-
Kane diz que viveu um de seus melhores momentos com a seleção da Inglaterra ao som de 'Wonderwall'
-
Museu de IA oferece imersão sensorial na Floresta Amazônica
-
Embalada, Suécia enfrenta seleção holandesa pressionada no Grupo F da Copa
-
Estados Unidos vencem Austrália (2-0) e se classificam para próxima fase da Copa do Mundo
-
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano
-
EUA recebe novo Air Force One doado pelo Catar
-
Uruguai precisará ter paciência contra uma seleção de Cabo Verde 'muito física', diz Bentancur
-
Koné passa por cirurgia e está fora da Copa do Mundo
-
Polônia retira condecoração de Zelensky
-
Presidente da Costa Rica é evacuada de área de garimpo ilegal após explosão
-
Argentina avalia mudanças para garantir classificação contra a Áustria
-
Lula diz que Neymar está fazendo 'home office' na Copa do Mundo
-
Opositora encarregada de diálogo com governo na Venezuela vai aos EUA para reuniões
-
Argélia apresenta reclamação à Fifa por 'arbitragem injusta' em jogo contra Argentina
-
Nos "Altos de Trump", israelenses gostam de Trump apesar do acordo com Irã
-
Raoni é transferido para hospital em São Paulo para seguir tratamento
-
CR7 é 'foco de atenção', mas todo o elenco português está 'em questão', diz Rúben Dias
-
Sabalenka bate Bartunkova e avança às semifinais do WTA 500 de Berlim
-
Macron critica centros de deportação para migrantes e rejeita financiamento da UE
-
Lamine Yamal considera 'desnecessário' jogar 90 minutos contra Arábia Saudita
-
Agricultores indígenas decidem endurecer protestos na Bolívia
-
Israel e Hezbollah pactuam trégua no Líbano, com acordo EUA-Irã em suspenso
-
Zverev enfrentará Fritz nas semifinais do ATP 500 de Halle
-
Governo francês ativa célula de crise por onda de calor
-
De la Fuente se apega à sua estratégia para sucesso da Espanha na Copa do Mundo
-
Itália reage com indignação a comentários de Trump sobre Meloni
-
Últimos bombardeios israelenses deixam ao menos 47 mortos no Líbano (governo)
-
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano enquanto pacto entre EUA e Irã permanece em suspenso
-
Equador precisa vencer Curaçao para sonhar com classificação na Copa do Mundo
-
Alemanha busca impor domínio na Copa do Mundo diante da Costa do Marfim
-
Torcedores africanos viram as costas à África do Sul na Copa do Mundo após violência xenófoba
-
México garante vaga no mata-mata enquanto Brasil precisa de vitória contra Haiti
-
Hospital de Milão testa robô que promete liberar tempo da equipe de saúde
-
Acordo Irã-EUA sob ameaça com aumento da violência no Líbano
-
França julgará astro marroquino Achraf Hakimi por estupro
-
Quanto menos ajuda ao desenvolvimento, mais migrações, adverte OIM
-
Burnham consegue vaga no Parlamento britânico e inicia batalha trabalhista para derrubar Starmer
-
E se os homens japoneses também limpassem suas casa e não só os estádio?
-
Manuscrito inédito de Mozart encontrado em Paris
-
Achraf Hakimi será julgado na França por acusação de estupro, confirma tribunal de apelação
-
Rival de Starmer vence eleição crucial no Reino Unido e ameaça liderança do primeiro-ministro
-
EUA e Irã adiam negociações programadas para a Suíça
-
México vence Coreia do Sul (1-0) e é 1º classificado para 16-avos de final da Copa
-
Vice-presidente dos EUA adia viagem à Suíça para negociações com Irã
-
Lateral neozelandês Tim Payne se transfere para o Olimpia, do Paraguai, após ganhar fama no Instagram
-
Montella questiona 'caos' de críticas à Turquia antes do jogo contra o Paraguai
-
Messi treina com a Argentina após notícias sobre a saúde de seu pai
-
UE vai criar ferramentas para enfrentar onda de exportações da China
-
"Muitos adorariam estar no nosso lugar", diz técnico do Haiti antes de enfrentar o Brasil
-
Cuba aprova reformas de livre mercado sem precedentes
Congresso avança rumo ao fim da escala 6x1
A Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos, nesta quarta-feira (27), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para reduzir a jornada de trabalho semanal e garantir aos trabalhadores dois dias de descanso, uma vitória para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a menos de cinco meses das eleições. O texto segue agora para o Senado.
Defendida por movimentos sociais, mas contestada por grupos empresariais, a PEC visa reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial. Ela extinguiria a chamada "escala 6x1" atualmente em vigor, e estabeleceria, em seu lugar, dois dias de descanso.
"O povo vai trabalhar cinco dias e poder descansar dois", afirmou o presidente Lula na terça-feira durante um evento no estado do Amazonas.
Caso seja aprovada pelo Congresso, esta será a primeira redução na jornada de trabalho semanal no Brasil desde a promulgação da Constituição de 1988.
Sindicatos e grupos de esquerda defendem a medida como uma grande conquista, capaz de melhorar a qualidade de vida e a saúde mental dos trabalhadores em um país com uma economia caracterizada por índices de desemprego historicamente baixos, mas, ao mesmo tempo, por altos níveis de trabalho informal.
"A escala 6x1 é desumana, a escala 6x1 rouba a esperança, rouba a dignidade. (...) As pessoas precisam trabalhar para viver e não viver para trabalhar", afirmou a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), uma das principais articuladoras da reforma, antes de sua aprovação por ampla maioria.
Segundo a PEC, a implementação ocorrerá em duas etapas, ao longo de 14 meses, com ajustes adaptados a cada setor.
A reforma enfrenta resistência da oposição política e de empresários, que alertam para a perda de competitividade, o aumento de custos e um potencial impacto sobre o emprego.
"Cadê a previsibilidade, cadê a segurança jurídica?", questionou Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional da Indústria.
Esse debate se desenrola em um momento em que o governo Lula impulsiona medidas de significativo impacto social, às vésperas das eleições presidenciais de outubro.
O presidente busca um quarto mandato. Seu principal adversário é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente de Jair Bolsonaro.
Segundo dados da PEC, cerca de 14,8 milhões de brasileiros estão sujeitos a uma escala de trabalho de 6 por 1, enquanto outros 20,9 milhões trabalham além do limite legal de 44 horas.
Na América Latina, países como Chile, Equador, Venezuela e, mais recentemente, o México, consagraram a jornada de 40 horas semanais em suas legislações.
No entanto, segundo a Organização Internacional do Trabalho, as semanas de 48 horas continuam sendo a norma em toda a região.
G.P.Martin--AT