-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Conselho de Estado discute coesão social, habitação, educação e saúde
-
Mercado automóvel cresce 2,4% em outubro e elétricos ganham peso
-
Benfica vence Alverca por 1-0 e continua na perseguição ao FC Porto
-
Debate sobre habitação reacende confronto político em torno da liberdade
-
Coesão nacional depende de políticas públicas e compromisso coletivo
-
Palmelense protagoniza gesto de desportivismo em partida no Seixal
-
Presidente do Racing Power é acusada de agredir agente de arbitragem
-
João Nívea pede maior competitividade e atitude ao Vitória FC
Zelensky diz que Rússia faz preparativos para novo 'ano de guerra'
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, disse, nesta quarta-feira (17), que a Rússia faz preparativos para um novo "ano de guerra" na Ucrânia em 2026, depois que seu par russo, Vladimir Putin, afirmou que Moscou alcançará seus objetivos no país vizinho "sem nenhuma dúvida".
"Ouvimos um novo sinal de Moscou, dizendo que se preparam para fazer do próximo ano um novo ano de guerra", declarou Zelensky em seu discurso diário.
"É importante que nossos parceiros sejam conscientes e que reajam, sobretudo nossos sócios nos Estados Unidos, que costumam afirmar que a Rússia pretende acabar com a guerra", assinalou o presidente ucraniano.
Segundo ele, as autoridades russas tentam "minar a diplomacia", buscando "várias formulações" nas propostas que estão sendo feitas durante as negociações "para dissimular seu desejo de destruir a Ucrânia e os ucranianos" e "sua vontade de legitimar o roubo do nosso território".
Mais cedo nesta quarta-feira, Putin disse que os objetivos da invasão russa na Ucrânia seriam alcançados "sem nenhuma dúvida", especialmente os de âmbito territorial.
"Os objetivos da operação militar especial serão alcançados, sem nenhuma dúvida", insistiu Putin.
O chefe de Estado russo assegurou, no entanto, que seu país segue disposto a "levar adiante as negociações e resolver todos os problemas por meios pacíficos".
No domingo e na segunda-feira, Zelensky se reuniu em Berlim com os emissários americanos Steve Witkoff e Jared Kushner, genro do presidente americano, Donald Trump, para tentar pactuar um compromisso sobre um plano que leve à cessação dos combates.
Na segunda-feira, a Ucrânia elogiou os "avanços" na questão das futuras garantias de segurança que Kiev reivindica e Trump se mostrou muito otimista após ter conversado com seu homólogo ucraniano e com vários líderes europeus.
O Kremlin, por sua vez, afirmou, nesta quarta-feira, que seguia esperando informações de Washington sobre o resultado das conversas em Berlim.
A proposta inicial de Washington, redigida sem a participação dos aliados europeus de Kiev, significaria a retirada da Ucrânia de toda a região leste de Donetsk e o reconhecimento de fato por parte dos Estados Unidos das regiões de Donetsk, Crimeia e Lugansk como russas.
Não está claro até o momento o conteúdo atual do plano revisado.
W.Nelson--AT