-
Primeiras fotos da princesa Mette-Marit da Noruega após transplante de pulmão
-
Chefe da ONU pede governança da IA para não ditar 'futuro da humanidade'
-
Portugal-Espanha, duelo de destaque nas oitavas após abalo provocado por interferência de Trump
-
Multidão acompanha o cortejo fúnebre do líder supremo Ali Khamenei em Teerã
-
Bombardeio contra Kiev mata 14 pessoas antes da reunião de cúpula da Otan
-
Supertufão Bavi provoca 'grandes danos' em passagem por ilhas americanas
-
Multidão comparece ao cortejo fúnebre do líder supremo iraniano Ali Khamenei
-
Petro anuncia despedida pública da presidência antes da posse do sucessor
-
Inglaterra resiste com um a menos, vence México (3-2) e vai enfrentar Noruega nas quartas da Copa
-
Neymar em sua última Copa do Mundo: alguns minutos, um gol e muitas lágrimas
-
Solbakken diz que decisão sobre caso Balogun é 'um grande erro da Fifa'
-
Vinícius Jr se defende por não ter cobrado pênalti contra Noruega
-
Solbakken celebra 'melhor noite do futebol norueguês' após eliminar o Brasil
-
'Merecíamos esse título": tristeza toma conta do Brasil após derrota para Noruega
-
Venezuelanos se reencontram em missas, após duplo terremoto que sacudiu seu país
-
Supertufão Bavi provoca 'grandes danos' na ilha americana de Rota, no Pacífico
-
'O mais difícil foi sair', diz venezuelano resgatado após passar oito dias soterrado
-
Noruega comemora vitória sobre o Brasil: 'Um milagre!'
-
Nyland, o outro herói da Noruega: 'Fizemos um pouco de história'
-
Ancelotti: 'Temos que digerir a derrota, combustível para o novo ciclo'
-
Neymar anuncia aposentadoria da Seleção Brasileira: 'Agora acabou'
-
Após eliminar Brasil, Haaland atribui seu faro de gol a 'dom de Deus'
-
Onda de calor nos EUA teria provocado ao menos 19 mortes em Nova Jersey
-
Ancelotti fracassa na missão de trazer o hexa para o Brasil
-
Coco Gauff vence e avança às quartas de final de Wimbledon pela 1ª vez
-
'Temos de celebrar essa decisão', diz Pochettino, sobre anulação da suspensão de Balogun
-
Venezuela enterra corpos não identificados após duplo terremoto; mortos passam de 3.000
-
"Pecamos muito nas chances que tivemos", lamenta Marquinhos após eliminação do Brasil na Copa
-
Supertufão Bavi toca o solo na ilha americana de Rota, no Pacífico
-
Caso Balogun se torna uma questão política na Bélgica
-
Brasil perde para Noruega (2-1) e está fora da Copa do Mundo
-
Sinner vence e segue em busca de seu segundo título de Wimbledon
-
Cabo Verde recebe seus 'Tubarõe Azuis' como heróis
-
França mostra que também está pronta para a batalha na Copa do Mundo
-
Federação Francesa pede à Fifa que cartão amarelo aplicado a Olise seja anulado
-
Roberto Martínez lamenta que Portugal-Espanha não seja a final da Copa
-
Carlos Queiroz deixa cargo de técnico de Gana após eliminação nos 16-avos da Copa
-
'Quero ficar bêbada e esquecer o tênis', diz Sabalenka após eliminação em Wimbledon
-
Auger-Aliassime vence Davidovich e vai enfrentar Djokovic nas quartas de Wimbledon
-
Supertufão 'muito perigoso' se aproxima de ilhas dos EUA no Pacífico
-
Número 1 do mundo, Sabalenka perde para Osaka e cai nas oitavas de Wimbledon
-
Sonda japonesa sobrevoa asteroide em teste para proteger a Terra
-
Socorristas de quatro patas trabalham contra o relógio na Venezuela
-
Fifa retira suspensão de Balogun, que poderá jogar pelos EUA nas oitavas da Copa
-
Ausência de novo líder supremo do Irã marca segundo dia do funeral de Ali Khamenei
-
Real Madrid anuncia contratação do holandês Denzel Dumfries
-
Djokovic avança às quartas de final de Wimbledon e supera recorde de Federer
-
Governo Trump minimiza desfile supremacista no 250º aniversário dos EUA
-
Charles Leclerc vence GP da Grã-Bretanha de F1; Bortoleto é 8º
-
Opep+ aumenta cotas de produção após conflitos no Oriente Médio
Deputados russos ratificam tratado de defesa mútua com a Coreia do Norte
Os deputados russos ratificaram, nesta quinta-feira (24), por unanimidade um tratado de defesa mútua com a Coreia do Norte, em meio a acusações ocidentais de que Pyongyang envia milhares de soldados à Rússia.
O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, alertou nesta quinta que o seu país não ficaria "de braços cruzados" diante de um envio de tropas norte-coreanas para a Rússia, vendo nesta medida um risco de escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia, após 32 meses de combates de alta intensidade.
O presidente sul-coreano indicou que o seu país estudará "com mais flexibilidade" do que antes a possibilidade de fornecer armas à Ucrânia, "dependendo das ações das forças norte-coreanas".
Em Moscou, 397 deputados da Duma, a Câmara Baixa do Parlamento russo, votaram a favor do "tratado de parceria estratégica abrangente", que deve ser examinado em 6 de novembro pela Câmara Alta, o Conselho da Federação, antes de ser assinado pelo presidente Vladimir Putin.
O tratado entre Rússia e Coreia do Norte foi assinado em 19 de junho, durante uma visita inusitada do presidente Putin a Pyongyang, um sinal da aproximação acelerada entre os dois países.
O artigo 4 do tratado prevê assistência militar imediata em caso de agressão armada por parte de terceiros países.
O Exército ucraniano controla centenas de quilômetros quadrados de território russo desde o início de sua ofensiva surpresa na região de Kursk. Ao mesmo tempo, as tropas russas prosseguem com o avanço no leste da Ucrânia.
Segundo o tratado, "se uma das partes sofrer um ataque armado da parte de um Estado ou grupo de Estados e se encontrar em um estado de guerra, a outra parte prestará imediatamente assistência militar ou de outro tipo, de acordo com os meios à sua disposição, conforme o artigo 51 da Carta da ONU e as legislações russa e norte-coreana".
A Coreia do Norte nega ter enviado soldados à Rússia para a ofensiva na Ucrânia. Um representante de Pyongyang chamou a afirmação de "rumor sem fundamento".
A Rússia também não confirmou a presença de soldados norte-coreanos em seu território.
- Cooperação entre os dois países -
Na segunda-feira, o Kremlin anunciou a intenção de continuar "desenvolvendo esta cooperação" com a Coreia do Norte, que "não deve preocupar ninguém" porque "não é dirigida contra países terceiros".
Porém, segundo o governo dos Estados Unidos, "entre o início e meados de outubro, a Coreia do Norte enviou pelo menos 3.000 soldados" ao leste da Rússia, o que confirma informações divulgadas pela Coreia do Sul.
A inteligência sul-coreana afirmou na semana passada que a Coreia do Norte enviou até 12.000 soldados para apoiar a Rússia.
De acordo com um porta-voz da Casa Branca, os soldados que Washington afirma estarem na Rússia "viajaram de navio da região de Wonsan, na Coreia do Norte, para Vladivostok, na Rússia, e chegaram a vários locais de treinamento militar russo no leste da Rússia, onde estão atualmente recebendo formação".
Os Estados Unidos não sabem se estes soldados lutarão ao lado do Exército russo na Ucrânia, disse ele, mas comentou que seria uma possibilidade "muito preocupante". Se isto acontecer, estes soldados seriam "alvos militares legítimos", alertou.
O tratado, que apela à criação de "um sistema internacional multipolar" – uma fórmula frequentemente usada por Moscou para contrariar o que chama de "hegemonia" dos Estados Unidos – também prevê "esforços para minimizar o impacto" de possíveis sanções econômicas que possam ser impostas por países terceiros.
Rússia e Coreia do Norte aproximaram-se consideravelmente desde que Moscou lançou o seu ataque à Ucrânia em fevereiro de 2022.
As potências ocidentais também acusam Pyongyang de fornecer grandes quantidades de munições e mísseis ao Exército russo.
O tratado prevê também o reforço das "transações comerciais" e a duplicação das medidas "para minimizar o impacto" das sanções econômicas.
W.Nelson--AT