-
Alex Bodi e o Prof. Dr. Stefan Haupt acordam cooperação para uma coleção de arte lendária na Roménia
-
Justiça francesa confirma julgamento de jogador marroquino Achraf Hakimi por estupro
-
'Vou bater de novo mil vezes', diz Bruno Guimarães após virar a página de pênalti perdido na Copa
-
Os detectores de texto gerados por IA são confiáveis?
-
Crianças voltam às aulas no Irã
-
Reino Unido investiga Pornhub visando proteção a menores
-
França se prepara para receber papa Leão XIV com fervor inesperado
-
Brad Pitt conquista San Sebastián com história de sobrevivência
-
Irã e inteligência artificial na agenda da Assembleia Geral da ONU
-
Rebeldes do norte da Etiópia tomam controle de aeroporto e enfrentam militares
-
Muralha encontrada em Paris pode lançar luz sobre origens da cidade
-
Fenômeno literário na França sofre acusações de uso de IA
-
Para o Brasil 'nunca existem jogos amistosos', diz Ancelotti antes da partida contra a Índia
-
Departamento de Justiça afirma que Trump pode vetar acesso de jornalistas à Casa Branca
-
Economia mundial resiste em 2026 mas a incerteza persiste, alerta OCDE
-
Trump se reuniu com a presidente interina da Venezuela em Nova York
-
Líder opositora é impedida de retornar à Venezuela
-
Vale do Silício cria sua própria escola para substituir universidade
-
Trump e Delcy se reuniram em Nova York (Casa Branca)
-
EUA e Guatemala anunciam aliança de promotores para enfrentar 'narcopolíticos'
-
Presidente da Colômbia ordena militarização de Santa Marta
-
Fãs de 'Star Wars' prestigiam novo museu de George Lucas
-
Israel critica declaração da França na ONU
-
Escudo das Américas propõe 'medidas coletivas' contra grupos criminosos
-
Maradona teve morte súbita e covid-19 pode ter sido causa, diz testemunha em julgamento
-
Trump se mostra favorável a proibição da exportação de diesel americano
-
Houthis acusam Arábia Saudita de ataques e rei os chama de 'milícia terrorista'
-
Mbappé não participa de treino da seleção francesa devido a gripe
-
Colômbia e Peru agradecem na ONU criação do Escudo das Américas
-
Kast critica ONU por não estar "à altura dos desafios dos nossos tempos"
-
Frente à 'lei da selva', Macron pede que mundo se mantenha 'firme junto à ONU'
-
Senador pede investigação de casamento de Trump Jr., financiado por oligarca russo
-
Irã endureceu condições apresentadas aos EUA para encerrar a guerra, diz Guarda Revolucionária
-
Tufão Dujuan deixa sete mortos e 58.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
Anthropic lança nova versão de Claude em meio a debate sobre a IA
-
Na ONU, Trump ameaça Irã e relembra América Latina do poderio militar dos EUA
-
Atriz Hayden Panettiere morreu por mistura de fentanil e outras substâncias, segundo autoridades
-
UE renova sanções contra Moscou, mas concorda em isentar dois oligarcas russos
-
Presidente da LaLiga responde a críticas do Real Madrid contra arbitragem
-
Cuba critica Trump após ele afirmar na ONU que a ilha 'cairá'
-
Trump rejeita regulamentação internacional da IA
-
Valverde sofre entorse no tornozelo e está fora dos amistosos do Uruguai
-
Flávio Bolsonaro cresce nas pesquisas, apesar de investigado no escândalo do Banco Master
-
Deserto do Atacama floresce após chuvas intensas provocadas pelo El Niño
-
Lula promete na ONU combater 'inimigos da democracia' a duas semanas das eleições
-
Irã endureceu condições para fim da guerra com EUA, diz porta-voz da Guarda Revolucionária
-
'Fui artilheiro nas grandes competições', diz Mbappé em 'campanha' pela Bola de Ouro
-
Houthis acusam Riade de ataques e são chamados de 'milícia terrorista' por rei saudita
-
Isack Hadjar voltará a correr no GP do Azerbaijão de F1
-
Gonzalo Plata, do Flamengo, é cortado da seleção do Equador por lesão
México terá Suprema Corte alinhada ao governo e possível presidente indígena
O México terá uma Suprema Corte alinhada à esquerda que governa o país, com um indígena como possível presidente do tribunal, segundo a apuração de 87% dos votos para esta corte.
A Suprema Corte era a joia da coroa da eleição de juízes organizada no domingo, um exercício inédito no mundo que o governo promoveu como a solução contra a impunidade de mais de 90%, mas que, segundo os críticos, consolida um "regime totalitário".
A esquerda governa com a presidenta Claudia Sheinbaum e também controla o Legislativo e a maioria dos governos estaduais no país de quase 130 milhões de habitantes.
O novo tribunal será composto por cinco mulheres e quatro homens, cujas candidaturas foram propostas pelo governo e pelo Congresso.
Os atuais representantes do Poder Judiciário selecionaram os próprios candidatos à Suprema Corte, a grande pedra no sapato do ex-presidente de esquerda Andrés Manuel López Obrador (2018-2024), a quem o tribunal bloqueou vários projetos.
Entre as eleitas estão três magistradas que apoiaram várias iniciativas de López Obrador e Sheinbaum no tribunal, incluindo a reforma constitucional que instaurou a eleição dos juízes.
Elas são Lenia Batres, Yasmín Esquivel e Loretta Ortiz. Em 2022, Esquivel enfrentou acusações de suposto plágio de sua tese de graduação.
- Presidente indígena -
A grande surpresa foi o indígena Hugo Aguilar, que obteve a maior votação e se perfila como presidente da Corte. As eleições tiveram participação de apenas entre 12% e 13% do eleitorado.
Nascido em 1973 em Oaxaca (sul), Aguilar é um advogado com mestrado em Direito Constitucional que se dedicou a defender os indígenas (20% da população mexicana) e trabalhou no governo de López Obrador.
Também foi assessor jurídico da ex-guerrilha zapatista EZLN durante as negociações com o governo, após um levante armado em 1994.
"Há uma dívida importante com os povos originários", disse o novo magistrado, que segue os passos do seu conterrâneo mais famoso, Benito Juárez, considerado o pai do México moderno. Também indígena, Juárez liderou a principal corte (1857-1858) antes de se tornar presidente do país (1858-1872).
O Instituto Nacional Eleitoral (INE) anunciará gradualmente os demais resultados até 10 de junho.
- Presidente minimiza baixa participação -
A Suprema Corte foi acusada por López Obrador de ser a grande inimiga de seu projeto de "transformação" e defensora dos privilégios das elites políticas e econômicas do país.
O embate cada vez mais intenso de poderes desencadeou a reforma que o presidente estimulou nos últimos meses de seu mandato e que Sheinbaum executou.
A presidente minimizou na segunda-feira a baixa participação nas eleições que, segundo analistas, geram dúvidas sobre a independência judicial diante do poder político e do crime organizado.
Sheinbaum defendeu que os 13 milhões de mexicanos que votaram são mais representativos do que os senadores que antes escolhiam os ministros da Suprema Corte a partir de listas enviadas pelo governo. "O México é o país mais democrático do mundo", afirmou.
A presidente, cuja popularidade supera 70% um ano após sua eleição, acusa os juízes que estão saindo do tribunal de terem favorecido dezenas de criminosos nos últimos meses.
As eleições também foram marcadas pela participação de ex-advogados de narcotraficantes, como Silvia Delgado, que em 2016 assessorou Joaquín "Chapo" Guzmán, condenado à prisão perpétua nos Estados Unidos.
Os partidos de oposição criticaram as eleições. O líder do PRI, Alejandro Moreno, chamou a votação de "farsa", enquanto Marko Cortés, do conservador PAN, pediu a impugnação do processo.
O México celebrará em 2027 eleições para designar os demais magistrados locais em 13 dos 32 estados do país.
Os mexicanos votaram no domingo para definir 2.680 funcionários, dos ministros da Suprema Corte até juízes de primeira instância.
K.Hill--AT