-
Reuniões na Suíça lançaram 'bases muito boas' para acordo com Irã, diz Vance
-
Zagueiro alemão Schlotterbeck está fora da Copa devido a lesão no tornozelo
-
Bases militares dos EUA, megapresídios, dolarização: as propostas do presidente eleito da Colômbia
-
Lado direito, o pesadelo de Ancelotti na Copa do Mundo
-
Ex-presidente do Fed Alan Greenspan morre aos 100 anos
-
Natto, a soja fermentada japonesa que desperta curiosidade e repulsa
-
Messi pode se tornar o maior artilheiro das Copas nesta segunda-feira
-
Hospitais africanos podem ficar sem anestesia para crianças em 2027
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala esquerdista do Partido Trabalhista
-
Starmer, o político que quis transformar o Reino Unido e perdeu o apoio do partido
-
Ex-ministro espanhol próximo de Pedro Sánchez é condenado a 24 anos de prisão
-
Papa Leão XIV denuncia obstáculos burocráticos à ajuda humanitária
-
Primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia
-
Irã e EUA relatam 'avanços' nas negociações para acabar com o conflito
-
Direita latino-americana celebra a vitória de Abelardo de la Espriella na Colômbia
-
Policiais e manifestantes entram em confronto na Bolívia
-
Presidente eleito de extrema direita celebra início de 'nova era' na Colômbia
-
Egito vence Nova Zelândia (3-1) com brilho de Salah e fica perto dos 16-avos da Copa
-
Torcedores franceses e iraquianos se reúnem ao redor da estátua de Rocky, na Filadélfia
-
Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni
-
Messi volta a se refugiar com a seleção argentina durante 'dias difíceis'
-
Egito vence Nova Zelândia (3-1) e fica perto dos 16-avos de final da Copa do Mundo
-
Uma nação dividida assiste com desconfiança ao empate do Irã
-
Cabo Verde arranca empate (2-2) contra Uruguai, que se complica na Copa
-
EUA afirma que negociações com Irã vão continuar
-
Colômbia faz guinada à direita e elege milionário pró-Trump presidente
-
'Showman' milionário e pró-Trump vai governar a Colômbia
-
Deschamps garante que Dembélé vai evoluir ao longo da Copa
-
Candidato da extrema direita é eleito presidente na Colômbia
-
Candidato da extrema direita lidera segundo turno na Colômbia
-
Técnico da Áustria diz que Argentina não tem pontos fracos
-
Bélgica fica no 0 a 0 com Irã e segue sem vencer na Copa do Mundo
-
Técnico do Iraque brinca sobre jogar 'com três goleiros' contra a França
-
Francisco Conceição elogia CR7, mas o considera 'mais um na equipe' de Portugal
-
Serena Williams disputará Wimbledon em simples, aos 44 anos
-
Turistas de hotel incendiado na República Dominicana retornam para seus países
-
Delegação do Irã deixa local de negociações após ameaça de Trump
-
Brasil precisa se reestruturar rápido após lesão de Raphinha, diz Paquetá
-
Morreu Ramiro Valdés, um dos líderes da Revolução Cubana
-
Irã pede que EUA 'meça palavras', no começo de negociações
-
Noskova surpreende Pegula e é campeã do WTA 500 de Berlim
-
Espanha goleia Arábia Saudita (4-0) com primeiro gol de Yamal em Copas e brilho de Oyarzabal
-
Espanha goleia Arábia Saudita (4-0) com primeiro gol de Yamal em Copas
-
Irã e EUA retomam negociações na Suíça para pôr fim à guerra no Oriente Médio
-
Argentina treina antes de viajar para duelo contra Áustria
-
Vitória e classificação: a motivação de Mbappé em seu 100º jogo pela seleção francesa
-
Starmer pondera 'realidades políticas' enfrentadas, diz ministro do Comércio
-
Francisco Cerúndolo é campeão do torneio de Queen's, seu primeiro ATP 500
-
Brasil treina sem 7 jogadores antes de duelo contra Escócia
-
Bolívia reduz bloqueios a estradas fechadas por opositores ao presidente
Biden retoma difíceis negociações para evitar um 'default' dos EUA
O presidente Joe Biden e Kevin McCarthy, seu principal opositor republicano em relação ao teto de endividamento, retomaram nesta segunda-feira(22) as negociações para um acordo rápido e evitar um perigoso 'default' dos Estados Unidos.
Biden, que acaba de retornar do Japão, onde participou da cúpula do G7, receberá na Casa Branca o líder republicano da Câmara dos Representantes.
Os dois conversaram no domingo, enquanto Biden retornava a Washington. McCarthy considerou a conversa "produtiva", segundo a imprensa americana, e indicou que equipes de ambas as partes retomaram as negociações desde então.
É o primeiro sinal positivo depois de um amargo encontro entre negociadores democratas e republicanos, na sexta-feira na Casa Branca, na ausência de Biden, que viajava para Hiroshima, Japão.
Os republicanos exigem reduções nos gastos públicos. O governo Biden se nega e propõe cortar alguns gastos e aumentar impostos aos mais ricos e às empresas que hoje se beneficiam de restituições fiscais.
Os republicanos rejeitam veementemente qualquer aumento de impostos. "Washington não pode continuar gastando dinheiro", tuitou MacCarthy.
Biden alertou que recusaria um acordo "que proteja os subsídios de bilhões de dólares às grandes petroleiras enquanto coloca em risco a atenção sanitária a 21 milhões de americanos".
- Efeitos concretos -
"Os Estados Unidos nunca deixaram de pagar suas dívidas. E esse não será o caso jamais", afirmou Biden. No entanto, corre esse risco se não alcançar um acordo.
Esta situação inédita, com consequências potencialmente catastróficas para a economia dos Estados Unidos e do mundo, pode ocorrer a partir de 1º de junho.
Os Estados Unidos podem então não conseguir reembolsar os proprietários de títulos do Tesouro americano, rei das finanças mundiais. Ainda assim, o governo pode deixar de pagar salários e aposentadorias, entre outros.
Uma decisão tomada na última hora também pode ter consequências. Em 2011, existia apenas a ameaça de calote e isto fez, pela primeira vez, com que os Estados Unidos perdesse sua preciosa avaliação de crédito 'triple A', a melhor das agências de classificação.
Efeitos concretos já são observados, alertou na quarta-feira a secretária do Tesouro, Janet Yellen. "Os investidores estão mais reticentes em manter a dívida soberana que vence em junho", disse.
- Sombra de Trump -
No entanto, a sombra de Donald Trump ronda as negociações. O ex-presidente republicano, que mantém sua forte influência, instou seu partido em 10 de maio a se recusar a elevar o teto de endividamento, o que levaria a um calote, se os democratas não concordarem em cortar os gastos.
No domingo, a porta-voz da Casa Branca, Marine Jan-Pierre, criticou as "reivindicações partidárias extremas" propostas pelos conservadores.
Já McCarthy acusou a "ala esquerda do partido democrata" de estar "a suas ordens".
Se a falta de acordo persistir, restará a Biden um recurso: invocar a 14ª Emenda da Constituição americana, que estipula que "a validade da dívida pública de Estados Unidos, autorizada por lei, (...) não deve ser questionada".
Em outras palavras, os gastos já votados devem ser pagos.
Apesar de considerar esta possibilidade, Biden se mostrou cético, enquanto Yellen mencionou a "insegurança jurídica" e um "prazo apertado".
Assim como quase todas as grandes economias, os Estados Unidos vivem do crédito. No entanto, nos EUA, é prerrogativa do Congresso votar o aumento do teto da dívida pública que a primeira economia do mundo está autorizada a acumular.
E o que inicialmente era uma formalidade se transformou agora em uma batalha política.
M.O.Allen--AT