-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Minneapolis pede que autoridades estaduais investiguem morte de mulher pelo ICE
O prefeito de Minneapolis pediu nesta sexta-feira (9) que se permita a incorporação de funcionários estaduais à investigação federal sobre a morte de uma americana baleada por um agente de imigração, e acusou o governo de Washington de prejulgar o caso.
Autoridades do estado de Minnesota reclamaram que o governo federal excluiu seus funcionários da investigação sobre a morte de Renee Nicole Good, ocorrida na última quarta-feira. Ela foi baleada na cabeça quando se afastava de um grupo de agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), que denunciou que a vítima bloqueava a sua passagem.
O governo de Donald Trump insiste em acusar Renee de ser uma "terrorista", e em que o agente do ICE agiu em legítima defesa.
Imagens aparentemente gravadas pelo policial que efetuou os disparos o mostram interagindo com Renee enquanto se aproxima do carro dela. Ela diz: "Não estou brava com você."
Depois que o agente passa pelo carro, ouve-se outro policial ordenar que a mulher saísse do veículo. Em seguida, ela tenta arrancar com o carro, e ouvem-se tiros. No fim do vídeo, o agente diz: "Vadia maldita."
A Casa Branca insistiu em que o vídeo respalda a versão de legítima defesa, embora as imagens não mostrem o momento em que o carro se afasta, nem quando o agente atira.
O vice-presidente americano, JD Vance, compartilhou o vídeo em redes sociais e afirmou que o policial, identificado pela imprensa local como Jonathan Ross, "estava em perigo".
"Não é momento de burlar as normas. É momento de cumprir a lei... O fato de que o Departamento de Justiça de Pam Bondi e esta administração presidencial já tenham chegado a uma conclusão sobre esses fatos é muito preocupante", declarou o prefeito de Minneapolis, o democrata Jacob Frey, em uma coletiva de imprensa na sexta-feira.
"Sabemos que eles já determinaram grande parte da investigação", disse, acrescentando que o Departamento de Apreensão Criminal do estado de Minnesota geralmente conduz esse tipo de investigação.
"Por que não incluí-los no processo?", questionou Frey. "Sequer estamos falando de controle total. Estamos falando de estar presentes à mesa", acrescentou.
Autoridades de Minnesota declararam que o FBI inicialmente convidou os investigadores locais a participar da investigação, mas que, depois, eles foram impedidos de fazê-lo.
A morte de Renee foi a quarta causada por agentes migratórios desde que Trump lançou sua campanha de repressão à imigração. Outras sete pessoas ficaram feridas, informou The Trace, um veículo de comunicação que acompanha a violência com armas de fogo.
T.Perez--AT