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Jannik Sinner, o tenista humilde e disciplinado
O italiano Jannik Sinner, que conquistou seu primeiro título em Wimbledon e seu quarto de Grand Slam neste domingo (13), é descrito e elogiado por seus rivais como um tenista humilde e disciplinado.
"Sei que talento não é suficiente. Disciplina e perseverança são o que realmente fazem a diferença", disse Sinner, que fará 24 anos em agosto e já venceu duas vezes o Aberto da Austrália e uma vez o US Open e Wimbledon.
Em junho passado, ele deixou escapar por pouco o título de Roland Garros, perdendo uma final épica de cinco sets para o espanhol Carlos Alcaraz, de quem se vingou neste domingo na decisão de Wimbledon.
"É impressionante como mantém a humildade e a serenidade, apesar da pressão e das expectativas colocadas sobre ele", disse o sérvio Novak Djokovic, derrotado pelo italiano nas semifinais de Wimbledon deste ano, sobre Sinner.
- Esquiador na infância -
Filho de um cozinheiro e uma garçonete, natural da região de língua alemã do Alto Ádige (nordeste da Itália), repete em suas entrevistas que sua vida continua a mesma depois de ter se tornado uma estrela do tênis.
"O sucesso não me mudou, sou apenas um cara normal", garante ele.
Seus pais trabalhavam em uma estação de esqui, e Sinner continua fiel à sua paixão pelos esportes de neve, algo que cultiva desde a infância.
Entre os 8 e os 12 anos, ele foi um dos melhores esquiadores juniores da Itália, mas logo depois, a conselho do pai, decidiu se concentrar no tênis.
Aos treze anos, se mudou sozinho para Bordighera, na costa mediterrânea, para treinar no Centro Piatti Tennis Team, dirigido por Riccardo Piatti.
"Ele era muito magro, muito tímido, mas era possível ver uma mentalidade diferente nele. Ele ouvia, observava e queria melhorar a cada dia", disse Piatti certa vez sobre Sinner.
No início, ele não se destacava tecnicamente, mas sua ética de trabalho, compostura e capacidade de aprendizado fizeram a diferença.
"Não me considero especial. Eu apenas sei o que quero e trabalho para alcançá-lo", disse Sinner.
Sua carreira e reputação sofreram um revés inesperado após um exame de doping positivo para uma substância proibida chamada clostebol, um esteroide anabolizante, em março de 2024.
Sinner e sua equipe garantiram que o tenista era inocente, afirmando que o clostebol entrou em seu organismo porque seu fisioterapeuta, Giacomo Naldi, aplicou um spray de venda livre chamado Trofodermin, que contém clostebol, para tratar um corte em seu dedo.
De acordo com a equipe do tenista, Naldi então massageou Sinner sem usar luvas, o que fez com que a substância se transferisse para a pele do tenista.
O caso gerou polêmica, e Sinner cumpriu uma suspensão de três meses imposta pelas autoridades antidoping, o que o manteve fora do circuito da ATP este ano, desde sua conquista do título na Austrália até seu retorno no início de maio, em Roma.
- Ser como Federer -
O incidente não alterou de forma geral a impressão positiva que seus colegas de profissão têm dele.
"Ele é sempre um adversário difícil em quadra e um exemplo de profissionalismo fora dela. Admiro como ele lida com a pressão e sua perseverança em melhorar a cada dia", elogiou Carlos Alcaraz certa vez.
Outro espanhol, o ex-tenista Rafael Nadal, tampouco poupou elogios.
"Ele tem uma maturidade surpreendente para a sua idade. O importante é que ele continue se esforçando e aprendendo. É isso que fará a diferença a longo prazo", comentou numa ocasião.
Sinner mantém suas paixões de juventude, esquiando nas horas vagas, e é um torcedor declarado do Milan.
"Vou à quadra me perguntando o que posso fazer para melhorar. Academia, saúde mental, sono, alimentação saudável, esses são os pequenos detalhes que fazem a diferença", diz ele.
Mas sua humildade não o impede de ter ambições.
"Meu sonho é me tornar o número 1 do mundo. Gostaria de ser um jogador mais completo, como Roger Federer", disse o italiano.
Mas sua meta é clara: "Meu maior objetivo é melhorar como jogador e como pessoa. Quero dar 100% todos os dias", repete.
E.Hall--AT