-
Prefeita de Los Angeles pede renúncia do chefe dos Jogos Olímpicos-2028, vinculado a Epstein
-
Começam novas negociações entre Rússia e Ucrânia com mediação de Washington
-
Petro retoma diálogo com principal cartel da Colômbia, suspenso após acordo com Trump
-
Morre Jesse Jackson, símbolo da luta pelos direitos civis nos EUA
-
Terminam negociações entre EUA e Irã na Suíça em meio a pressões e ameaças
-
Congresso peruano debate impeachment do presidente interino Jerí
-
EUA e Irã negociam na Suíça entre pressões militares e ameaças
-
Moscou e Kiev, prontos para diálogos de paz em Genebra enquanto combates continuam
-
Atleta israelense do bobsled se indigna com comentários na TV suíça
-
Jesse Jackson, símbolo dos direitos civis que buscava a 'base comum' dos EUA
-
Morre aos 84 anos Jesse Jackson, defensor dos direitos civis nos EUA
-
Ao menos 17 mortos em onda de ataques no noroeste do Paquistão
-
Morre aos 96 anos o documentarista americano Frederick Wiseman
-
Guatemala encerra estado de sítio e prepara nova operação de segurança
-
Barça perde na visita ao Girona (2-1) e Real Madrid é o novo líder do Espanhol
-
Brentford põe fim ao conto de fadas do amador Macclesfield na Copa da Inglaterra
-
Circuito sul-americano da ATP tenta sobreviver ao dinheiro saudita
-
Médicos, turismo, tabaco: receitas em divisas de Cuba na mira dos EUA
-
Oitavas da Copa da Inglaterra terão Arsenal-Mansfield, Newcastle-City e Chelsea-Wrexham
-
Morre Robert Duvall, ator de 'O Poderoso Chefão'
-
Reencontro Real Madrid-Mourinho na repescagem da Champions; 'Déjà vu' para o PSG
-
ONU, UE e países árabes condenam medida israelense sobre registro de terras na Cisjordânia
-
Sinner não dá chances a Machac em sua estreia no Aberto do Catar
-
Irã diz que EUA se tornou mais 'realista' antes de novas negociações em Genebra
-
Barcelona renova contrato com F1 até 2032 e alternará com Spa-Francorchamps
-
Nico Williams ficará afastado por várias semanas para tratar lesão
-
Mourinho nega rumores sobre um possível retorno ao Real Madrid
-
Países árabes e UE criticam medida israelense sobre registro de terras na Cisjordânia
-
Tradicionais desfiles na Alemanha têm sátira política e críticas a Putin e Trump
-
Irã realiza manobras militares no estreito de Ormuz, na véspera de negociações com EUA
-
Morte de ativista de extrema direita abala política francesa
-
Museu do Louvre é fechado parcialmente por nova greve
-
Neymar volta a jogar em goleada do Santos após cirurgia no joelho
-
Rússia rejeita acusações de que Navalny foi envenenado
-
Índia recebe cúpula global sobre impacto da IA
-
"Quero sentir a terra brasileira sob meus pés", diz Lucas Pinheiro Braathen
-
Chanceler do Irã chega a Genebra para segunda rodada de negociações com EUA
-
Lucas Pinheiro Braathen sofre queda no slalom e perde chances de conquistar nova medalha
-
Homenagem a Lula abre Carnaval do Rio em meio a críticas
-
'O Agente Secreto' vence prêmio Spirit do cinema independente
-
Lyon bate Nice (2-0) e chega a sua 13ª vitória consecutiva
-
Com gol de Alisson, Napoli arranca empate contra Roma (2-2) e se mantém em 3º na Serie A
-
Carnaval do Rio começa com homenagem controversa a Lula
-
Shelton vence Fritz de virada e conquista em Dallas seu 4º título ATP
-
Cerúndolo vence Darderi e enfim conquista o ATP 250 de Buenos Aires
-
Familiares de presos rejeitam julgamentos em massa em El Salvador
-
Leipzig arranca empate no fim contra Wolfsburg (2-2) e é 5º na Bundesliga
-
Com 2 gols brasileiros, Arsenal atropela Wigan (4-0) e vai às oitavas da Copa da Inglaterra
-
Atlético de Madrid perde para Rayo (3-0) e praticamente dá adeus ao título do Espanhol
-
Chanceler iraniano viaja à Suíça para segundo ciclo de negociações com EUA
Trump acusa Obama de "traição" em meio a crescente pressão por Epstein
Donald Trump acusou nesta terça-feira (22) o ex-presidente democrata Barack Obama de "traição" e de tentar um "golpe de Estado", em uma aparente tentativa de desviar a atenção da tempestade política que abala o ocupante da Casa Branca por causa do caso Jeffrey Epstein.
O republicano acusa Obama, que governou de 2009 a 2017, e Hillary Clinton, a candidata democrata que ele derrotou nas eleições presidenciais de 2016, de espalharem informações falsas para desmoralizá-lo em relação à possível interferência russa na campanha que o levou pela primeira vez à presidência.
Nesta terça-feira, ao receber o presidente filipino, Ferdinand Marcos Jr., na Casa Branca, jornalistas fizeram perguntas a Trump sobre o caso Jeffrey Epstein, o rico financista encontrado morto na prisão em 2019 antes de ser julgado por crimes sexuais.
"Não acompanho isso de perto", respondeu Trump, acusado por alguns de seus próprios simpatizantes de não cumprir a promessa de esclarecer o caso Epstein e de tentar proteger as elites envolvidas.
Em seguida, Trump atacou verbalmente Obama com veemência.
"A caça às bruxas sobre a qual deveriam estar falando" é a de Obama, declarou, e lançou uma série de acusações sem fundamento.
Afirmou que Obama tentou "roubar" as eleições de 2016. "Obama liderou um golpe de Estado", disse.
Trump, criticado por compartilhar um vídeo falso gerado por inteligência artificial em que Obama aparece preso usando o uniforme laranja dos detentos, também apontou o dedo para outras altas autoridades.
Denunciou o então vice-presidente de Obama, Joe Biden, e os ex-diretores do FBI, James Comey, da inteligência nacional, James Clapper, e da CIA, John Brennan. Disse que todos faziam parte de uma conspiração.
- "Líder da quadrilha" -
Mas o "líder da quadrilha" era Obama, que seria "culpado" de "traição", acrescentou.
Um porta-voz de Obama classificou a afirmação como "indignante" e como uma tentativa "ridícula e fraca de distração".
A acusação de golpe de Estado contradiz múltiplas investigações oficiais, mas encontra eco na base ultradireitista de Trump.
Na sexta-feira, a diretora de inteligência nacional, Tulsi Gabbard, pediu que altos funcionários do governo Obama sejam processados por "conspiração".
Os ataques de Trump a Obama fazem parte de "uma estratégia mais ampla de distração, mas também cumprem outra função: apresentar o presidente como vítima da traição democrata", avalia Todd Belt, professor da Universidade George Washington.
O escândalo Epstein está cobrando seu preço a Trump, e seu governo tenta resistir à crise política.
O vice-procurador-geral anunciou nesta terça-feira que se reunirá "nos próximos dias" com Ghislaine Maxwell, ex-parceira de Epstein, condenada em 2022 a 20 anos de prisão por tráfico sexual, acusada de recrutar menores de idade para exploração sexual entre 1994 e 2004.
"O presidente [Donald] Trump nos disse para divulgar todas as provas críveis", afirmou o vice-procurador-geral Todd Blanche na rede social X.
Segundo ele, a polícia federal (FBI) revisou as provas contra Epstein e não encontrou nada "que justificasse uma investigação contra terceiros não acusados".
Mas, se Ghislaine Maxwell "tiver informações sobre alguém que cometeu crimes contra as vítimas, o FBI e o Departamento de Justiça ouvirão o que ela tiver a dizer", garantiu Blanche.
O caso Jeffrey Epstein teve uma reviravolta no dia 7 de julho. Naquela data, o governo americano afirmou que não há provas da existência de uma lista secreta de clientes do amigo das celebridades e dos poderosos.
Isso provocou uma enxurrada de mensagens furiosas nas redes sociais, vindas de contas ligadas ao movimento trumpista "Make America Great Again" (MAGA — "Faça a América Grande Novamente").
- "Idiotas" -
Irritado com sua incapacidade de conter os protestos dentro do próprio campo político, Trump acusou na semana passada "alguns republicanos estúpidos e idiotas" de estarem colaborando com seus oponentes democratas.
Ele também entrou com um processo por difamação contra o jornal The Wall Street Journal, após a publicação de um artigo que lhe atribuía uma carta lasciva supostamente enviada a Epstein por ocasião de seu aniversário.
Trump conhecia Epstein, já que ambos faziam parte da alta sociedade nova-iorquina, mas não há provas de que estivesse envolvido em crimes relacionados ao financista.
ube-rle-aue-erl/mel/am
B.Torres--AT