-
Cuba sofre sétimo apagão geral do ano
-
Mancini convoca 9 estreantes na primeira lista após seu retorno à seleção italiana
-
Venezuela consegue "trégua", mas requer reformas institucionais, diz HRW
-
Trump anuncia ter proibido acesso à Casa Branca de CNN, MSNOW e Politico
-
Uefa e Concacaf pedem à Fifa "pelo menos" US$ 10 milhões para cada uma das 211 federações-membro
-
Chefe da ONU 'lamenta' recusa dos EUA em conceder vistos a dirigentes palestinos
-
Alemanha recebe seu primeiro caça F-35 em cerimônia nos EUA
-
Costa-riquenha Grynspan lidera terceira votação informal para comandar a ONU
-
Quase 70% dos cubanos vivem em situação de pobreza, revela estudo
-
Governador da Califórnia assina decreto para criar 'interruptor de emergência' para a IA
-
Guerra divide iranianos nos EUA
-
Sem Tchouaméni e com Mbappé capitão, Zidane divulga sua 1ª lista de convocados da França
-
Reino Unido alega que Ilhas Malvinas têm o 'direito' de explorar petróleo
-
Associação busca reconhecimento de costa-riquenho de 119 anos como o homem mais longevo da história
-
ONU realiza terceira votação informal para escolher novo secretário-geral
-
'Não conseguíamos respirar', dizem sobreviventes após a morte de 37 garimpeiros na Nigéria
-
Jorge Jesus convoca Cristiano Ronaldo para jogos de Portugal na Liga das Nações
-
Paris expõe manuscrito emprestado pelo México sobre viagem mítica dos astecas
-
Raphinha revela que deseja renovar contrato e encerrar carreira no Barcelona
-
Xavi Hernández anuncia lista de convocados da seleção holandesa sem Memphis Depay
-
Associação busca reconhecimento de costa-riquenho como o homem mais longevo da história
-
França, o novo elo fraco da zona do euro
-
Homem morre após ser atacado por tubarão na Austrália
-
Pesquisadores dizem ter hackeado OpenAI usando IA Claude, da Anthropic
-
Líder social-democrata da Suécia tentará formar governo
-
Polícia espanhola transfere cerca de 1.700 migrantes para o porto de Ceuta
-
Unesco pode exercer papel "moderador" no debate sobre IA, afirma diretor
-
Líder social-democrata da Suécia diz estar disposta a formar governo
-
Kylian Mbappé troca Nike pela marca suíça On
-
No Oiapoque, o petróleo alimenta sonhos e temores
-
Rússia vota em legislativas sem suspense em plena guerra com a Ucrânia
-
Sobreviventes e familiares do ataque do Hamas de 2023 entram na campanha eleitoral israelense
-
Polícia espanhola inicia transferência de migrantes para o porto de Ceuta
-
Tóquio testa robôs coletores de lixo na estação de trem mais movimentada do mundo
-
San Sebastián começa com filme de Fatih Akin e homenagem a Werner Herzog
-
Rússia confisca ativos da Nestlé e de três grupos franceses
-
IA avança para criação autônoma de novas versões, alerta Anthropic
-
Unesco pode ser "moderador" no debate sobre IA, afirma diretor
-
Ucrânia, Irã, Gaza e IA no centro do debate na ONU
-
Polícia espanhola transfere migrantes para o porto de Ceuta
-
Político de extrema direita anuncia candidatura à presidência da França
-
Rússia tem eleições legislativas marcadas pela guerra na Ucrânia
-
Flamengo empata com Del Valle (1-1) e vai à semifinal da Libertadores
-
NY Times afirma que Microsoft e OpenAI sabiam que usar artigos jornalísticos era roubo
-
Marcelo Gallardo é apresentado como novo técnico da seleção do Equador
-
Juventus e Crystal Palace começam a Liga Europa com goleadas
-
Meta é criticada internamente por proteções 'insuficientes' contra deepfakes
-
Congressista republicana de origem cubana diz a Trump que latinos se sentem "traídos"
-
EUA volta a negar visto ao líder palestino Abbas para Assembleia da ONU
-
Com gol de Allan, Manchester City atropela Norwich na Copa da Liga Inglesa
EUA diz ter derrubado drone iraniano que se aproximou de seu porta-aviões
Os Estados Unidos derrubaram, nesta terça-feira (3), um drone iraniano que se aproximou "agressivamente" de um porta-aviões americano que está no Mar Arábico, informou um porta-voz militar.
Este incidente não altera o compromisso de manter negociações entre o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, e altos funcionários do Irã, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
A reunião bilateral está prevista para 6 de fevereiro na Turquia, informou à AFP, nesta terça-feira, um funcionário árabe sob a condição do anonimato. O encontro é resultado das "gestões de Egito, Catar, Turquia e Omã", acrescentou.
A derrubada do drone foi o segundo enfrentamento entre os dois países no Oriente Médio em um dia, depois que as forças iranianas tentaram deter um petroleiro com bandeira americana no Estreito de Ormuz.
Washington e Teerã concordaram em manter os diálogos depois de o presidente americano, Donald Trump, ameaçar reiteradamente o Irã com uma ação militar, e de Teerã ter advertido que responderá com ataques contra navios e bases americanas.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, anunciou nesta terça que encarregou seu chanceler, Abbas Araghchi, de realizar negociações nucleares "equitativas" com os Estados Unidos, depois da advertência do presidente americano, Donald Trump, de que "coisas ruins" vão acontecer se um acordo não for alcançado.
"Pedi ao meu ministro das Relações Exteriores que, dadas as condições adequadas, sem ameaças, nem exigências insensatas, realize negociações equitativas [...] no âmbito dos nossos interesses nacionais", declarou Pezeshkian no X.
- 'Defesa própria' -
"Um caça F-35C do Abraham Lincoln derrubou um drone iraniano em defesa própria e para proteger o porta-aviões e o pessoal a bordo", afirmou, em nota, o porta-voz do Comando Central militar, capitão Tim Hawkins.
Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, o drone "realizava uma missão habitual e legal de reconhecimento, vigilância e registro fotográfico. Transmitiu imagens com sucesso" antes de a comunicação ser perdida por um motivo "em investigação".
O drone Shahed-139 "continuou voando em direção à embarcação, apesar das medidas de desescalada tomadas pelas forças americanas", disse Hawkins.
O porta-aviões Abraham Lincoln chegou ao Mar Arábico no mês passado para aumentar a pressão de Washington sobre Teerã.
Os países ocidentais suspeitam que a República Islâmica pretende desenvolver a arma atômica, o que Teerã desmente.
As duas partes já haviam negociado em 2025, durante a primavera no hemisfério norte, antes da guerra de 12 dias desencadeada em junho por Israel. Mas aquelas tratativas fracassaram ao tropeçar principalmente na questão do enriquecimento de urânio.
Os Estados Unidos exigem que o Irã renuncie por completo a este processo atômico, ao que a República Islâmica se nega, alegando seu direito em virtude do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), do qual é signatário.
"O presidente Trump diz 'não às armas nucleares' e estamos totalmente de acordo nesse ponto [...] Obviamente, em troca esperamos uma suspensão das sanções", disse o chanceler iraniano no domingo à CNN.
A República Islâmica assinou em 2015 um acordo que regulava estritamente suas atividades nucleares, mas este se tornou sem efeito após a retirada unilateral dos Estados Unidos ordenada por Trump em seu primeiro mandato.
Nas ruas de Teerã, Ali Hamidi, um aposentado de 68 anos, considerou que as "tensões atuais" são "inúteis".
"Os Estados Unidos deveriam se ocupar de seus próprios assuntos", disse à AFP, acrescentando que "os dirigentes iranianos também têm culpa por não atenderem às necessidades do povo".
- Empresário investigado -
No Irã, a repressão das manifestações contra o governo continua. A TV estatal reportou, na segunda-feira, que quatro cidadãos estrangeiros, cuja nacionalidade não foi informada, foram detidos por "participação nos distúrbios".
Segundo a ONG Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, mais de 50.000 pessoas foram detidas. A organização também pôde confirmar 6.854 mortes, manifestantes em sua maioria.
As autoridades iranianas admitem a morte de milhares de pessoas, mas afirmam que, em sua grande maioria, eram agentes de segurança ou pessoas que passavam por ali e foram assassinadas por serem "terroristas".
Segundo o governo, a onda de protestos foi uma operação orquestrada por Estados Unidos e Israel.
Nesta terça, o Judiciário informou que continuava investigando Mohammad Saedinia, proprietário de uma famosa marca de doces e de uma rede de cafeterias, detido em meados de janeiro suspeito de apoiar os protestos.
"Se ficar demonstrado [...] que seus atos causaram estes danos, será exposto não só a sanções penais, mas também terá que indenizar os danos com seus bens", disse, em entrevista coletiva, Asghar Jahangir, porta-voz do poder Judiciário.
W.Moreno--AT