-
Andreeva e Swiatek são eliminadas na estreia em Bad Homburg
-
Rubio promete defender interesses dos países do Golfo nas negociações com Irã
-
A briga acirrada pela Chuteira de Ouro da Copa do Mundo 2026
-
Descoberta aproxima cientistas da misteriosa fronteira dos buracos negros
-
Alemanha, a difícil adversária do Equador na Copa do Mundo
-
Ativistas de flotilha para Gaza denunciam suposto abuso 'cruel' e 'sádico'
-
Messi completa 39 anos no topo do mundo
-
Candidato de esquerda da Colômbia reconhece De la Espriella como presidente eleito
-
FIFPro comemora sentença à Lazio por rescindir contrato de jogadora grávida
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos EUA'
-
Grand Theft Auto, em números
-
COI escolherá sede dos Jogos Olímpicos de 2036 com novo procedimento
-
Onda de calor sufoca Europa e coloca redes elétricas à prova
-
'Grand Theft Auto VI' abre pré-venda na quinta-feira
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos Estados Unidos'
-
Anderson adiciona toques de festa à sua coleção para Dior em uma Paris escaldante
-
Sánchez nega 'corrupção generalizada' no governo espanhol
-
China defende regulamentação da IA antes de 'perder o controle'
-
Última rodada da primeira fase da Copa começa e qualquer tropeço pode ter consequências graves
-
Keiko Fujimori, a herdeira com um sobrenome que divide os peruanos
-
Keiko Fujimori alcança vantagem irreversível na eleição peruana
-
Colômbia vence RD Congo (1-0) e avança aos 16-avos de final da Copa do Mundo
-
Economia argentina mantém ritmo de crescimento no 1T
-
Apesar de já classificado em 1º, México não facilitará contra República Tcheca, garante técnico Aguirre
-
Governo da Bolívia está 'forçando uma guerra civil', diz Evo Morales à AFP
-
Ancelotti confirma que Neymar está pronto para estrear contra a Escócia na Copa
-
Enner Valencia é alvo de críticas no Equador às vésperas de jogo decisivo contra Alemanha
-
AJ Dybantsa é selecionado pelos Wizards como 1ª escolha do Draft da NBA
-
Croácia elimina Panamá (1-0) e segue viva na Copa do Mundo
-
Kim diz que vai equipar Marinha norte-coreana com armas nucleares
-
Técnico da República Tcheca faz autocrítica, mas confia em "milagres" contra o México
-
Ações de tecnologia derrubam bolsas mundiais
-
Já classificada em 1º lugar do Grupo D, seleção dos EUA relaxa em 'oásis' californiano
-
Entre vaias e dúvidas, o já classificado México busca convencer contra a República Tcheca
-
Inglaterra e Gana empatam sem gols, mas ficam perto dos 16-avos da Copa
-
'Todos apoiam Achraf Hakimi', garante goleiro marroquino Munir El Kajoui
-
Sem mísseis, Irã seria 'igual a Gaza', diz presidente
-
'Eu sempre chego', responde CR7 aos que diziam que ele 'estava aposentado'
-
Técnico de Portugal destaca reação após início difícil na Copa
-
Oito pessoas são condenadas à prisão por ataque a centro de detenção de imigrantes nos EUA
-
Congresso dos EUA aprova texto simbólico sobre retirada de tropas mobilizadas contra Irã
-
Trump comparecerá à final da Copa do Mundo e entregará troféu ao campeão
-
Deschamps volta à França após morte de sua mãe e não comandará equipe contra Noruega
-
Rodovias da Bolívia são desobstruídas após sete semanas de bloqueios
-
Técnico da Escócia busca, contra o Brasil, classificação inédita para 2ª fase de uma Copa
-
'Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para me recuperar', diz Raphinha
-
Apresentadora americana pede ajuda após relatos da morte de sua mãe sequestrada
-
CR7 faz dois e Portugal goleia Uzbequistão (5-0) na Copa do Mundo
Últimos 20 reféns vivos voltam para Israel
Os últimos reféns vivos mantidos pelo Hamas retornaram a Israel nesta segunda-feira (13), após mais de dois anos de cativeiro na Faixa de Gaza, sob o acordo de trégua mediado por Donald Trump.
Em discurso no Parlamento israelense, o presidente dos Estados Unidos saudou o cessar-fogo como um "triunfo incrível" que representa não apenas o fim da guerra entre Israel e o Hamas, mas também "o amanhecer histórico de um novo Oriente Médio".
"Esperamos 738 dias para dizer isso: bem-vindos ao lar", escreveu o Ministério das Relações Exteriores de Israel na rede X após anunciar a libertação dos últimos reféns israelenses com vida, capturados nos ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023.
A libertação foi saudada com gritos de alegria e lágrimas de emoção em uma praça de Tel Aviv renomeada Praça dos Reféns, onde milhares de pessoas se reuniram.
Também houve aplausos e abraços em Ramallah, na Cisjordânia ocupada, quando os primeiros ônibus chegaram com os prisioneiros palestinos libertados, conforme estipulado no acordo de trégua. Multidões também se reuniram na Faixa de Gaza para receber os detidos trocados.
A primeira fase do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas previa a troca dos últimos reféns israelenses em Gaza — 20 vivos e 28 mortos — por quase 2.000 palestinos detidos em prisões israelenses.
A libertação ocorreu horas antes da aguardada Cúpula sobre Gaza, prevista para o balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, com a presença de Donald Trump e outros líderes mundiais.
Trump foi ovacionado por vários minutos no Knesset, o Parlamento israelense, durante uma breve visita ao país antes de viajar para o Egito.
O "longo e doloroso pesadelo" para israelenses e palestinos acabou, declarou o presidente americano, que foi o artífice de um plano de 20 pontos que possibilitou o cessar-fogo e a libertação dos reféns.
- "A guerra acabou" -
Em Tel Aviv, Ronny Edry, um professor de 54 anos, disse que foi "um dia lindo, pelo qual esperamos por dois anos". Mas ele também mencionou "a tristeza por aqueles que não retornaram e pelos quase 2.000 mortos na guerra" do lado israelense.
Do lado palestino, o Ministério da Saúde de Gaza anunciou nesta segunda-feira um número de 67.869 pessoas mortas na ofensiva lançada por Israel em Gaza em resposta ao ataque de outubro de 2023.
Um primeiro grupo de sete reféns vivos foi entregue ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha pela manhã, seguido por outro de 13. O movimento islamista palestino Hamas também deve entregar os corpos de 28 reféns falecidos.
O Fórum de Famílias de Reféns e Desaparecidos, que há anos faz campanha pela libertação de seus entes queridos, disse ter sido informado de que o Hamas entregaria os corpos de apenas quatro reféns falecidos nesta segunda-feira. "Isso representa uma violação flagrante do acordo pelo Hamas", denunciaram.
Em Ramallah, centenas de pessoas, algumas usando kufiyas (um lenço tradicional palestino) no pescoço, comemoraram a libertação dos prisioneiros.
Durante a viagem no avião presidencial Air Force One, Trump insistiu que "a guerra (em Gaza) acabou".
"A guerra acabou, ok? Vocês entenderam?", enfatizou aos repórteres.
Netanyahu, por sua vez, afirmou que Israel havia alcançado "enormes vitórias" na guerra contra o Hamas em Gaza, embora tenha alertado que "a luta não acabou".
- Cúpula sobre Gaza -
Depois de Israel, Trump viajará para Sharm el-Sheikh para copresidir uma cúpula sobre Gaza com seu homólogo egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, que contará com as presenças de líderes de cerca de 20 países e do secretário-geral da ONU, Antonio Guterres.
Nem Netanyahu nem o Hamas estarão presentes. O presidente palestino, Mahmud Abbas, participará da reunião.
A governança da Faixa de Gaza, devastada por dois anos de guerra, será um dos desafios restantes.
Os países que mediaram o acordo de trégua devem assinar um documento para garantir sua implementação, disse uma fonte diplomática. Segundo a fonte, o acordo seria assinado pelos mediadores "Estados Unidos, Egito, Catar e provavelmente a Turquia".
Após a retirada gradual do Exército israelense, que controla 53% da Faixa, o plano dos Estados Unidos prevê uma fase posterior na qual o Hamas será excluído da administração de Gaza, a qual governa desde 2007, e seu arsenal será destruído.
O plano estabelece que o governo será confiado a "um comitê palestino tecnocrático e apolítico" sob "a supervisão e o controle de um novo órgão internacional de transição" liderado por Trump.
Em Gaza, milhares de palestinos deslocados iniciaram sua jornada de volta para casa nos últimos dias, em meio a uma paisagem de ruínas.
Alguns caminhões com ajuda humanitária entraram no território, mas moradores de Khan Yunis, no sul, denunciaram saques por pessoas famintas.
A guerra em Gaza eclodiu após o ataque do Hamas em outubro de 2023, que matou 1.219 pessoas em Israel, a maioria civis, de acordo com uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses.
W.Morales--AT