-
Bob Pettit, primeiro MVP da NBA, morre aos 93 anos
-
Brasil fecha competição de San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Rayan salva empate para Brasil contra Austrália e Ancelotti pede paciência
-
Conselho de Segurança da ONU condena ataques dos houthis contra Arábia Saudita
-
Russell garante a pole position no GP do Azerbaijão de F1
-
'Terror social' de Ricardo Alves Jr. estreia no Festival de San Sebastián
-
Prêmio literário francês retira livro de competição por suspeitas de uso de IA
-
Putin acredita que não pode 'recuar', afirma jornalista russo exilado
-
Rayan salva empate para o Brasil no primeiro amistoso pós-Copa do Mundo
-
Leão XIV alerta na França contra os 'desvios' da ciência e da IA
-
'Isso o deixou louco', diz única mulher que conseguiu condenar Trump por agressão sexual
-
Imigrantes 'contemplam suicídio' em acampamento na Grécia
-
Lula e Flávio Bolsonaro querem exército digital para conquistar as redes antes das eleições
-
Partido de Putin vence eleições legislativas russas por ampla margem
-
Zelensky diz que Trump lhe concederá licença para fabricar mísseis Patriot
-
Habitantes de Gaza se abrigam em prédios com risco de desabamento
-
Principais pontos das conversas entre Trump e Xi nos EUA
-
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias
-
Grandes ligas europeias exigem reforma na governança da Fifa
-
Zelensky afirma que Trump concordou em conceder a Kiev licenças para mísseis Patriot
-
Leão XIV chega à França para primeira visita de um papa em 18 anos
-
Guerra na Etiópia se intensifica em meio a combates e cortes na internet
-
Papa Leão XIV chega à França para visita há muito esperada
-
Xi visita Casa Branca e pede a Trump relação 'sem conflito'
-
Susan Sarandon é detida em Nova York durante protesto contra Netanyahu
-
EUA 'deve decidir' se quer encerrar guerra, diz presidente iraniano
-
EUA tenta apoiar Musk em batalha legal contra UE
-
Seleção holandesa de Xavi arranca empate com Alemanha de Klopp na Liga das Nações
-
Em tom combativo, Netanyahu dispara contra seus críticos na ONU
-
Portugal estreia na Liga das Nações com vitória sobre País de Gales
-
Com 2 de Haaland, Noruega vence Dinamarca (3-2) na Liga das Nações
-
França vai enviar 'recursos militares' para proteger infraestrutura de energia saudita
-
Xi pede a Trump uma relação 'sem conflito' em visita aos EUA marcada por pompa
-
Alcaraz defende fim dos jogos de madrugada nos Grand Slams
-
Sem clube desde saída do Real Madrid, Alaba assina com a Udinese
-
Excluído dos shows de Ed Sheeran, Macklemore organiza turnê 'Free Palestine'
-
Messi merece se despedir "como quiser", diz Scaloni
-
CNN, MS NOW e Politico voltam à Casa Branca após ordem judicial
-
Gaza sofre 'a crise econômica mais grave' do mundo, alerta ONU
-
Ibrahima Konaté é cortado da seleção francesa por lesão
-
Russell domina treinos livres do GP do Azerbaijão de F1
-
Cidade turística da Colômbia reabre lojas após onda de violência do tráfico
-
Xi propõe a Trump 'controle humano' da inteligência artificial
-
Michelle Bolsonaro ganha espaço na direita
-
Audi confirma Bortoleto e Hülkenberg como pilotos para 2027
-
Em livro de memórias, Nobel da Paz iraniana conta dor de ter sido separada dos filhos
-
Casa Branca barra CNN, MS NOW e Politico apesar de ordem judicial
Setores da oposição protestam contra Milei em defesa da diversidade
Setores políticos, sindicais e da sociedade civil argentina protestam neste sábado (1) em repúdio às declarações do presidente Javier Milei em Davos sobre o feminismo e a comunidade LGBT, e contra o avanço de seu governo sobre as políticas de diversidade.
A "Marcha Federal do Orgulho Antifascista e Antirracista LGBTQI+", como foi denominada pelos grupos que convocaram o protesto, acontecerá cidade de Buenos Aires, partindo da sede do Congresso até a Praça de Maio – onde fica a sede do Governo. Manifestações similares acontecerão nas principais cidades do país.
"Estamos às portas e com a expectativa de uma marcha histórica que volte a colocar o movimento LGBT e os feminismos no centro, liderando a luta contra as políticas de ódio deste governo", declarou à AFP Luci Cavallero, socióloga e ativista feminista que considera que, "encorajado pela vitória de (o presidente americano, Donald) Trump", Milei "ultrapassou um limite" com seu discurso no Fórum Econômico de Davos.
No dia 23 de janeiro, Milei atacou o chamado "movimento woke", afirmou que o "feminismo radical" busca "privilégios" e criticou a figura do "feminicídio" porque, na opinião deste, legaliza que "a vida de uma mulher vale mais do que a de um homem".
Também afirmou que "em suas versões mais extremas, a 'ideologia de gênero' constitui pura e simplesmente abuso infantil, são pedófilos", após relatar o caso de "dois americanos homossexuais que, alegando a bandeira da diversidade sexual, foram condenados a 100 anos de prisão por abusar e filmar seus filhos adotivos durante mais de dois anos".
- "Mal-estar" -
Depois do discurso de Milei, o ministro da Justiça, Mariano Cúneo Libarona, anunciou que o governo pretende eliminar a figura do "feminicídio" do Código Penal, que agrava as penas quando no homicídio há violência de gênero.
Segundo a imprensa argentina, embora o número pequeno de congressistas de seu partido dificulte a aprovação da medida, o governo Milei está preparando um projeto de lei sobre o tema e para eliminar os documentos de identidade não binários, sancionados em 2021, e as "cotas trans" de 1% para pessoas transgênero no Estado nacional.
"(O discurso de Milei) produziu um dano nas sensibilidades de uma parte muito importante da população, e isso catalisa um mal-estar existente em muitos setores", disse Cavallero.
Organizações de defesa dos direitos humanos, líderes da oposição, sindicatos e aposentados - muitos deles prejudicados pelas políticas severas de ajuste de Milei - anunciaram presença na mobilização, que pode ser a primeira realmente com grande número de pessoas contra o governo desde as passeatas de abril a favor do financiamento das universidades públicas.
Com a convocação para a "Marcha Antifascista" e a polêmica instalada na opinião pública, Milei afirmou que suas declarações foram distorcidas: "Montaram em uma campanha de indignação contra supostas coisas que nunca dissemos, com o único objetivo de provocar dano", escreveu na rede social X.
O autoproclamado "anarcocapitalista" argumentou que "respeita o projeto de vida do próximo", mas não para "impor a partir do Estado um tratamento desigual diante da lei", como ele entende a figura do feminicídio, nem para expandir o Estado, como identificava o Ministério da Mulher ou o Instituto contra a Discriminação, que suprimiu em seu primeiro ano de mandato.
R.Lee--AT