-
Congresso do Peru destitui presidente interino José Jerí
-
Juve perde por 5 a 2 para o Galatasaray e fica mais longe das oitavas da Champions
-
Ucrânia e Rússia encerram primeiro dia de tensas negociações na Suíça sob mediação dos EUA
-
Rússia e Ucrânia negociam na Suíça sob mediação dos EUA e com participação de países europeus
-
Alcaraz sofre contra Rinderknech mas avança em sua estreia no Aberto do Catar
-
Gauff e Rybakina avançam no WTA 1000 de Dubai
-
Pai de adolescente que cometeu ataque a tiros nos EUA enfrenta julgamento por assassinato
-
Especialista em computação adverte que corrida da IA ameaça sobrevivência humana
-
Irã afirma que há acordo com EUA sobre 'linhas gerais' para um pacto
-
Raphinha critica suposto duplo padrão na arbitragem espanhola
-
França libera petroleiro suspeito de integrar 'frota fantasma' russa
-
Prefeita de Los Angeles pede renúncia do chefe dos Jogos Olímpicos-2028, vinculado a Epstein
-
Começam novas negociações entre Rússia e Ucrânia com mediação de Washington
-
Petro retoma diálogo com principal cartel da Colômbia, suspenso após acordo com Trump
-
Morre Jesse Jackson, símbolo da luta pelos direitos civis nos EUA
-
Terminam negociações entre EUA e Irã na Suíça em meio a pressões e ameaças
-
Congresso peruano debate impeachment do presidente interino Jerí
-
EUA e Irã negociam na Suíça entre pressões militares e ameaças
-
Moscou e Kiev, prontos para diálogos de paz em Genebra enquanto combates continuam
-
Atleta israelense do bobsled se indigna com comentários na TV suíça
-
Jesse Jackson, símbolo dos direitos civis que buscava a 'base comum' dos EUA
-
Morre aos 84 anos Jesse Jackson, defensor dos direitos civis nos EUA
-
Ao menos 17 mortos em onda de ataques no noroeste do Paquistão
-
Morre aos 96 anos o documentarista americano Frederick Wiseman
-
Guatemala encerra estado de sítio e prepara nova operação de segurança
-
Barça perde na visita ao Girona (2-1) e Real Madrid é o novo líder do Espanhol
-
Brentford põe fim ao conto de fadas do amador Macclesfield na Copa da Inglaterra
-
Circuito sul-americano da ATP tenta sobreviver ao dinheiro saudita
-
Médicos, turismo, tabaco: receitas em divisas de Cuba na mira dos EUA
-
Oitavas da Copa da Inglaterra terão Arsenal-Mansfield, Newcastle-City e Chelsea-Wrexham
-
Morre Robert Duvall, ator de 'O Poderoso Chefão'
-
Reencontro Real Madrid-Mourinho na repescagem da Champions; 'Déjà vu' para o PSG
-
ONU, UE e países árabes condenam medida israelense sobre registro de terras na Cisjordânia
-
Sinner não dá chances a Machac em sua estreia no Aberto do Catar
-
Irã diz que EUA se tornou mais 'realista' antes de novas negociações em Genebra
-
Barcelona renova contrato com F1 até 2032 e alternará com Spa-Francorchamps
-
Nico Williams ficará afastado por várias semanas para tratar lesão
-
Mourinho nega rumores sobre um possível retorno ao Real Madrid
-
Países árabes e UE criticam medida israelense sobre registro de terras na Cisjordânia
-
Tradicionais desfiles na Alemanha têm sátira política e críticas a Putin e Trump
-
Irã realiza manobras militares no estreito de Ormuz, na véspera de negociações com EUA
-
Morte de ativista de extrema direita abala política francesa
-
Museu do Louvre é fechado parcialmente por nova greve
-
Neymar volta a jogar em goleada do Santos após cirurgia no joelho
-
Rússia rejeita acusações de que Navalny foi envenenado
-
Índia recebe cúpula global sobre impacto da IA
-
"Quero sentir a terra brasileira sob meus pés", diz Lucas Pinheiro Braathen
-
Chanceler do Irã chega a Genebra para segunda rodada de negociações com EUA
-
Lucas Pinheiro Braathen sofre queda no slalom e perde chances de conquistar nova medalha
-
Homenagem a Lula abre Carnaval do Rio em meio a críticas
Primeiro-ministro japonês promete permanecer no cargo apesar de derrota eleitoral
O primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, afirmou nesta segunda-feira (21) que permanecerá no cargo apesar da derrota de sua coalizão de governo nas eleições para o Senado, nas quais perdeu a maioria.
O Partido Liberal Democrático (PLD), que governa o Japão de modo quase ininterrupto desde 1955, e seu aliado Komeito precisavam ganhar 50 das 125 cadeiras em disputa no domingo, mas conseguiram apenas 47.
A Câmara Alta tem 248 senadores. Com o resultado, o PLD e Komeito têm agora 122 cadeiras e estão em minoria nas duas câmaras do Parlamento.
Os eleitores, irritados com a inflação, optaram por outros partidos, em particular Sanseito, com sua mensagem de "Japão em primeiro lugar" que lembra a agenda do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
"Acho que (o PLD) deveria ter perdido ainda mais", declarou à AFP Kazuyo Nanasawa, 25 anos, que votou em um pequeno partido conservador.
Nanasawa afirmou que Ishiba deveria renunciar.
A derrota nas urnas aconteceu poucos meses após a coalizão de Ishiba ter ficado em minoria na Câmara dos Deputados, que tem mais poderes, em uma eleição que registrou o pior resultado para o PLD em 15 anos.
- Mudanças no ambiente externo -
Ao ser questionado na noite de domingo se pretendia permanecer no cargo, Ishiba respondeu "sim".
"As mudanças no ambiente externo, como a situação internacional ou os desastres naturais, não podem esperar que a situação política melhore", declarou Ishiba nesta segunda-feira em uma entrevista coletiva.
"Por esta razão, embora tenha muita consciência da nossa grave responsabilidade pelos resultados eleitorais, (...) acredito que devo cumprir minha responsabilidade como o partido com mais votos e com a população do país, ouvindo de maneira cuidadosa e sincera as vozes do povo", afirmou.
O chefe de Governo deve informar os dirigentes de seu partido sobre a intenção de permanecer no poder, segundo a agência Jiji Press.
Ishiba é auxiliado pelo fato de que a oposição está fragmentada e tem poucas possibilidades de formar um governo alternativo, explica Hidehiro Yamamoto, professor de Sociologia e Política da Universidade de Tsukuba.
Para o analista, é provável que Ishiba continue buscando apoio da oposição para aprovar leis caso a caso.
Takeshi Nemoto, um eleitor do PLD de 80 anos, considerou que uma disputa por um novo líder seria "uma batalha perdida" para o partido e complicaria ainda mais as negociações sobre tarifas com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O Japão, que passou anos com preços estagnados ou em queda, começou a sentir uma inflação após a invasão russa da Ucrânia em 2022.
Os preços do arroz, em particular, dobraram, o que afetou o orçamento de muitas famílias.
A situação ficou ainda mais complicada devido à ameaça de uma tarifa americana de 25% caso um acordo com Washington não seja alcançado até 1º de agosto.
A indústria automotiva japonesa, responsável por 8% dos empregos do país, já enfrenta uma tarifa americana de 25%.
H.Romero--AT