-
Rubio rejeita possível pedágio iraniano em Ormuz e alerta para precedente
-
Trump abre festa dos 250 anos dos Estados Unidos com discurso de tom político
-
EUA volta a contar com Pulisic e tenta, contra Turquia, mais uma vitória antes dos 16-avos
-
África do Sul vence Coreia do Sul (1-0) e vai aos 16-avos da Copa em segundo no Grupo A
-
México elimina República Tcheca (3-0) e avança aos 16-avos da Copa com campanha 100%
-
Preço do Brent cai abaixo do nível anterior à guerra no Oriente Médio
-
'Muito nervoso, mas feliz', diz Neymar após estreia na Copa do Mundo
-
Proibição de adolescentes em redes sociais na Austrália teve pouco impacto (estudo)
-
Juízas do TPI processam Trump por 'sanções draconianas'
-
'Seguir melhorando', diz Vini Jr. após vitória do Brasil
-
Bósnia elimina Catar e se garante nos 16-avos da Copa do Mundo
-
Jaques Wagner deixará liderança do governo no Senado por suspeita de corrupção
-
'Agora chega o bonito', diz Ancelotti após vitória do Brasil sobre a Escócia
-
Marrocos vence Haiti (4-2) e passa em segundo no grupo do Brasil na Copa
-
Brasil vence Escócia (3-0) e vai aos 16-avos como 1º do Grupo C da Copa
-
Terremotos na Venezuela destroem prédios e causam pânico em Caracas
-
Trump pede ao Congresso mais recursos para guerra no Irã
-
Ainda confiante na classificação, Equador encara líder Alemanha
-
Forte sismo de magnitude 7,1 sacode a Venezuela
-
Novo tipo de vacina permite imunizar contra famílias de vírus (pesquisadores)
-
Rubio promete defender interesses dos países do Golfo em negociações com Irã
-
Entre a nostalgia e o desinteresse, Itália vive mais uma Copa sem a 'Azzurra'
-
Tenistas vão intensificar protesto por premiação em Wimbledon
-
'Eles vêm com tudo', diz Laporte sobre duelo da Espanha contra o Uruguai
-
Onda de calor sufoca Europa e testa redes elétricas
-
Candidatos do prefeito de Nova York vencem primárias democratas
-
Bósnia garante terceiro lugar do Grupo B na Copa do Mundo e elimina o Catar
-
Suíça vence Canadá (2-1) e avança como líder do Grupo B da Copa
-
Cacique Raoni se recupera após cirurgia no intestino
-
Pai, mãe e Flávio Bolsonaro desejam sorte a Neymar em sua estreia na Copa
-
Keiko Fujimori agradece apoio de eleitores e admite divisão no Peru
-
Adversário reconhece De la Espriella como presidente eleito da Colômbia
-
Novo formato ressuscita fantasma da manipulação de resultados na Copa
-
Juan Manuel Cerúndolo avança para as quartas de final em Eastbourne
-
Surto de hantavírus deve ser encerrado oficialmente em 2 de julho (OMS)
-
França detecta primeiro caso de ebola fora da África durante surto atual
-
Sem Almirón, Paraguai enfrenta Austrália por sobrevivência na Copa
-
Trump se recusa a promulgar lei de habitação até Congresso aprovar reforma eleitoral
-
Democrata acusa Trump de bloquear ponte entre EUA e Canadá para ajudar doador
-
França detecta caso de ebola em médico que chegou da RDC
-
Andreeva e Swiatek são eliminadas na estreia em Bad Homburg
-
Rubio promete defender interesses dos países do Golfo nas negociações com Irã
-
A briga acirrada pela Chuteira de Ouro da Copa do Mundo 2026
-
Descoberta aproxima cientistas da misteriosa fronteira dos buracos negros
-
Alemanha, a difícil adversária do Equador na Copa do Mundo
-
Ativistas de flotilha para Gaza denunciam suposto abuso 'cruel' e 'sádico'
-
Messi completa 39 anos no topo do mundo
-
Candidato de esquerda da Colômbia reconhece De la Espriella como presidente eleito
-
FIFPro comemora sentença à Lazio por rescindir contrato de jogadora grávida
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos EUA'
Arévalo diz que 'golpe' na Guatemala foi 'bloqueado' e governará sem 'medo'
O presidente eleito da Guatemala, Bernardo Arévalo, disse à AFP estar convencido de que assumirá o poder em 14 de janeiro e governará sem medo, após o "golpe de Estado" ter sido bloqueado. Ele acusa a elite política "corrupta" guatemalteca pela tentativa de não deixar que ele assuma o país.
O Ministério Público, dirigido pela procuradora-geral Consuelo Porras, solicitou a retirada de sua imunidade, tentou cancelar seu partido Semilla, acusou o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) de irregularidades e considerou "nulas" as eleições.
Mas o TSE sustentou que os resultados são "inalteráveis" e a Corte de Constitucionalidade (CC) ordenou, há uma semana, o Congresso a "garantir" a juramentação de Arévalo.
Em entrevista exclusiva à AFP, ao visitar o Panamá na terça-feira em um giro centro-americano, Arévalo falou de seu futuro governo e da ofensiva do Ministério Público após vencer as eleições.
- O Ministério Público não deu trégua. Ainda vê riscos ou está seguro de que assumirá a presidência?
Estou totalmente convencido. O que o Ministério Público fez foi fabricar casos, atuar sem nenhuma sustentação. Mas houve a resolução da CC e do TSE.
Isso não quer dizer que não siga fazendo tentativas, mas não terá sucesso. Não há dúvidas de que vamos assumir.
O apoio ao governo é amplíssimo. Há uma convergência de forças em defesa da democracia, determinada a fazer valer o resultado eleitoral e iniciar a mudança.
- É previsível que a perseguição continue. Como evitar a possibilidade de um "golpe de Estado institucional" ou "militar"?
Um golpe de Estado militar não aparece em nenhuma parte nesse cenário. O Exército como instituição tem estado totalmente fora da crise política.
O golpe de Estado em câmera lenta que se avizinhava ficou bloqueado com as resoluções da CC e do TSE. O golpe de Estado tentava, por meios judiciais, conseguir algumas condições de alteração da vontade popular e o resultado eleitoral. A CC bloqueou o caminho.
- Como governará com minoria no Congresso e promotores e juízes que, segundo o senhor, respondem aos corruptos?
Temos que lembrar que é um Congresso extremamente fragmentado: 16 partidos dividem os 160 assentos. Trabalhamos com a possibilidade de gerar condições de governabilidade mediante uma aliança ampla. Pediremos a renúncia da procuradora. E haverá eleição de juízes no próximo ano.
- Se retirarem sua imunidade, teme uma prisão? E, dado que parece ter muitos inimigos, teme pela sua vida?
Sobre uma prisão, os casos que foram tratados pelo Ministério Público são espúrios, não têm nenhuma evidência. Das ameaças que há sobre um possível atentado físico, estamos tomando as medidas de proteção necessárias para evitá-lo.
- Na política exterior, considera estabelecer relações com a China?
Não vamos deixar de ter relações com Taiwan, vamos mantê-las.
- O que espera da comunidade internacional depois de 14 de janeiro?
Seu apoio tem sido fundamental para nos defender da intentona golpista. Esperamos que esse apoio se amplie para a cooperação e o investimento para o desenvolvimento do país.
- O que está em jogo na Guatemala?
A possibilidade de realmente retomar a construção de um Estado democrático. Começaremos um processo para recuperar as instituições públicas. O que está em jogo é a democracia.
Th.Gonzalez--AT