-
Apesar dos problemas internos e externos, Trump soma aliados na América Latina
-
Expedição vai recuperar o corpo de 'Botas Verdes', icônica vítima do Everest
-
Gnabry retoma os treinos com o Bayern de Munique
-
Zelensky ausente de conferência-chave sobre Ucrânia na Polônia
-
Endrick e Rayan pedem espaço em um Brasil que aguarda Neymar
-
Bolsas mundiais operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Possível retorno do Reino Unido volta ao radar da UE, mas enfrenta resistência
-
Brexit completa 10 anos entre dúvidas da população britânica
-
Irã rejeita que inspetores da AIEA acessem instalações nucleares bombardeadas
-
Atacantes brilham na Copa, enquanto Cristiano Ronaldo tem nova chance nesta terça
-
Simetria quase perfeita: dois casais de gêmeos se casam na Nigéria
-
Presidente Arévalo descarta operações militares dos EUA na Guatemala
-
Euro digital é aposta para acabar com dependência europeia de Visa e Mastercard
-
Onda de calor avança na Europa
-
Comissão da ONU denuncia 'genocídio' em Gaza por ataques contra crianças
-
Bolsas na Ásia e Europa operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Fundador de startup indiana é o novo diretor do WhatsApp
-
Irã reitera que pretende manter controle de Ormuz
-
Candidato de esquerda pede anulação dos votos do exterior na eleição peruana
-
Argélia elimina Jordânia (2-1) e segue viva no Grupo J da Copa; Argentina avança como líder
-
Bucks negociam superastro Giannis Antetokounmpo com Miami Heat
-
Colômbia busca parceiro ideal para Luis Díaz no duelo contra RD Congo
-
Antoine Semenyo, um jogador-chave de Gana e ameaça 'interna' para a Inglaterra
-
Técnico de Portugal exalta o 'ícone' Cristiano Ronaldo
-
Noruega vence Senegal (3-2) com dois de Haaland e vai aos 16-avos da Copa
-
Evo Morales suspende bloqueio de rodovias na Bolívia após estado de exceção
-
Inglaterra 'pode vencer qualquer adversário' na Copa, garante Rice
-
França vence Iraque (3-0) com dois de Mbappé e vai aos 16-avos de final da Copa
-
Panamá e Croácia tentam se manter vivos na Copa no jogo 200 de Modric pela seleção
-
Jogo entre França e Iraque é suspenso devido a alerta de tempestade severa na Filadélfia (Fifa)
-
Julián Álvarez pede para deixar o Atlético de Madrid
-
Juiz vê retaliação política em intimações do governo Trump
-
Thiago Silva volta ao Fluminense
-
Candidato de esquerda da Colômbia pede "calma" após protestos contra vitória da extrema direita
-
Respeito e adoração por Messi na Argentina
-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, a glória de Messi
-
Os 18 gols de Lionel Messi em Copas do Mundo
-
'Messi está em outro nível', admite técnico da Áustria
-
Ataque a tiros em Montreal deixa três mortos, incluindo o suspeito
-
Inglaterra tem dúvidas na defesa, apesar de início com fôlego na Copa do Mundo
-
Gana enfrentará o jogo 'mais fácil' da Copa do Mundo contra a Inglaterra, diz Queiroz
-
Brasil vai correr mais 'para potencializar Neymar e Vini Jr', garante Martinelli
-
'Foi muito equilibrado, muito intenso', diz Messi após vitória sobre a Áustria
-
Após deixar concentração da Bélgica, Doku está em Londres para o nascimento de seu filho
-
Com 2 de Messi, Argentina vence Áustria (2-0) e se classifica para próxima fase da Copa
-
Wikipedia se opõe ao uso da IA para editar artigos
-
Messi faz 2 contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
Estádio da Filadélfia abre portões para jogo entre França e Iraque após ameaça de tempestade
-
RB Leipzig anuncia argentino Martín Demichelis como novo técnico
-
Messi marca contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
Macron visita Salão da Agricultura em Paris entre brigas, insultos e promessas
O presidente francês, Emmanuel Macron, deixou o Salão da Agricultura em Paris neste sábado (24), após uma visita marcada por vaias e confrontos. O evento é crucial para um setor descontente que protagonizou grandes manifestações em janeiro.
O evento anual, ao qual os presidentes franceses comparecem com regularidade, acontece na capital do país até 3 de março em um momento de tensão, depois que os agricultores bloquearam várias rodovias do país no começo do ano.
A chegada de Macron ao evento, às 8H00 locais (04h em Brasília), coincidiu com cenas de violência e confusão, com dezenas de manifestantes tentando forçar as grades para entrar no local antes do horário de abertura, gerando confrontos com as forças de segurança.
O presidente era protegido por dezenas de policiais da tropa de choque, que constantemente empurravam os manifestantes para impedir que se aproximassem dele. Alguns chamaram Macron de "mentiroso", gritaram "vá embora!" e pediram sua renúncia.
As autoridades informaram que oito membros das forças de ordem ficaram feridos após serem obrigados a usar os corpos como barreira diante de "300 ou 400" pessoas.
O evento foi inaugurado por Macron com quatro horas e meia de atraso em relação ao programa inicial. Mas apesar das cenas caóticas, ele conseguiu conversar com alguns agricultores, incluindo alguns integrantes dos três principais sindicatos agrícolas do país.
O presidente francês foi embora por volta das 21h15 (17h15 de Brasília), satisfeito por ter visitado o local apesar do começo conturbado e considerando "ridículo que os agricultores tenham recorrido à violência em um salão que é deles".
"Eu sempre prefiro o diálogo ao confronto (...) O confronto não produz nada", declarou o presidente de 46 anos, reeleito em 2022 para um segundo mandato de cinco anos frente à candidata de extrema direita Marine Le Pen.
- Compromissos frente às tensões -
Entre outros compromissos, Macron se comprometeu a propor a adoção de "preços mínimos para proteger a receita agrícola", no âmbito de uma nova lei que deverá regulamentar as relações entre os diferentes atores na indústria alimentar.
Estes "preços mínimos" serão baseados nos indicadores de custos de produção de cada setor (aves, laticínios, carne bovina, etc).
Em novembro, a ministra francesa do Consumo, Olivia Grégoire, se expressou contra uma medida similar votada e rejeitada no Parlamento. Ela disse que a fazia lembrar de "Cuba ou da União Soviética".
O presidente também reiterou seu desejo de evitar que um pesticida seja proibido na França antes do restante da União Europeia, para evitar distorções da concorrência.
Depois dos protestos agrícolas que sacudiram o país no final de janeiro, Macron anunciou uma série de medidas, incluindo um controle mais rigoroso da origem dos produtos e sua recusa a assinar um acordo comercial entre União Europeia e Mercosul.
Na abertura do Salão da Agricultura, no entanto, ele discordou da ideia de que o comércio internacional prejudicaria o setor agrícola local.
Os protestos das últimas semanas também afetaram outros países europeus, como Alemanha, Polônia, Romênia, Bélgica, Itália e Espanha.
jum-sm-ni-myl/ico/jmt/sag/avl/fp/mvv
H.Romero--AT