-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
Carro invade casa em Andwil após fuga da polícia; edifício é considerado inseguro
Suprema Corte dos EUA avalia caso-chave que pode definir controle do Congresso
A Suprema Corte dos Estados Unidos parecia inclinar-se nesta quarta-feira (15) a restringir uma lei que garante a representação eleitoral de minorias, em um caso que pode consolidar o controle republicano da Câmara dos Representantes antes mesmo das eleições legislativas de 2026.
Os nove juízes da corte, seis conservadores e três liberais, ouviram os argumentos do caso, cuja decisão pode desmontar uma lei de seis décadas criada para assegurar a representação negra no Congresso americano.
Os eleitores negros costumam apoiar o Partido Democrata, e uma decisão da Corte que enfraqueça a Lei dos Direitos de Voto de 1965 poderia reorganizar o mapa eleitoral e dar aos republicanos uma vantagem estrutural duradoura.
A Assembleia Legislativa da Louisiana publicou, no ano passado, um novo mapa com dois distritos de maioria negra, que foi contestado por um grupo de eleitores brancos.
Os opositores do novo mapa argumentam que usar critérios raciais para delinear distritos constitui manipulação eleitoral, prática conhecida nos Estados Unidos como "gerrymandering".
Janai Nelson, advogada do Fundo de Defesa Legal (LDF, na sigla em inglês), afirmou que a Suprema Corte já havia autorizado no passado a delimitação de distritos com base racial para corrigir a discriminação.
Edward Greim, que representa os eleitores brancos, questionou se é aceitável criar distritos baseados na raça "sob nossa Constituição". Mesmo que fosse, "nunca houve intenção de que isso continuasse indefinidamente", disse.
Esse argumento pareceu ressoar com a opinião do juiz Brett Kavanaugh, um conservador que pode se tornar o voto decisivo.
A Suprema Corte já decidiu no passado que "os paliativos baseados na raça são permitidos por um período de tempo", disse Kavanaugh, mas "devem ter um ponto final".
A decisão sobre o caso é esperada antes de junho.
Os republicanos atualmente têm uma estreita maioria na Câmara dos Representantes, e um aumento ou redução no número de distritos de maioria negra pode alterar o equilíbrio de forças nas eleições de meio de mandato, quando estarão em disputa os 435 assentos da Câmara.
D.Johnson--AT