-
Representantes dos EUA e do Irã mantêm diálogos indiretos em Doha
-
Sabalenka vence e segue firme em Wimbledon
-
Mkhitaryan renova com a Inter de Milão por mais uma temporada
-
À espera de reformas, setor privado já transformou Cuba
-
Liverpool anuncia contratação de jovem francês Jérémy Jacquet
-
Saques e prisões após protestos contra imigrantes na África do Sul
-
Serena Williams sofreu lesão no joelho, segundo sua representante
-
Justiça francesa condena Isabelle Adjani a 10 meses de prisão com sursis por fraude fiscal
-
Fifa denuncia aumento de comentários racistas e ofensivos durante a Copa do Mundo
-
Sede da Federação Alemã de Futebol é alvo de buscas por suspeita de corrupção na Eurocopa 2024
-
Nova Zelândia rejeita recurso do fundador do Megaupload contra extradição
-
Inglaterra enfrenta RD Congo para confirmar o favoritismo
-
Medo e preocupação crescem na Meta em meio à febre da IA
-
Sobreviventes dos terremotos na Venezuela enfrentam precariedade em abrigos improvisados
-
Robô chinês promete fazer companhia a quem se sente só
-
Guerra em Mianmar já deixou mais de 100 mil mortos
-
Comunidade tradicionalista desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Victor Willis, cantor do Village People, morre aos 74 anos
-
Fraternidade São Pio X desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Vietnã anuncia incentivos para que a população tenha mais filhos
-
México 'merecia uma noite como esta', comemora Aguirre após classificação para 16-avos da Copa
-
México vence Equador (2-0) e avança às oitavas de final da Copa do Mundo
-
Olise, o mago onipresente da França
-
Pochettino minimiza 'maldição' dos EUA contra seleções europeias
-
Tuchel reconhece favoritismo da Inglaterra contra RD Congo nos 16-avos da Copa
-
Nasa revela planos para construir base na Lua
-
EUA suspende restrições a modelos avançados de IA da Anthropic
-
Trump ganhou quase US$ 1,2 bilhão com criptomoedas em 2025
-
Chuva adia início do jogo entre México e Equador no Estádio Azteca
-
Copa do Mundo de 2026 ultrapassa marca de 5 milhões de espectadores nos estádios
-
Respirar sem se desesperar: mulher conta como sobreviveu sob os escombros na Venezuela
-
França deve levar Paraguai 'a sério', diz Mbappé
-
RD Congo joga pressão para Inglaterra: 'Nossa Copa já é um sucesso'
-
Com show de Mbappé e Olise, França atropela Suécia (3-0) e vai às oitavas da Copa
-
A hora de Pulisic pelos EUA contra a Bósnia nos 16-avos da Copa
-
Milhares de sul-africanos pedem expulsão de imigrantes sem documentos
-
Ronald Koeman pede demissão da seleção holandesa após eliminação na Copa
-
Serena Williams retorna ao circuito de simples com derrota em Wimbledon
-
Alemanha questiona sua identidade após mais uma decepção na Copa do Mundo
-
'Consigo jogar os 90 minutos contra a Áustria', garante Yamal, a 2 dias da estreia no mata-mata
-
Enviados dos EUA chegam ao Catar para discussões sobre Irã
-
Mercosul mostra divergências após acordo com a UE e manifesta solidariedade à Venezuela
-
Alemanha não pode 'simplesmente voltar ao normal', diz presidente da federação
-
Seleção do Irã se despede de Tijuana com apoio de torcedores mexicanos
-
Chefe da CIA define modelos mais avançados de IA como 'armas nucleares digitais'
-
Senegal e Bélgica afinam pontaria para duelo valendo vaga nas oitavas da Copa
-
Noruega vence Costa do Marfim (2-1) e vai enfrentar o Brasil nas oitavas da Copa
-
Inglaterra tenta resolver quebra-cabeças defensivo contra RD Congo
-
Jihadistas sequestram mais de 30 estudantes em escola da Nigéria
-
Zverev perde set, mas avança à segunda rodada de Wimbledon
Impacto das ameaças tarifárias de Trump é cada vez mais limitado nos mercados financeiros
Os mercados financeiros parecem ter se acostumado há algum tempo aos múltiplos e contraditórios anúncios de Donald Trunmp sobre as tarifas, e hoje parece ter ficado para trás a reação de pânico provocada pela ofensiva protecionista do "Dia da Libertação" no ínicio de abril.
A pergunta é "até quando será assim?".
Enquanto o presidente americano anunciou no sábado a imposição, a partir de 1º de agosto, de tarifas de 30% sobre os produtos provenientes do México e da União Europeia importados para os Estados Unidos, as bolsas do Velho Continente recuavam apenas moderadamente nesta segunda-feira (14).
Estas "tarifas são tão altas quanto no início de abril", mas "a reação dos mercados é completamente diferente", assinala Ipek Ozkardeskaya, analista dio Swissquote Bank, em entrevista à AFP.
Em 4 de abril, após o anúncio de Donald Trump de uma série de "tarifas recíprocas" direcionadas a quase todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos, as bolsas europeias e americanas perderam entre 4% e 6%, algo nunca visto desde o início da pandemia da covid-19 em 2020.
- "TACO" -
Apesar de vários anúncios tarifários nos últimos dias, direcionados a mais de uma dezena de países e alguns produtos como o cobre, "os mercados parecem estar cada vez mais blindados", resume Jim Reid, economista do Deutsche Bank.
Os índices americanos atingiram novos máximos históricos, enquanto as bolsas europeias estão atraindo novamente os investidores.
O principal índice da Bolsa de Frankfurt, o Dax, subiu mais de 20% desde o início do ano.
Como explicar esta resiliência? Em primeiro lugar, os mercados têm experiência com as mudanças de direção de Trump. A implementação da maioria das tarifas foi adiada várias vezes, dando tempo para alcançar acordos comerciais com os países envolvidos.
A imprensa financeira até deu um nome a essas mudanças repetidas de direção, relativizando o risco para os investidores: o "TACO" (as siglas de "Trump Always Chickens Out", ou seja, "Trump sempre recua", NDR).
"Os investidores continuam apostando pelo TACO e no fato de que as negociações se prolongarão", opina Ipek Ozkardeskaya.
A ausência de uma resposta europeia nesta etapa também tranquilizou os mercados. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, até agora optou por manter um perfil discreto, com a esperança de obter um acordo que seja menos doloroso.
Por fim, os investidores consideraram que os anúncios tarifários de Donald Trump são "mais uma alavanca tática do que uma ameaça econômica imediata", concorda Stephen Innes, da SPI Asset Management, em uma entrevista à AFP.
- "Reagir violentamente" -
"Os mercados esperam que as negociações continuem", explica Alexandre Baradez, responsável pela análise de mercados na IG França.
Mas esta complacência pode não durar muito. O prazo limite de 1º de agosto está sendo observado de perto. "Ao contrário dos prazos anteriores que foram adiados, este parece realmente firme", estima.
"Se as tarifas massivas forem realmente aplicadas em 1º de agosto, em pleno período de verão, os mercados podem reagir violentamente", acrescenta Jim Reid, economista do Deutsche Bank.
Os efeitos das tarifas já implementadas pela administração Trump sobre a economia americana também estão sendo observados.
As tarifas, em todos os setores, têm uma média superior a 16% na entrada de produtos no território americano, em comparação com menos de 5% antes da eleição do republicano.
"Será necessário monitorar os próximos dados sobre o comportamento dos consumidores e dos resultados das empresas, que fornecerão uma ideia das consequências dessa política na economia", estima Alexandre Baradez.
Os mercados temem particularmente que as tarifas aumentem o risco de "estagflação", ou seja, uma desaceleração econômica combinada com um aumento da inflação, o que impediria que a Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) de reduzir as taxas para impulsionar a atividade.
"A falta de reação dos mercados aumenta a distância entre a forma como os investidores querem ver a realidade e o que realmente será a realidade econômica", adverte Ipek Ozkardeskaya.
T.Wright--AT