-
Aos 46 anos, Ronaldinho retorna ao futebol para jogar na 3ª divisão italiana
-
Real Madrid nega contato para contratar Olise
-
Bolívia decreta estado de exceção e começa a remover barricadas
-
Brasil mostra nova cara contra o Haiti, enquanto aguarda enfrentar gigantes na Copa
-
Em meio ao caos geopolítico, Irã desafia a Bélgica em campo
-
Funeral de David Hockney foi realizado na mais estrita intimidade, diz assessora
-
Após decepção na estreia, Laporte acredita em virada de chave da Espanha contra Arábia Saudita
-
Sabalenka perde para Pegula e cai na semifinal do WTA 500 de Berlim
-
Uruguai busca reação contra Cabo Verde para avançar na Copa do Mundo
-
Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz em resposta aos ataques de Israel no Líbano
-
Espanha tem teste decisivo contra a Arábia Saudita no domingo
-
Juiz espanhol determina julgamento e apreensão do passaporte de esposa de Sánchez
-
Presidente Paz decreta estado de exceção na Bolívia após mais de seis semanas de protestos
-
Vini Jr. assume papel de líder na Seleção que sonha com o hexa
-
Copa do Mundo chega a 1.000 partidas e Alemanha pode voltar a um mata-mata
-
Paraguai sofre com um a menos mas vence Turquia (1-0), que está eliminada da Copa do Mundo
-
Paraguaio Almirón é o primeiro expulso por tapar a boca na Copa do Mundo
-
Brasil fez uma 'partida completa', diz Ancelotti, que espera Neymar contra Escócia
-
Brasil ganhou 'confiança' para a Copa com 'atuação excelente' contra o Haiti, diz Vini Jr
-
Brasil elimina Haiti (3-0) e lidera Grupo C da Copa do Mundo
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo para levantar protestos
-
Curaçao deve aproveitar Copa do Mundo com realismo, diz técnico Dick Advocaat
-
Estado de saúde de Raoni é grave, mas estável, informa hospital
-
Técnico do Equador pede cautela contra Curaçao: 'Não somos a Alemanha'
-
Timber está fora e De Jong é dúvida na seleção holandesa contra a Suécia
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo após semanas de crise
-
Marrocos vence Escócia (1-0) pelo grupo do Brasil na Copa
-
James Burrows, diretor de 'Friends', morre aos 85 anos
-
Neutralizar 'velocidade' da Costa do Marfim será fundamental para vitória, diz técnico da Alemanha
-
Bradley Barcola agita concorrência no ataque da França
-
Yan Diomandé, da Costa do Marfim, vive Copa do Mundo como homenagem à irmã falecida
-
Kane diz que viveu um de seus melhores momentos com a seleção da Inglaterra ao som de 'Wonderwall'
-
Museu de IA oferece imersão sensorial na Floresta Amazônica
-
Embalada, Suécia enfrenta seleção holandesa pressionada no Grupo F da Copa
-
Estados Unidos vencem Austrália (2-0) e se classificam para próxima fase da Copa do Mundo
-
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano
-
EUA recebe novo Air Force One doado pelo Catar
-
Uruguai precisará ter paciência contra uma seleção de Cabo Verde 'muito física', diz Bentancur
-
Koné passa por cirurgia e está fora da Copa do Mundo
-
Polônia retira condecoração de Zelensky
-
Presidente da Costa Rica é evacuada de área de garimpo ilegal após explosão
-
Argentina avalia mudanças para garantir classificação contra a Áustria
-
Lula diz que Neymar está fazendo 'home office' na Copa do Mundo
-
Opositora encarregada de diálogo com governo na Venezuela vai aos EUA para reuniões
-
Argélia apresenta reclamação à Fifa por 'arbitragem injusta' em jogo contra Argentina
-
Nos "Altos de Trump", israelenses gostam de Trump apesar do acordo com Irã
-
Raoni é transferido para hospital em São Paulo para seguir tratamento
Trump e Petro concordam em virar a página e explorar 'caminhos em comum'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu colega colombiano, Gustavo Petro, concordaram nesta terça-feira (3) em virar a página, após meses de insultos e ameaças, e explorar "caminhos em comum" na luta contra o narcotráfico.
"Nós nos demos muito bem. Não éramos exatamente melhores amigos, mas não me senti insultado, porque não o conhecia", disse Trump na Casa Branca, após a reunião.
Os dois países já estão trabalhando na cooperação contra o narcotráfico, principal preocupação do presidente americano. "Minha impressão foi positiva", disse Petro, na embaixada da Colômbia.
- Recepção discreta -
A recepção ao presidente colombiano foi discreta. Ele não foi recebido na porta por Trump, como o americano costuma fazer com outras autoridades, mas os dois líderes — um procedente de uma guerrilha de extrema esquerda e o outro um empresário disposto abertamente a retomar a interferência na América Latina — mostraram vontade de deixar para trás as recriminações, diante de mudanças-chave na região, como na Venezuela.
Petro disse que pediu a Trump para fazer a mediação entre Colômbia e Equador, envolvidos em uma guerra tarifária, e que o americano aceitou. Mas a reunião, da qual participaram os chanceleres dos dois países, o ministro da Defesa colombiano e o vice-presidente americano, não resultou em medidas concretas.
Existe uma "confusão em torno da realidade, por exemplo, o narcotráfico. Perspectivas diferentes sobre como encarar o problema [...] Voltei a repetir: deve-se ir atrás dos chefes [...] A linha de frente do narcotráfico não é a que você imagina. Passei os nomes para o presidente Trump. Estão fora da Colômbia e deve-se ir atrás deles", ressaltou Petro.
- Sanções -
Trump iniciou seu mandato com o anúncio de uma campanha de deportação em massa, à qual Petro inicialmente respondeu com críticas e a suspensão da chegada de aviões, argumentando que os imigrantes colombianos não estavam recebendo tratamento digno.
O governo americano se irritou e, em setembro, a relação bilateral se deteriorou: Trump começou a atacar embarcações supostamente ligadas ao tráfico de drogas no Caribe, o que Petro denunciou como "execuções extrajudiciais".
Trump também aplicou sanções contra Petro e sua família, um tema que não foi incluído na conversa de hoje, segundo o colombiano. A reunião foi "entre livres", comentou. "Uma reunião entre iguais, que pensam diferente, sim, com poderes diferentes, obviamente, mas capazes de encontrar caminhos em comum."
Maior produtor mundial de cocaína, a Colômbia precisa do apoio de Washington para manter a pressão militar nas áreas de cultivo. Já Trump deseja que Bogotá garanta de forma estável a recepção de milhares de imigrantes sem documentos, fruto da sua campanha de deportações, no momento em que recebe fortes críticas da oposição.
Com um visto temporário, Petro busca aproveitar seu tempo em Washington, onde se reunirá amanhã com congressistas e fará uma visita à Organização dos Estados Americanos (OEA). No dia seguinte, dará uma palestra na Universidade de Georgetown e encerrará sua viagem com um encontro com a diáspora colombiana.
A.O.Scott--AT