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"Não tenho medo de voltar a jogar", diz Jannik Sinner após suspensão por doping
Seu retorno ao circuito ATP esta semana no Masters 1000 de Roma, após uma suspensão de três meses por doping, será especialmente observado, mas Jannik Sinner está tranquilo: "Não tenho medo de voltar a jogar", afirmou o número 1 do mundo nesta segunda-feira (5) em uma coletiva de imprensa.
Pergunta: Com que ânimo você chega à sua primeira partida, no sábado, depois de mais de três meses sem competir?
Resposta: "Estou muito feliz por estar de volta. Foi uma pausa muito, muito longa, durante a qual pude aproveitar minha família e meus amigos (...) Sei que meu retorno desperta muita atenção, fora das quadras também (em alusão à imprensa de celebridades, que publicou uma foto dele com uma modelo apresentada como sua nova namorada).
(...) O mais bonito será voltar a jogar, reencontrar o público. Também sei que haverá pressão, que existem dúvidas e perguntas sobre meu nível de jogo, isso é normal, mas não tenho medo de voltar a jogar."
– "Está tudo encerrado" –
P: Você se considera sortudo por ter sido suspenso apenas por três meses, quando a Agência Mundial Antidoping (Wada) inicialmente queria uma suspensão de um ou dois anos?
R: "Quando você enfrenta a justiça esportiva, sabe que pode dar para os dois lados, tudo ou nada. No meu caso houve um acordo, que era algo que eu não queria no começo e que não foi fácil para mim aceitar, já que sei o que realmente aconteceu, mas às vezes é preciso buscar o melhor possível dentro de uma situação ruim. Foi o que fizemos. Agora está tudo encerrado."
P: Como será reencontrar no circuito tenistas que criticaram seu acordo com a Wada? Ou, ao contrário, houve jogadores que demonstraram apoio?
R: "O ano passado foi muito difícil, eu não podia falar com muita gente sobre o que estava acontecendo. Foi complicado no início do Aberto da Austrália de 2025, foi mentalmente muito difícil pra mim (...).
O tênis é um esporte muito individual, cada um cuida das suas coisas. Durante esses três meses, quase não falei com ninguém. Um pouco com o Jack [Draper], que veio treinar comigo [em Monte Carlo] porque somos muito amigos.
No início da suspensão recebi mensagens de jogadores de quem não esperava e, ao contrário, não recebi nada de jogadores de quem esperava alguma coisa."
– Objetivo: Roland Garros –
P: Quais são seus objetivos para esse retorno à competição?
R: "Na verdade, não tenho muitas expectativas. Quero reencontrar as sensações da competição, ver meu nível (...) Meu objetivo é Roland Garros, estou aqui para ver onde estou, para tentar passar da primeira rodada, não para vencer todo mundo.
Veremos depois da primeira partida até onde posso chegar. Cada jogo será difícil, mas estou muito tranquilo. Estou bem física e mentalmente, descansado. Isso vai se refletir no final da temporada."
P: Esse caso e esse tempo de suspensão te mudaram?
R: "Não me mudou. Sou o mesmo de sempre. É evidente que agora me sinto mais aliviado porque esse caso não paira mais sobre mim, mas não acho que tenha mudado minha personalidade. Entendi que, fora das quadras, é muito importante estar bem cercado (...).
Vivi meus dias em outro ritmo, o dos meus amigos, o da minha família, e isso me fez bem. Estou contente com a forma como lidamos com tudo isso, porque não foi fácil. Mas não, não mudei."
A.Ruiz--AT