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EUA se alinha com Rússia na ONU contra Ucrânia
Três anos depois do início da invasão russa da Ucrânia, os Estados Unidos protagonizaram nesta segunda-feira (24), na ONU, uma mudança de política votando com a Rússia contra uma resolução promovida por Kiev e vários países europeus que prioriza o respeito à sua integridade territorial em qualquer acordo de paz.
Na Assembleia Geral, Estados Unidos e Rússia se posicionaram contra o texto não vinculante proposto pela Ucrânia e seus aliados europeus no qual reiteram o "compromisso com a soberania, a independência, a unidade e a integridade territorial da Ucrânia".
A resolução foi aprovada por 93 votos a favor, 18 contra (Estados Unidos e Rússia, entre outros) e 65 abstenções.
Entre os países que se abstiveram há muitos latino-americanos, entre eles Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Honduras, El Salvador, Paraguai e Panamá, enquanto a Nicarágua votou contra.
Outro projeto proposto pelos Estados Unidos que pedia um "fim rápido" sem condições do conflito provocado pela invasão russa da Ucrânia, que não mencionava a integridade territorial – uma linha vermelha até agora para Washington e seus aliados europeus –, foi tão desfigurado pelas emendas apresentadas e aprovadas que até Washington acabou se abstendo.
"Nenhum país está seguro se a agressão for justificada e a vítima for culpada por sua resiliência e seu desejo de sobreviver", alertou Mariana Betsa, vice-ministra das Relações Exteriores da Ucrânia aos 193 estados das Nações Unidas.
A votação é uma derrota diplomática para a política de Trump de resolver rapidamente o conflito na Ucrânia, negociando diretamente com as autoridades russas e deixando de lado a contraparte ucraniana, Volodimir Zelensky, a quem o presidente americano chamou de "ditador".
- Apoio em queda -
O apoio à Ucrânia caiu consideravelmente neste terceiro ano da invasão russa em relação aos 140 votos a favor da primeira resolução da Assembleia Geral em favor da soberania e contra a guerra.
Desde o início da guerra, cerca de 13 mil civis ucranianos morreram, e quase 30 mil ficaram feridos, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (Acnudh). Não obstante, as baixas de civis cresceram 30% apenas em 2024, por isso os números podem ser mais altos.
Depois do fracasso na Assembleia Geral, os Estados Unidos vão submeter o projeto de resolução ao Conselho de Segurança. Antes da votação, os 15 membros do principal órgão de decisão da ONU se reuniram durante cerca de una hora para consultas a portas fechadas.
Para ser adotada, uma resolução precisa do voto de pelo menos nove membros do Conselho, sem vetos por parte dos cinco membros permanentes (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China).
Portanto, a abstenção de alguns membros da União Europeia (França, Eslovênia, Dinamarca, Grécia) e do Reino Unido não seriam suficientes para rejeitá-la.
Nem França nem o Reino Unido utilizaram seu veto em mais de 30 anos.
O presidente francês, Emmanuel Macron, lembrou nesta segunda-feira, após um encontro com seu par americano na Casa Branca, que a Europa deseja um "acordo rápido", mas que não seja "frágil" para a Ucrânia.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, tem uma reunião marcada com Trump em Washington nesta quarta-feira.
Os europeus do Conselho planejam apresentar o mesmo tipo de emendas propostas na Assembleia, reintroduzindo uma referência clara à integridade territorial da Ucrânia e a uma paz "justa" segundo a Carta da ONU, disse uma fonte diplomática à AFP.
Um funcionário do Departamento de Estado americano anunciou que os Estados Unidos vetariam qualquer emenda.
"Não vejo como Paris e Londres podem apoiar um texto que está tão distante de sua posição declarada sobre a Ucrânia, mas também não vejo como eles poderiam vetá-lo", disse Richard Gowan, do International Crisis Group, à AFP.
B.Torres--AT