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Trump afirma que Rússia 'tem as cartas' nas negociações sobre a Ucrânia
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, deve receber nesta quinta-feira (20) o enviado especial de seu homólogo americano, Donald Trump, apesar das críticas severas do republicano, que também disse que a Rússia "tem as cartas" nas negociações para acabar com a guerra.
Os dois chefes de Estado trocaram ataques pessoais sem precedentes um dia após o início das negociações russo-americanas na Arábia Saudita. Foram as primeiras ao nível de chefes da diplomacia dos Estados Unidos e da Rússia desde que Moscou invadiu o território ucraniano em fevereiro de 2022.
"Penso que os russos querem ver o fim da guerra (...). Mas acho que eles têm um pouco as cartas porque tomaram muito território, então eles têm as cartas", disse Trump aos jornalistas no avião presidencial.
Apesar da crise, Zelensky disse esperar que seu diálogo desta quinta-feira com o enviado americano, Keith Kellogg, seja "construtivo".
"Temos uma reunião programada com o general Kellogg. É muito importante para nós que esta reunião e nosso trabalho com os Estados Unidos sejam construtivos", declarou Zelensky na quarta-feira.
Washington tem sido um apoio crucial para a Ucrânia no conflito iniciado com a invasão russa, mas Trump irritou Kiev e seus aliados europeus ao negociar com a Rússia, provocando os temores de que levaria o conflito a um final favorável para Moscou.
Algumas horas antes, Trump fez referência a Zelensky em sua plataforma Truth Social como "um ditador sem eleições" que "deve agir rapidamente ou não terá país".
Seu mandato terminou em 2024, mas a Ucrânia não realizou eleições devido à guerra, à lei marcial e ao fato de que milhões de ucranianos fugiram de um país com 20% do território sob ocupação russa.
É "falso e perigoso negar ao presidente Zelensky sua legitimidade democrática", reagiu o chanceler alemão, Olaf Scholz.
Mais cedo, Zelensky estimou que Trump vive "em um espaço de desinformação" russa. Também acusou o governo americano de ajudar o presidente russo, Vladimir Putin, a "sair de anos de isolamento" pelo Ocidente.
Nesta terça, Trump lançou um ataque verbal inédito contra o líder ucraniano, questionando a legitimidade e o desejo de encontrar uma solução para o conflito.
As declarações do presidente dos Estados Unidos chocaram a Ucrânia. "Tenho a impressão de que Trump tem medo de Putin", reagiu Ivan Banias, um militar de 51 anos entrevistado pela AFP em Kiev.
- Reforçar a "confiança" -
Outra habitante da capital ucraniana, Svitlana Oleksandrivna, de 65 anos, acusou Trump de ser "completamente moscovita, como se o Kremlin escrevesse tudo para ele".
O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, por sua vez, elogiou a franqueza do presidente americano. "Pessoas como ele geralmente não escondem o que pensam de indivíduos patéticos como o senhor Zelensky", disse.
Putin saudou a retomada do diálogo russo-americano. "Sem reforçar o nível de confiança entre a Rússia e os Estados Unidos, é impossível resolver inúmeros problemas, incluindo a crise ucraniana", declarou na televisão pública russa.
- "Reunir-me com Donald" -
"Adoraria reunir-me com Donald [Trump] [...] E acho que ele também gostaria", acrescentou Putin, especificando, porém, que não sabe quando tal encontro poderia acontecer.
O líder russo também acusou os ucranianos e os europeus de estarem contra as negociações.
A tarefa de esclarecer a posição de Washington agora cabe a Kellogg, que chegou à Ucrânia na quarta-feira, pouco depois de Odessa, uma importante cidade portuária no sul do país, ter sido alvo de um intenso bombardeio russo que deixou cerca de 160 mil moradores sem eletricidade e aquecimento no auge do inverno.
Kellogg adotou um tom conciliador. "Entendemos a necessidade de garantias de segurança" da Ucrânia, afirmou.
- "Não está à venda" -
Zelensky também assegurou que seu país "não está à venda", após se recusar no sábado a assinar um acordo proposto pelos Estados Unidos sobre os recursos minerais ucranianos.
Dois dias após uma primeira pequena cúpula informal em Paris com sete países europeus, incluindo o Reino Unido, o presidente francês, Emmanuel Macron, reuniu nesta quarta em videoconferência 19 chefes de Estado e de governo de países membros da UE ou da Otan para tentar encontrar uma posição comum sobre a Ucrânia.
Entre as críticas a Kiev, Trump afirmou que Washington deu "350 bilhões" (1,9 trilhão de reais) de dólares à Ucrânia desde o início da guerra e acusou Zelensky de não saber "onde estava metade do dinheiro".
O Instituto Econômico IfW Kiel, no entanto, estima a ajuda americana em 114,2 bilhões de dólares (651,8 bilhões de reais) desde 2022.
A.Ruiz--AT