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Guatemala inicia revisão de resultados eleitorais
As autoridades eleitorais e fiscais dos partidos políticos da Guatemala iniciaram nesta terça-feira (4) a revisão dos resultados das eleições presidenciais de 25 de junho, ordenada pela justiça após demandas da direita, uma medida que tem gerado críticas internacionais e locais.
A contagem das atas começou nesta manhã no centro de operações do processo eleitoral, um complexo industrial localizado na capital, observou a AFP.
O local está fortemente guardado desde sábado por policiais, militares e uma equipe antidistúrbios.
A revisão continuará durante toda a semana e ainda não se sabe a data em que os resultados oficiais serão divulgados.
Foi ordenada pela mais alta instância judicial do país, a Corte de Constitucionalidade (CC), após aceitar provisoriamente um recurso apresentado no sábado por um grupo de nove partidos de direita que rejeita os resultados.
Com mais de 95% das atas apuradas e antes da ordem do tribunal superior, os social-democratas Sandra Torres (15,86%) e Bernardo Arévalo (11,77%) foram os mais votados entre 22 candidatos presidenciais. O segundo turno está previsto para 20 de agosto.
Entre os partidos que apresentaram a queixa estão o governista Vamos, que tinha como candidato Manuel Conde, terceiro lugar na disputa (7,84%), e o Valor, cuja candidata Zury Ríos - filha do falecido ex-ditador Efraín Ríos Montt (1982-1983) - ficou em sexto (6,57%).
As denúncias afirmam que há mais de mil atas alteradas. Essa quantidade representa 0,82% das 121.227 atas processadas (de um total de 122.293) na apuração, segundo números oficiais.
A CC ordenou ao Tribunal Superior Eleitoral que suspendesse provisoriamente "a qualificação e oficialização dos resultados" e revisasse as atas eleitorais.
As sedes dos dois tribunais têm sido palco de protestos de todos os lados. Alguns exigem novas eleições devido a uma suposta fraude, enquanto outros, que apoiam os resultados, pedem que a vontade popular nas urnas seja respeitada.
- Rejeição -
A abordagem utilizada pelas forças da direita tem gerado críticas pela "judicialização do processo eleitoral".
A decisão da Corte de Constitucionalidade foi criticada pelos Estados Unidos, a União Europeia (UE), a Organização dos Estados Americanos (OEA), organizações acadêmicas locais, a Igreja Católica e organizações de defesa dos direitos humanos.
Para o chefe da diplomacia dos EUA, Antony Blinken, esse processo representa uma "grave ameaça à democracia com implicações de longo alcance".
"As ações para interferir no resultado das eleições violam o espírito da Constituição da Guatemala e ameaçam a legitimidade de seu processo democrático", declarou.
"Essa situação é agravada hoje pela instrumentalização da justiça para buscar a anulação de uma eleição que, no domingo, 25 de junho, refletiu a vontade popular", disse a OEA em comunicado.
Por sua vez, a UE instou as "instituições judiciais e os partidos políticos a respeitarem a clara vontade dos cidadãos expressa livremente nas eleições de 25 de junho".
"O emprego de recursos e contrarrecursos pode distorcer o sentido de que as eleições são decididas nas urnas, uma vez que a soberania pertence ao povo da Guatemala e não aos tribunais", afirmou a Conferência Episcopal do país.
Na segunda-feira, sete entidades locais que integraram uma missão de observação no dia das eleições defenderam que o "dia eleitoral foi justo, legal e transparente".
F.Wilson--AT