-
Petro retoma diálogo com principal cartel da Colômbia, suspenso após acordo com Trump
-
Morre Jesse Jackson, símbolo da luta pelos direitos civis nos EUA
-
Terminam negociações entre EUA e Irã na Suíça em meio a pressões e ameaças
-
Congresso peruano debate impeachment do presidente interino Jerí
-
EUA e Irã negociam na Suíça entre pressões militares e ameaças
-
Moscou e Kiev, prontos para diálogos de paz em Genebra enquanto combates continuam
-
Atleta israelense do bobsled se indigna com comentários na TV suíça
-
Jesse Jackson, símbolo dos direitos civis que buscava a 'base comum' dos EUA
-
Morre aos 84 anos Jesse Jackson, defensor dos direitos civis nos EUA
-
Ao menos 17 mortos em onda de ataques no noroeste do Paquistão
-
Morre aos 96 anos o documentarista americano Frederick Wiseman
-
Guatemala encerra estado de sítio e prepara nova operação de segurança
-
Barça perde na visita ao Girona (2-1) e Real Madrid é o novo líder do Espanhol
-
Brentford põe fim ao conto de fadas do amador Macclesfield na Copa da Inglaterra
-
Circuito sul-americano da ATP tenta sobreviver ao dinheiro saudita
-
Médicos, turismo, tabaco: receitas em divisas de Cuba na mira dos EUA
-
Oitavas da Copa da Inglaterra terão Arsenal-Mansfield, Newcastle-City e Chelsea-Wrexham
-
Morre Robert Duvall, ator de 'O Poderoso Chefão'
-
Reencontro Real Madrid-Mourinho na repescagem da Champions; 'Déjà vu' para o PSG
-
ONU, UE e países árabes condenam medida israelense sobre registro de terras na Cisjordânia
-
Sinner não dá chances a Machac em sua estreia no Aberto do Catar
-
Irã diz que EUA se tornou mais 'realista' antes de novas negociações em Genebra
-
Barcelona renova contrato com F1 até 2032 e alternará com Spa-Francorchamps
-
Nico Williams ficará afastado por várias semanas para tratar lesão
-
Mourinho nega rumores sobre um possível retorno ao Real Madrid
-
Países árabes e UE criticam medida israelense sobre registro de terras na Cisjordânia
-
Tradicionais desfiles na Alemanha têm sátira política e críticas a Putin e Trump
-
Irã realiza manobras militares no estreito de Ormuz, na véspera de negociações com EUA
-
Morte de ativista de extrema direita abala política francesa
-
Museu do Louvre é fechado parcialmente por nova greve
-
Neymar volta a jogar em goleada do Santos após cirurgia no joelho
-
Rússia rejeita acusações de que Navalny foi envenenado
-
Índia recebe cúpula global sobre impacto da IA
-
"Quero sentir a terra brasileira sob meus pés", diz Lucas Pinheiro Braathen
-
Chanceler do Irã chega a Genebra para segunda rodada de negociações com EUA
-
Lucas Pinheiro Braathen sofre queda no slalom e perde chances de conquistar nova medalha
-
Homenagem a Lula abre Carnaval do Rio em meio a críticas
-
'O Agente Secreto' vence prêmio Spirit do cinema independente
-
Lyon bate Nice (2-0) e chega a sua 13ª vitória consecutiva
-
Com gol de Alisson, Napoli arranca empate contra Roma (2-2) e se mantém em 3º na Serie A
-
Carnaval do Rio começa com homenagem controversa a Lula
-
Shelton vence Fritz de virada e conquista em Dallas seu 4º título ATP
-
Cerúndolo vence Darderi e enfim conquista o ATP 250 de Buenos Aires
-
Familiares de presos rejeitam julgamentos em massa em El Salvador
-
Leipzig arranca empate no fim contra Wolfsburg (2-2) e é 5º na Bundesliga
-
Com 2 gols brasileiros, Arsenal atropela Wigan (4-0) e vai às oitavas da Copa da Inglaterra
-
Atlético de Madrid perde para Rayo (3-0) e praticamente dá adeus ao título do Espanhol
-
Chanceler iraniano viaja à Suíça para segundo ciclo de negociações com EUA
-
Redesenho da Classe S 2026
-
Trump pede ao Hamas que faça desarmamento 'total e imediato'
Universidade de Columbia pagará US$ 221 milhões para resolver disputa com governo Trump
A Universidade de Columbia anunciou na quarta-feira (23) que pagará US$ 221 milhões (R$ 1,2 bilhão), ao governo de Donald Trump que havia ameaçado a instituição de retirar fundos federais devido à suposta falta de diligência na proteção de estudantes judeus.
Como parte do acordo, o financiamento federal que o governo Trump suspendeu ou cancelou para a instituição educacional de Nova York no primeiro semestre do ano foi restaurado.
Columbia "alcançou um acordo com o governo dos Estados Unidos para resolver múltiplas investigações de agências federais sobre supostas violações das leis federais contra a discriminação" afirmou a instituição em comunicado, ao detalhar que US$ 200 milhões serão pagos em três anos.
A universidade pagará os outros US$ 21 milhões para encerrar investigações lançadas pela Comissão de Igualdade de Oportunidades no Emprego, conforme informou.
Agradecendo à Columbia por "concordar em fazer a coisa certa", Trump alertou em uma publicação nas redes sociais que "inúmeras outras instituições de ensino superior que prejudicaram tantas pessoas e foram tão injustas (...) ainda estão por vir".
- Financiamento federal restabelecido -
"Segundo o acordo de hoje, a maioria das subvenções federais que foram canceladas ou suspensas em março de 2025 será restabelecida e o acesso de Columbia a bilhões de dólares em subvenções atuais e futuras será restaurado", declarou a universidade.
A perspectiva do retorno do financiamento federal traz alívio à instituição, que enfrentava uma crescente pressão financeira.
O acordo também é uma vitória para Trump, que alega que as universidades de elite fazem lavagem cerebral nos alunos com ideias esquerdistas.
A Universidade de Harvard, um centro de ensino com séculos de história em Cambridge, Massachusetts, também está em uma disputa com o governo por suas ameaças de cortar o financiamento federal.
O acordo desta quarta, cuidadosamente redigido e no qual Columbia não admitiu nenhuma irregularidade, poderá oferecer uma base para futuros acordos.
"Marca um avanço importante após um período de escrutínio federal constante e incerteza institucional", disse Claire Shipman, reitora interina da universidade.
"O acordo foi cuidadosamente desenhado para proteger os valores que nos definem e permitir que nossa associação de pesquisa com o governo federal volte aos trilhos", acrescentou.
- Ações disciplinares -
A universidade enfatizou que "o acordo preserva a autonomia e a autoridade da Columbia em relação à contratação de professores, admissões e decisões acadêmicas".
Ao mesmo tempo, a Columbia manterá uma força de segurança para impedir manifestações em espaços acadêmicos, como os protestos pró-Palestina que eclodiram no ano passado, nos quais manifestantes entraram em confronto com autoridades e ocuparam prédios da universidade.
Também concordou em "fornecer prontamente" às autoridades federais as informações solicitadas sobre "ações disciplinares envolvendo estudantes portadores de visto, que resultaram em expulsões ou suspensões, e registros de prisões conhecidos pela Columbia ou atividades criminosas".
A própria Columbia se viu no centro de uma tormenta por acusações de antissemitismo desencadeadas por protestos no campus contra a guerra de Israel em Gaza.
Alguns estudantes judeus disseram que foram intimidados e que as autoridades não agiram para protegê-los.
A Columbia anunciou na terça-feira uma série de punições, incluindo expulsões e retiradas de diplomas, contra quase 80 estudantes que participaram do movimento de protesto pró-Palestina que pediam que a universidade a universidade retirasse seus investimentos de Israel.
W.Moreno--AT