-
'É o jogo das nossas vidas', diz técnico de Cabo Verde sobre duelo contra Argentina
-
Técnico do Egito não garante Salah como titular contra a Austrália nos 16-avos
-
Espanha vence Áustria (3-0) e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Israel recorda os 1.000 dias do ataque do Hamas com pedido para criar comissão investigadora
-
Atentado com bomba deixa nove mortos em Damasco
-
Scaloni pede respeito a Cabo Verde: 'Não chegaram por acaso'
-
OMS declara fim de surto de hantavírus vinculado a cruzeiro que partiu da Argentina
-
Nova York está pronta para casamento épico de Taylor Swift e Travis Kelce
-
De fã a adversário de Neymar na Copa: a jornada de Antonio Nusa com os 'Vikings' da Noruega
-
Endrick destaca sua versatilidade como possível arma contra Noruega
-
Venezuelano sobrevive oito dias sob escombros de terremotos
-
Harry Kane, o salvador da Inglaterra na Copa do Mundo
-
Rybakina vence McNally sem sustos e vai à terceira ronda de Wimbledon
-
Sem Paquetá, Brasil encara desafio de reconstruir meio-campo contra Noruega
-
Pelo menos 25 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Manchester City está perto de assinar com Elliot Anderson
-
Zverev avança em Wimbledon após vitória fácil contra Royer
-
Atentado com bomba deixa 6 mortos em Damasco
-
Por um fio na Alemanha, Nagelsmann pode ser substituído por Klopp
-
Lucas Paquetá está fora de jogo contra Noruega pelas oitavas de final da Copa
-
Hernán Gil, um resgate cinematográfico que emociona uma Venezuela de luto
-
Onda de calor castiga o leste dos EUA antes do feriado de 4 de julho
-
Swiatek se classifica para terceira rodada de Wimbledon
-
Pelo menos 21 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Após Kane e Olise, chega a vez de Luis Díaz na promissora seleção da Colômbia
-
Socorristas resgatam venezuelano com vida oito dias após terremotos
-
OMS declara fim do surto de hantavírus vinculado ao cruzeiro que partiu da Argentina
-
Serviços de saúde enfrentam dificuldades para atender afetados por terremotos na Venezuela
-
EUA criou menos empregos que o previsto em junho
-
Espanhol Santi Cazorla anuncia aposentadoria aos 41 anos
-
Seleção espanhola colocada à prova no dia em que Copa se despede de uma lenda
-
Alemanha anuncia grande pacote de reformas para impulsionar economia e competitividade
-
Mateus Fernandes assina com Tottenham por 85 milhões de libras
-
Dividido e sem investigação oficial, Israel recorda os mil dias do ataque do Hamas
-
Tribunal europeu mantém multa de € 4,1 bilhões contra o Google
-
Procurar uma mãe por chat e chorar seus mortos por streaming, o drama da diáspora venezuelana
-
Maior ataque russo contra Kiev desde o início da guerra deixa pelo menos 17 mortos
-
Vaticano confirma excomunhão de seis bispos tradicionalistas
-
Negociações indiretas entre EUA e Irã registram 'avanços positivos', diz Catar
-
Equipes de resgate lutam para retirar venezuelano dos escombros sete dias após terremotos
-
Pochettino comemora classificação dos EUA para as oitavas: "Por que não nós?"
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa dois mortos em Kiev
-
EUA vence Bósnia (2-0) com um a menos e vai enfrentar Bélgica nas oitavas da Copa
-
Adversário apela à CIDH contra vitória de Keiko no Peru
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa um morto e vários feridos em Kiev
-
Celtics negociam Jaylen Brown com seus rivais Sixers
-
Tottenham está perto de contratar Tonali e Mateus Fernandes
-
Ator Danny Glover revela diagnóstico de Alzheimer
-
"Gus", o tiranossauro mais completo do mundo, é apresentado em NY antes de leilão
-
Bélgica vence Senegal de virada na prorrogação (3-2) e vai às oitavas da Copa
Prazo de ultimato de Musk a funcionários federais dos EUA se aproxima do fim
O prazo do ultimato feito pelo magnata Elon Musk e assessor próximo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega a seu fim: os funcionários federais americanos têm até a meia-noite desta segunda-feira (24) para justificar suas tarefas sob pena de demissão, embora algumas agências aconselhem o contrário.
Depois que o presidente republicano lhe pediu que fosse "mais agressivo" em sua missão de reduzir os gastos públicos, o homem mais rico do mundo ordenou no sábado aos funcionários públicos que respondessem a um e-mail que seria enviado, indicando que sua "falta de resposta" seria considerada uma "renúncia".
Consequentemente, o Departamento de Recursos Humanos do governo federal, conhecido pela sigla OPM, enviou para mais de dois milhões de funcionários uma mensagem intitulada: "O que você fez na semana passada?"
O OPM exigiu uma resposta antes da meia-noite desta segunda descrevendo cinco tarefas concluídas na semana anterior, também enviada ao chefe do funcionário. A única ressalva é que não se compartilhe informações confidenciais.
A iniciativa de Musk, conhecido por esperar dedicação total de seus próprios funcionários na rede social X e em suas companhias Tesla e SpaceX, aumentou a confusão no seio de um aparato estatal já pressionado.
O e-mail recebido pelos funcionários e visto pela AFP não menciona, contudo, o risco de que sejam considerados demissionários se não o responderem.
- 'Semi-demitidos' -
Mas, na medida em que o fim do prazo se aproxima, Trump, que defendeu a forma e o conteúdo da mensagem de Musk, classificando-a de "brilhante", esclareceu na segunda-feira que quem não respondesse estaria "semi-demitido" ou demitido diretamente, sem dar mais detalhes
"Se as pessoas não respondem, provavelmente significa que não existem ou que não trabalham", disse ele aos jornalistas.
No entanto, vários departamentos, incluídos alguns dirigidos por nomes leais a Trump, aconselharam aos funcionários que não respondessem, pelo menos por ora.
Entre eles está o Departamento de Defesa. Também é o caso dos funcionários nomeados pelos novos responsáveis de FBI (polícia federal), Departamento de Estado e Inteligência Nacional, segundo a imprensa americana.
No outro extremo, o Departamento do Tesouro pediu a seu pessoal que respondesse o e-mail antes da meia-noite. Esse pedido "reflete o desejo de que os servidores federais sejam mais responsáveis, como no setor privado", defende a pasta em uma correspondência consultada pela AFP.
O departamento acrescenta que responder "não deveria representar dificuldades nem levar muito tempo", e sugere que, em caso de dúvida, os funcionários perguntem a um chefe.
Trata-se do ataque mais recente de Musk contra uma burocracia federal que Trump e seus partidários consideram muito complicada e cara, enquanto suas equipes, agrupadas sob a bandeira de um Departamento para a Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês), vão de escritório em escritório cortando gastos e demitindo pessoal.
- Preocupações republicanas -
Por sua vez, o principal sindicato de servidores federais dos Estados Unidos, o AFGE, prometeu contestar qualquer rescisão "ilegal" de contratos.
"Mais uma vez, Elon Musk e a administração Trump demonstraram seu total desprezo pelos servidores federais e os serviços essenciais que prestam ao povo americano", afirmou o presidente do sindicato, Everett Kelley, em comunicado.
Até mesmo do lado republicano começam a surgir preocupações.
"Se eu pudesse dizer algo a Elon Musk, seria: 'Por favor, mostre um pouco de compaixão. São pessoas reais. São vidas reais'", disse o senador republicano por Utah John Curtis no fim de semana.
"É uma falácia dizer que temos que economizar e ser cruéis ao mesmo tempo", acrescentou Curtis à emissora de televisão CBS.
Em apenas cinco semanas, o novo governo Trump deu carta branca a Musk para demitir seções inteiras do quadro de funcionários, cortar os gastos públicos e suspender as atividades dos órgãos reguladores.
Postos-chave da administração foram concedidos a pessoas leais a Trump e milhares de funcionários em período de experiência foram mandados embora. Incentivados por um programa de demissão voluntários que prevê o pagamento dos salários até o fim de setembro, cerca de 75 mil funcionários aceitaram deixar seus cargos, segundo a Casa Branca.
N.Walker--AT