-
Flick acredita que Lamine Yamal vai se recuperar e disputar a Copa do Mundo
-
José Mourinho nega ter sido contactado pelo Real Madrid
-
Bolsonaro retorna ao hospital para uma cirurgia no ombro
-
Ativista brasileiro Thiago Ávila, preso a caminho de Gaza, será interrogado em Israel
-
Acordo comercial UE-Mercosul entra em vigor nesta sexta-feira de forma provisória
-
Líder supremo do Irã desafia EUA e petróleo dispara
-
Rei Charles III encerra visita aos EUA com imersão na cultura americana
-
Israel intercepta flotilha de ajuda para Gaza e detém dezenas ativistas
-
Barça tem, neste fim de semana, primeira chance de conquistar bicampeonato espanhol
-
Na volta da F1, Antonelli defende sua liderança histórica em Miami
-
Mirra Andreeva e Marta Kostyuk vão se enfrentar na final do WTA 1000 de Madri
-
Britney Spears é acusada de dirigir sob efeito de álcool e drogas
-
Kei Nishikori anuncia que vai se aposentar no final da temporada
-
Fifa vai rever estratégia de venda de ingressos para Copa do Mundo de 2030
-
Presidente da federação palestina se recusa a posar ao lado de dirigente israelense em congresso da Fifa
-
Maradona era 'bipolar' e tinha 'transtorno narcisista', diz psicólogo em julgamento sobre sua morte
-
Rei Charles II encerra visita aos EUA com imersão na cultura americana
-
Milei assiste a exercício militar com EUA a bordo do porta-aviões USS Nimitz
-
Crystal Palace derrota Shakhtar (3-1) na ida das semis da Conference; Rayo Vallecano vence Strasbourg
-
Candidato de esquerda Sánchez lança campanha para 2º turno no Peru antes de resultados finais do 1º
-
Forest vence Aston Villa (1-0) em casa na ida das semifinais da Liga Europa; Braga bate Freiburg
-
Voos comerciais de EUA à Venezuela são retomados após 7 anos
-
Honda acredita ter corrigido problemas do motor da Aston Martin na F1
-
Bottas revela dieta perigosa que o deixou à beira da inanição na F1
-
Zverev vence Cobolli e vai às semifinais do Masters 1000 de Madri
-
Princesa Diana terá série documental com gravações inéditas
-
Congresso derruba veto de Lula ao PL da Dosimetria, que reduz pena de Bolsonaro
-
Do campo de areia para a Copa do Mundo: a trajetória de sucesso do artilheiro colombiano Luis Suárez
-
Morre, aos 88 anos, o pintor e escultor alemão Georg Baselitz
-
Presidente do Panamá diz que detenção de embarcações em portos chineses é medida política
-
Colômbia avalia enviar hipopótamos de Pablo Escobar à Índia a pedido de bilionário
-
Presidente da Fifa confirma que Irã disputará Copa do Mundo nos Estados Unidos
-
Voos comerciais dos EUA para a Venezuela são retomados após sete anos
-
Arrascaeta passa por cirurgia na clavícula após fratura e é dúvida para Copa do Mundo
-
Candidato de esquerda lidera nova pesquisa a um mês das presidenciais na Colômbia
-
Mirra Andreeva vence Hailey Baptiste e vai à final do WTA 1000 de Madri
-
Congresso debate PL da dosimetria, que pode reduzir pena de Bolsonaro
-
Trump qualifica Charles III como 'o maior de todos os reis' ao concluir visita de Estado
-
Israel intercepta flotilha para Gaza e detém pelo menos 175 ativistas
-
Starmer acusa Irã de 'querer prejudicar judeus britânicos' após ataque deixar dois feridos
-
México pede aos EUA provas 'irrefutáveis' sobre caso de governador acusado de narcotráfico
-
Rio respira ar latino antes do megashow da Shakira
-
Confederação Africana apoia candidatura de Infantino à reeleição na Fifa
-
Irã se recusa a ceder sobre Estreito de Ormuz em novo impasse com EUA
-
México pede provas 'irrefutáveis' sobre governador acusado de narcotráfico pelos EUA
-
Capelão para vivos e mortos no campo de batalha na Ucrânia
-
Aeroporto de Bogotá interrompe brevemente suas operações devido a um drone
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado e inflação dispara
-
Blockx elimina atual campeão Ruud e avança às semifinais em Madri
-
Preços do petróleo caem após maior alta em quatro anos
Biden, o 'anti-Trump': uma estratégia com futuro?
A estratégia do presidente americano, Joe Biden, para um segundo mandato parece centrada no fato de ele não ser Donald Trump, mas será suficiente para que ele permaneça na Casa Branca após as eleições de novembro.
A esmagadora vitória de Trump nas primárias de Iowa abriram o caminho do ex-presidente para uma revanche com Biden da qual o democrata parece gostar muito.
Apesar dos seus baixos índices de popularidade e de intenção de voto nas pesquisas, nas quais está empatado ou atrás de Trump, o líder democrata dá a entender que seu antecessor é seu rival favorito.
Biden centra-se em dizer aos eleitores o que não é, mas alguns democratas prefeririam que ele falasse sobre o que fará caso permaneça na cadeira por mais quatro anos.
Em seus comícios, tem retratado Trump, sobre quem pesa vários processos criminais e civis, como um ditador.
Diz que o magnata republicano está obcecado com as represálias, enquanto ele é o único que pode vencê-lo e salvar as instituições dos Estados Unidos.
“Essas eleições serão, em última instância, entre Donald Trump e Joe Biden. E isso traz clareza”, disse à AFP Abou Amara, advogado e estrategista democrata.
“Não será apenas um debate sobre políticas, será uma luta sobre a democracia em si”, acrescentou.
- Aterrorizada -
O entorno de Biden também recorre ao fator medo para atrair os eleitores.
A vice-presidente Kamala Harris disse que está “assustadíssima” diante da possibilidade de que Trump volte à Casa Branca, enquanto a ex-primeira-dama Michele Obama reconheceu estar “aterrorizada”.
Trump, que afirmou falsamente que a vitória eleitoral de Biden em 2020 foi um “roubo”, contra-ataca dizendo que Biden é quem ameaça a democracia.
As vozes críticas, especialmente os democratas mais jovens e progressistas, reclamam que o atual presidente não explica como pensa em melhorar suas vidas em um segundo mandato.
Os estrategistas de sua campanha deixaram de se vangloriar de seu grande plano econômico conhecido como “Bidenomics”, porque muitos eleitores disseram ter dificuldade para chegar ao fim do mês por causa da inflação.
Em vez disso, atacam Trump, e é possível que essa estratégia dê resultado.
As últimas pesquisas mostram Biden atrás nos principais estados, mas em uma realizada na Universidade de Quinnipiac em 10 de janeiro, o democrata ganha por pouco do republicano na decisiva Pensilvânia, com 49% contra 46%. Em outubro, Trump vencia por 47% a 45%.
E, segundo as pesquisas, os eleitores consideram que “preservar a democracia” é o mais importante, à frente da segurança fronteiriça e da economia.
Depois da esmagadora vitória de seu antecessor em Iowa sobre seus rivais republicanos Ron DeSantis e Nikki Haley, Biden insistiu em que ele “ainda era a única pessoa que derrotou Donald Trump”.
O presidente também utiliza o magnata como desculpa para arrecadar fundos. Conseguiu 1,6 milhão de dólares (7,9 milhões de reais) durante as 24 horas anteriores às primárias de Iowa.
“Vai ser uma eleição entre duas pessoas cujas histórias e estilos de governo os eleitores não têm o que especular”, afirmou à AFP William Galston, pesquisador da Brookings Institution.
- “Discurso negativo” –
Mas pôr os holofotes em Trump e o fato de que os democratas qualifiquem seus partidários de “extremistas MAGA” (em alusão ao slogan Torne a América Grande de Novo em sua sigla em inglês) pode ser contraproducente.
“Acredito que esse discurso negativo sobre o MAGA vai prejudicar a campanha eleitoral de Biden”, declarou Jamie Dimon, conselheiro delegado do banco americano JPMorgan Chase, à rede MSNBC.
Diversos eleitores de Trump têm preocupações legítimas sobre temas como a imigração, indicou.
Os ataques de Biden a ao republicano relegaram a segundo plano alguns assuntos importantes.
“É certo que tem que ter algo mais do que essa mensagem”, concorda Amara.
Entre esses temas da campanha dos democratas estão, por exemplo, os direitos reprodutivos, tendo em conta que a indicação de magistrados conservadores para a Suprema Corte durante o mandato de Trump contribuiu para anular o direito constitucional à interrupção voluntária da gravidez.
Também deveriam transmitir “mensagens” selecionadas aos jovens, aos afro-americanos, às mulheres e aos idosos, opinou Amara.
Ch.Campbell--AT