-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
-
Conselho de Estado discute coesão social, habitação, educação e saúde
Uma ex-refém israelense do Hamas diz ter sofrido agressões sexuais
Uma ex-refém israelense do Hamas afirmou, em entrevistas à TV, que foi vítima de várias agressões sexuais no início de seu sequestro em Gaza, uma declaração pouco habitual desde a libertação dos cativos no território palestino.
"Ninguém vai voltar a me dizer que me cale. Estou aqui, venci", afirmou Romi Gonen, de 25 anos, em duas entrevistas concedidas ao Canal 12, a última delas exibida na noite de quinta-feira (1º).
A jovem mencionou "diferentes formas de agressões sexuais no cativeiro por parte de quatro homens diferentes, com graus de gravidade variáveis".
Sem nunca pronunciar explicitamente a palavra "estupro", ela dá a entender claramente que foi vítima deste crime.
Vários israelenses e outra mulher já tinham relatado terem sofrido agressões sexuais durante seu cativeiro. O Hamas nunca admitiu nenhuma.
Um dia, contou a ex-refém, "tudo acontece no quarto, sem nenhum barulho. Começo a chorar de forma incontrolável". O homem lhe "faz sinais para 'ter cuidado', colocando o dedo sobre a boca. 'Se você não se acalmar, vou me irritar'", detalhou.
Outra agressão "durou quase meia hora", lembrou. "Disse a mim mesma: 'Romi, toda Israel acha que você está morta, quando na verdade você vai ser escrava sexual dele para sempre'", explicou.
A jovem também contou que um de seus captores, sentado em um sofá, olhou para ela e lhe perguntou: "Romi, você está bem ou não?".
"Na minha cabeça, digo para mim mesma: 'filho da puta, como você pode me fazer essa pergunta?'. Então, ele se aproxima, coloca a pistola na minha têmpora e me diz: 'Se você contar isto a qualquer um, eu te mato'".
Romi Gonen estava no festival de música eletrônica Nova, em Reím, perto de Gaza, quando foi sequestrada em 7 de outubro de 2023, durante o ataque do Hamas em solo israelense, que desencadeou a guerra em Gaza. Ela foi libertada em janeiro de 2025.
S.Jackson--AT