-
Governo Milei sofre revés judicial por cortes de fundos para universidades
-
Ganha força boato sobre casamento de Taylor Swift na próxima semana em NY
-
'Alcatraz dos Jacarés' fecha as portas nos EUA
-
Osaka supera Alexandrova nas quartas de final de Bad Homburg
-
Fifa abre portas para participação da Rússia em competição juvenil
-
Francesa Stéphanie Frappart é nomeada responsável por arbitragem da Uefa
-
França e Itália querem substituir Unifil por coalizão multinacional no Líbano
-
EUA diz não querer acordo com Irã "a qualquer preço"
-
Uruguai e Espanha brigam por classificação na Copa em um disputado Grupo H
-
Países do mundo todo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos mortais
-
Mbappé vs Haaland, o duelo entre artilheiros na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA dá aval à política migratória de Trump
-
Acusação contra Harvey Weinstein é retirada em caso de estupro nos EUA
-
Estéban Lepaul, artilheiro da Ligue 1, renova com o Rennes
-
Suprema Corte dos EUA decide que governo pode rejeitar pedidos de asilo na fronteira
-
Com dois gols contra a Escócia, Vini Jr. entra na disputa pela Chuteira de Ouro
-
Parques de Paris viram 'hotéis' na noite mais quente registrada na França
-
Sul-africanos vão às ruas para celebrar classificação histórica na Copa do Mundo
-
Mais de 100 milhões de europeus sofrem impacto de onda de calor mortal
-
Inflação dos EUA sobe a 4,1% em maio, maior nível em três anos
-
Ministra sueca rompe barreiras ao participar de reuniões da UE com seu filho nos braços
-
Reformas em Cuba: guinada ao modelo chinês ou ao capitalismo oligárquico?
-
Polônia realiza conferência sobre a reconstrução da Ucrânia sem Zelensky
-
Sarah Burton faz referência a Timothée Chalamet em sua estreia masculina para Givenchy
-
Crime organizado brasileiro se expande para a Guiana Francesa
-
EUA e países de todo o mundo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos devastadores
-
Brasil aguarda conclusão do Grupo F para conhecer rival na 2ª fase da Copa
-
'Wannabe', sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro
-
'Tudo desabou': área mais devastada pelos terremotos na Venezuela pede socorro
-
Rubio rejeita possível pedágio iraniano em Ormuz e alerta para precedente
-
Trump abre festa dos 250 anos dos Estados Unidos com discurso de tom político
-
EUA volta a contar com Pulisic e tenta, contra Turquia, mais uma vitória antes dos 16-avos
-
África do Sul vence Coreia do Sul (1-0) e vai aos 16-avos da Copa em segundo no Grupo A
-
México elimina República Tcheca (3-0) e avança aos 16-avos da Copa com campanha 100%
-
Preço do Brent cai abaixo do nível anterior à guerra no Oriente Médio
-
'Muito nervoso, mas feliz', diz Neymar após estreia na Copa do Mundo
-
Proibição de adolescentes em redes sociais na Austrália teve pouco impacto (estudo)
-
Juízas do TPI processam Trump por 'sanções draconianas'
-
'Seguir melhorando', diz Vini Jr. após vitória do Brasil
-
Bósnia elimina Catar e se garante nos 16-avos da Copa do Mundo
-
Jaques Wagner deixará liderança do governo no Senado por suspeita de corrupção
-
'Agora chega o bonito', diz Ancelotti após vitória do Brasil sobre a Escócia
-
Marrocos vence Haiti (4-2) e passa em segundo no grupo do Brasil na Copa
-
Brasil vence Escócia (3-0) e vai aos 16-avos como 1º do Grupo C da Copa
-
Terremotos na Venezuela destroem prédios e causam pânico em Caracas
-
Trump pede ao Congresso mais recursos para guerra no Irã
-
Ainda confiante na classificação, Equador encara líder Alemanha
-
Forte sismo de magnitude 7,1 sacode a Venezuela
-
Novo tipo de vacina permite imunizar contra famílias de vírus (pesquisadores)
-
Rubio promete defender interesses dos países do Golfo em negociações com Irã
EUA sanciona empresas de transporte que facilitam 'migração irregular'
Os Estados Unidos vão restringir vistos para proprietários e diretores de empresas de voos charter, transporte terrestre e marítimo que facilitem a "migração irregular", uma nova política anunciada a menos de nove meses para as eleições presidenciais de novembro.
A questão da imigração é uma das preocupações dos eleitores norte-americanos, e o presidente democrata Joe Biden, candidato à reeleição, tenta promover o que chama de uma imigração "ordenada".
Os republicanos o acusam de não estar fazendo o suficiente nesse sentido.
Em janeiro, as autoridades americanas interceptaram 124.220 migrantes e solicitantes de asilo na fronteira com o México, metade do número de dezembro, mas ainda considerado alto pelos conservadores.
O governo norte-americano tem denunciado há anos a exploração de migrantes, muitos deles latino-americanos pobres, por traficantes que cobram somas exorbitantes e os expõem a perigos.
Diante dessa situação, o Departamento de Estado anunciou uma nova política nesta quarta-feira.
Washington vai restringir vistos para "proprietários, executivos e altos funcionários de empresas de voos charter e transporte terrestre e marítimo que oferecem serviços de transporte destinados principalmente a pessoas que pretendem migrar irregularmente para os Estados Unidos", disse o porta-voz Matthew Miller em comunicado.
Essa medida visa punir aqueles que "se aproveitam dos migrantes vulneráveis e facilitam a migração irregular em todo o mundo e em direção aos Estados Unidos", acrescentou.
- Análise individual dos casos -
"Ninguém deve se aproveitar de migrantes vulneráveis: nem traficantes de pessoas, nem empresas privadas, nem funcionários públicos, nem governos", insistiu Miller.
Essa política é resultado do trabalho com "parceiros em toda a região", disse Eric Jacobstein, subsecretário adjunto de Estado, em coletiva de imprensa.
As decisões serão tomadas caso a caso.
"A maioria dos voos charter de Cuba [...] para Manágua não são para turismo, são pessoas com a intenção de migrar irregularmente para os Estados Unidos, então estamos avaliando cada empresa" de transporte, disse Jacobstein.
Em novembro, Washington já havia restringido vistos para empresas que operam voos charter para a Nicarágua com migrantes em situação irregular. Agora, a restrição será aplicada também ao transporte terrestre e marítimo, mas apenas para estrangeiros.
Os EUA reiteraram mais uma vez que muitas vezes os migrantes correm riscos em vão.
Desde 12 de maio do ano passado, o Departamento de Segurança Interna (DHS) expulsou "mais de 550.000 indivíduos que estavam na fronteira com o México, incluindo mais de 90.000 membros de famílias", detalhou Blas Núñez-Neto, subsecretário do DHS, durante a coletiva de imprensa.
"Esses números são recordes", ressaltou.
Em maio, o governo suspendeu uma norma de saúde que permitia bloquear na fronteira quase todos os migrantes que chegavam sem a documentação necessária para entrar.
Para contrabalançar a suspensão, foram introduzidas "vias legais", como agendar uma consulta através de um aplicativo de celular (CBP One), realizar os trâmites nos países pelos quais passam ou recorrer a permissões humanitárias e de reunificação familiar.
"Mais de 357.000" cidadãos de Cuba, Haiti, Nicarágua e Venezuela entraram nos EUA através dos programas humanitários para esses países, especificou Núñez-Neto. E mais de 459.000 pessoas conseguiram isso através do aplicativo de celular.
A capacidade de manobra é limitada, por isso o Executivo insiste em pedir ao Congresso a adoção de um projeto de lei de reforma migratória bloqueado pelos republicanos, que o consideram muito fraco.
Sob pressão do ex-presidente Donald Trump, favorito à indicação presidencial republicana, os congressistas conservadores optaram por interromper qualquer reforma na fronteira até depois das eleições.
R.Chavez--AT