-
Vencedores das principais categorias do Grammy; Caetano Veloso e Maria Bethânia vencem Melhor Álbum de Música Global
-
Snapchat bloqueia 415.000 contas de menores de 16 anos na Austrália
-
Costa Rica votou para presidente com uma favorita linha-dura contra a violência do narcotráfico
-
Ativista libertado diz que 1.675 dias de prisão são 'dor demais para um ser humano'
-
Inter vence Cremonese e segue líder do Italiano; Juventus goleia Parma
-
PSG vence Strasbourg e se mantém na liderança do Campeonato Francês
-
Arsenal vence Corinthians (3-2) e é o primeiro campeão mundial feminino de clubes
-
Atlético de Madrid chega a acordo com Atalanta para contratar Ademola Lookman
-
Costa Rica vota para presidente com uma favorita linha dura contra narcotráfico
-
Inter vence Cremonese e segue firme na liderança do Italiano
-
Trump se diz otimista sobre acordo com Irã após advertências de Khamenei sobre guerra regional
-
City e Aston Villa deixam Arsenal escapar na liderança, United vence 3ª seguida
-
Com 2 de Guirassy, Dortmund vira sobre Heidenheim e fica a 6 pontos do líder Bayern
-
Israel reabre parcialmente a passagem de Rafah para moradores de Gaza
-
Menino de cinco anos detido pelo ICE em Minneapolis volta para casa
-
Paris FC anuncia contratação do atacante italiano Ciro Immobile
-
Lyon vence Lille e segue embalado no Campeonato Francês
-
United vence terceira seguida e se mantém no G4 do Campeonato Inglês
-
Com golaço de Vini, Real Madrid sofre, mas vence Rayo Vallecano no Espanhol
-
Família mexicana permanece trancada em sua casa em Minneapolis por medo do ICE
-
Negociações sobre a guerra na Ucrânia são adiadas para quarta-feira
-
Paquistão procura autores de ataques separatistas que deixaram quase 200 mortos
-
Costa Rica elege presidente com candidata de direita como favorita
-
Irã compara protestos a 'golpe' e faz alerta contra guerra regional
-
Alcaraz bate Djokovic e é campeão do Aberto da Austrália
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga na disputa pelo Grammy
-
Israel reabre a passagem de Rafah de maneira limitada
-
Irã diz querer evitar guerra e privilegiar diplomacia
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam ao menos 125 mortos no Paquistão
-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Baarcelona vence Elche e se mantén na liderança do Espanhol
-
Líder Arsenal goleia Leeds United; Chelsea vira sobre West Ham
-
Bayern empata com Hamburgo e volta a tropeçar no Campeonato Alemão
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô
-
Após decepção na Champions, Napoli reage e vence Fiorentina no Italiano
-
Irã adverte que seu Exército está 'em alerta máximo' e vê 'avanços' para negociar
-
Olympique de Marselha tropeça com Paris FC e se distancia da briga pelo título francês
-
Chefe diplomática dos EUA chega à Venezuela no relançamento da relação pós-Maduro
-
Paul George, ala do Philadelphia 76ers, é suspenso por 25 jogos por doping
-
Líder Arsenal volta a vencer no Inglês com goleada sobre Leeds United
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 32 mortos
-
Marcha silenciosa na Dinamarca contra críticas de Trump à Otan no Afeganistão
-
Chefe da missão diplomática americana quer retomar relação com a Venezuela
-
Helicoide, símbolo da 'tortura' na Venezuela
-
Restauração de afresco em Roma gera polêmica por suposta semelhança com Meloni
-
Apagão deixa Kiev sem metrô e água
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam quase 90 mortos no Paquistão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 28 mortos
-
Comandante militar iraniano alerta EUA e Israel contra ataque
Policiais de El Salvador admitem que 'fabricaram' provas, diz HRW
A organização Human Rights Watch (HRW) afirmou nesta sexta-feira (27) que obteve depoimentos de policiais de El Salvador que admitiram ter fabricado provas contra detidos na "guerra" às gangues do presidente Nayib Bukele.
Desde março de 2022, vigora no país um regime de exceção que permite prisões sem mandado judicial e dá base legal à "guerra" contra as organizações criminosas que exerciam controle territorial.
A HRW indicou que entrevistou 11 agentes da Polícia Nacional Civil (PNC), nove deles em serviço e dois aposentados, que afirmaram que "se viram obrigados a adotar" práticas abusivas por pressão de seus superiores.
Os entrevistados, cujas identidades não foram reveladas, contaram que "eram repreendidos constantemente" quando "não cumpriam com as cotas diárias de prisões" (cinco por dia), indicou a HRW em um relatório.
"Os agentes também indicaram que o regime de exceção e a falta de prestação de contas criaram um clima de impunidade", diz o relatório.
Segundo esses agentes, uma denúncia telefônica anônima ou a presença de "qualquer tatuagem visível" bastava para que uma pessoa fosse detida.
Em alguns casos, "os agentes fabricaram fichas policiais para justificar uma detenção", pois, se não alcançassem a "cota" de prisões, recebiam ameaças de seus chefes, diz o relatório.
Um dos agentes declarou que "não há investigações". "A polícia cria perfis. São atos arbitrários... As fichas policiais são a 'evidência' de que alguém é um membro de gangue", disse.
"Seus depoimentos oferecem uma perspectiva pouco conhecida sobre como a polícia fabrica evidências para cumprir com cotas de prisões, extorque pessoas inocentes, ignora o devido processo e desobedece a ordens judiciais", indicou Juanita Goebertus, diretora da HRW para as Américas, em comunicado.
O relatório indica que "alguns" policiais entrevistados contaram que "receberam ordens de não permitir a libertação de pessoas detidas" que ordenavam os tribunais.
Existia "um protocolo" para "armar um novo caso" contra os que seriam liberados para mantê-los na prisão, acrescenta o documento.
A HRW afirmou que, entre os entrevistados, há sargentos, investigadores e técnicos forenses que têm entre nove e 31 anos de serviço na PNC, lotados nos departamentos de Santa Ana, San Vicente e San Salvador.
"Hoje, o policial já não tem razão de ser. Somos marionetes", declarou um sargento, segundo a HRW.
A guerra de Bukele reduziu a mínimos históricos os homicídios em El Salvador. Até a data de hoje, mais de 87.000 supostos membros de gangues foram detidos, segundo o governo.
Destes, aproximadamente 8.000 foram liberados após serem declarados inocentes, segundo dados oficiais, mas organizações de direitos humanos garantem que ainda há milhares de inocentes atrás das grades.
H.Romero--AT