-
França vence Bélgica (1-0) na Liga das Nações com golaço de Olise
-
Infantino abre portas para fundos adicionais aos 211 membros da Fifa
-
Papa pede que se leve "a sério" as preocupações sobre a IA
-
Itália reage e goleia Turquia na 1ª vitória desde o retorno de Mancini
-
Canal do Panamá flexibiliza restrições após aumento das chuvas
-
Manifestantes acampados em Madri prometem manter pressão sobre Sánchez pela crise da moradia
-
Luis de la Fuente planeja "refrescar" Espanha com mudanças contra Croácia
-
Irã nega retomada das negociações com os Estados Unidos
-
Libertados sob fiança cinco detidos por planejarem ataque contra base militar britânica
-
'Angels Families': a outra face do drama migratório nos EUA
-
Opositora venezuelana entrega carta a papa em defesa dos 'presos políticos'
-
Djokovic e Sabalenka farão parde de órgão de diálogo entre tenistas e torneios de Grand Slam
-
Com lesão no tornozelo, Gakpo vira desfalque para seleção holandesa
-
'Pseudojornalismo': sites partidários de notícias ganham espaço nas eleições legislativas dos EUA
-
Governo Trump conclui revogação de normas sobre eficiência de combustível
-
Furacão Polo se aproxima do México e ameaça causar danos severos
-
Arrascaeta sofre fratura no punho esquerdo, informa Flamengo
-
Papa Leão XIV faz apelo pela paz na Europa ao se despedir da França
-
Libertados sob fiança os cinco detidos por planejarem ataque contra base militar britânica
-
Gigante da IA, Nvidia autoriza recompra recorde de ações por US$ 150 bilhões
-
EUA diz que não planeja vender armas à China, após declarações de embaixador americano
-
Lucro operacional da Shein caiu 50% no primeiro semestre de 2026
-
Quem comanda o meio-campo? O dilema de Ancelotti na renovação da Seleção
-
Megafoguete Starship alcança a órbita terrestre pela primeira vez
-
Líder da extrema direita na França nega supostos comentários antissemitas de 2013
-
Irã nega envolvimento em plano para atacar base militar inglesa usada pelos EUA
-
FMI destaca 'condições excepcionalmente difíceis' do Haiti
-
O que está em jogo nas eleições brasileiras
-
Arrascaeta brilha, mas sai lesionado em goleada do Uruguai sobre Coreia do Sul em amistoso
-
Os momentos que marcaram a vida de Lula
-
Lula enfrenta Flávio Bolsonaro em sua última batalha eleitoral
-
Humorista é condenado na Turquia pela acusação de insultar Erdogan e sai em liberdade provisória
-
Críticas 'não afetam' ideias para futuro da Seleção, diz Ancelotti
-
Bangcoc se adapta às inundações com mercados flutuantes
-
Manifestantes em Madri mantêm pressão contra o governo diante da crise da moradia
-
Bebês nascidos em hospitais públicos ganham anel de ouro em estado da Índia
-
Escritor acusado de usar IA interrompe turnê promocional na França
-
Papa Leão XIV defende a paz na Europa e faz alerta contra 'rearmamento'
-
Leão XIV conclama Europa 'a sacrificar algumas posições pelo bem maior da paz'
-
Líder social-democrata não consegue formar governo na Suécia
-
Papa Leão XIV chega a Metz para um discurso sobre a paz na Europa
-
Estados Unidos publicam lista de produtos que seriam beneficiados por acordo com a China
-
Colaboradora de María Corina Machado retorna à Venezuela
Guerra no Oriente Médio aumenta trânsito de navios pelo Canal do Panamá
A guerra no Oriente Médio provocou um trânsito maior de navios pelo Canal do Panamá, que também verá o aumento da passagem de embarcações com gás natural liquefeito, afirmou uma executiva da via interoceânica nesta segunda-feira (30).
O conflito, iniciado em 28 de fevereiro com o ataque de Estados Unidos e Israel ao Irã, resultou no bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde circulava um quinto das exportações mundiais de hidrocarbonetos.
"Nós tínhamos antecipado uns 34 trânsitos diários" para este ano, mas, nas últimas duas semanas, "estamos tendo 38, 39, 40", afirmou a vice-administradora da via, Ilya Espino de Marotta, durante entrevista ao canal Telemetro.
Passam por este canal, cujos principais usuários são Estados Unidos e China, 5% do comércio marítimo mundial. A rota liga principalmente a costa leste americana ao gigante asiático, à Coreia do Sul e ao Japão.
"O Canal do Panamá é uma rota segura, é uma rota curta, que com os preços de combustíveis" dá melhores rendimentos econômicos, afirmou Espino de Marotta.
No entanto, a direção do canal alertou que mais de 40 trânsitos diários "não é sustentável no tempo" para a via.
A executiva também antecipou que está previsto para abril um aumento no número de barcos carregados com gás natural liquefeito, um segmento que tinha diminuído após a invasão da Ucrânia pela Rússia, e que agora estaria se recuperando devido à guerra no Oriente Médio.
"Nós passávamos de 500 trânsitos por ano", depois "foi ao chão pela guerra da Ucrânia e da Rússia, e agora está voltando", disse Espino de Marotta.
Há alguns dias, o administrador do canal, Ricaurte Vásquez, explicou que a guerra no Oriente Médio pode estar provocando uma reacomodação nas rotas energéticas mundiais.
Segundo esta análise, alguns clientes preferem comprar petróleo ou gás dos Estados Unidos (e transportá-lo para a Ásia através do Canal do Panamá) e não dos países do Golfo, para evitar a passagem pelo Estreito de Ormuz.
A.Moore--AT