
-
Filha do líder norte-coreano alimenta especulações sobre sucessão com visita a mausoléu
-
Maduro evita desmentir suposto ataque americano em território venezuelano
-
Prefeito de Nova York diz que sua gestão será 'um exemplo para o mundo'
-
Bolsonaro deixa hospital para voltar à prisão após mais de uma semana internado
-
City empata com Sunderland e vê Arsenal se distanciar na liderança; Liverpool tropeça em Anfield
-
Venezuela liberta 88 pessoas detidas nos protestos pós-eleitorais de 2024
-
Em boa fase, Espanyol coloca Barça à prova no dérbi de Barcelona
-
Dérbi de Paris é destaque do retorno do Campeonato Francês em 2026
-
Prefeito de Nova York promete sucesso à esquerda após tomar posse
-
Campeonato Italiano começa 2026 com emoção intacta
-
Milei quer formar bloco regional contra o socialismo
-
Incêndio deixa 40 mortos em bar de estação de esqui na Suíça
-
Liverpool tropeça novamente na Premier League ao empatar com Leeds em Anfield
-
Milhares de pessoas comemoram posse de Mamdani como prefeito de Nova York
-
Manobras militares da China elevam 'desnecessariamente' tensões regionais, diz EUA
-
Mais de 80 presos em protestos pós-eleitorais são libertados na Venezuela, segundo ONGs
-
Protestos contra alto custo de vida deixam ao menos 6 mortos no Irã
-
Motorista de Anthony Joshua é detido após acidente fatal na Nigéria
-
Trump atribui à aspirina hematomas nas mãos e nega cochilar em público
-
Zohran Mamdani tem seu primeiro dia como prefeito de Nova York
-
Incêndio deixa 40 mortos em estação de esqui na Suíça
-
Somalilândia nega ter planejado acolher palestinos ou uma base israelense
-
Gabão suspende seleção e afasta Aubameyang após fiasco na Copa Africana
-
Arábia Saudita executou mais de 350 pessoas em 2025, um recorde
-
Tsitsipas revela que pensou em encerrar a carreira por problemas nas costas
-
Protestos contra o alto custo de vida deixam três mortos no Irã
Separatistas do Iêmen anunciam transição para criar Estado independente
Os separatistas do Iêmen, apoiados pelos Emirados Árabes Unidos, anunciaram nesta sexta-feira (2) o início de uma transição de dois anos rumo à criação de um Estado independente no sul do país, coincidindo com bombardeios mortais de Riade para expulsá-los da região.
O recente avanço desses separatistas no sul do país representa uma reviravolta nesse complexo conflito que opõe o governo reconhecido pela comunidade internacional aos rebeldes huthis, apoiados pelo Irã.
Os huthis tomaram, em 2014, a capital Sanaa e amplas partes do norte do país, de onde lançam ataques contra Israel ou contra navios que transitam pelo mar Vermelho.
A Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, vizinhos e aliados tradicionais, embora cada vez mais distantes, se opõem aos huthis, mas apoiam facções diferentes dentro do governo iemenita.
A fratura ficou evidente nesta semana, quando Riade bombardeou um carregamento de armas supostamente proveniente dos Emirados Árabes em um porto iemenita controlado pelos separatistas do Conselho de Transição do Sul (CTS).
Acusado por seus vizinhos de fomentar o conflito, os Emirados anunciaram a retirada de suas tropas do Iêmen, mas as hostilidades continuam.
"Partindo do desejo e da vontade do nosso povo do Sul de restaurar e proclamar seu Estado (...), anunciamos o início de uma fase transitória de dois anos", declarou o presidente do CTS, Aidarous al Zubaidi, na televisão.
Segundo Zubaidi, nesse prazo será organizado um referendo de autodeterminação. No sul do país já existiu uma república democrática e popular independente entre 1967 e 1990.
O anúncio ocorreu em meio aos bombardeios da coalizão liderada pelos sauditas, que deixaram nesta sexta-feira 20 combatentes separatistas mortos, segundo um responsável militar do CTS, que pediu anonimato.
Fontes médicas confirmaram essa informação, que revisa para cima um balanço anterior de sete mortos.
As forças pró-sauditas nessa província haviam anunciado anteriormente o lançamento de uma operação para retomar "de maneira pacífica" as posições que haviam passado ao controle dos separatistas.
Fontes sauditas confirmaram que os ataques foram obra de sua coalizão, formada em 2015 para combater os rebeldes huthis no norte do país.
"Eles não terminarão até que o Conselho de Transição do Sul se retire", disse uma fonte próxima ao Exército saudita.
Riade instou repetidamente o CTS a se retirar das áreas tomadas após a ofensiva lançada no início de dezembro.
Os separatistas se opõem a ceder terreno, embora na quinta-feira tenham afirmado estar dispostos a trabalhar com as forças alinhadas a Riade.
Essas tensões ameaçam enfraquecer ainda mais o país mais pobre da Península Arábica, assolado por uma das piores crises humanitárias do mundo e por uma guerra que deixou centenas de milhares de mortos desde 2014.
O.Ortiz--AT