-
Presidente do Irã pede início de negociações com EUA sobre seu programa nuclear
-
Trump fechará o Kennedy Center em Washington por dois anos para reformas
-
Roma começa a cobrar turistas pelo acesso à Fontana di Trevi
-
Grammy reforça mensagem contra a polícia migratória dos EUA
-
Laura Fernández, a ponta de lança do modelo Bukele na Costa Rica
-
Fernández, direitista de linha dura, é eleita presidente da Costa Rica
-
Bad Bunny faz história ao levar Grammy de Álbum do Ano
-
Fronteira com Egito reabre a conta-gotas para os palestinos de Gaza
-
Vencedores das principais categorias do Grammy; Caetano Veloso e Maria Bethânia vencem Melhor Álbum de Música Global
-
Snapchat bloqueia 415.000 contas de menores de 16 anos na Austrália
-
Costa Rica votou para presidente com uma favorita linha-dura contra a violência do narcotráfico
-
Ativista libertado diz que 1.675 dias de prisão são 'dor demais para um ser humano'
-
Inter vence Cremonese e segue líder do Italiano; Juventus goleia Parma
-
PSG vence Strasbourg e se mantém na liderança do Campeonato Francês
-
Arsenal vence Corinthians (3-2) e é o primeiro campeão mundial feminino de clubes
-
Atlético de Madrid chega a acordo com Atalanta para contratar Ademola Lookman
-
Costa Rica vota para presidente com uma favorita linha dura contra narcotráfico
-
Inter vence Cremonese e segue firme na liderança do Italiano
-
Trump se diz otimista sobre acordo com Irã após advertências de Khamenei sobre guerra regional
-
City e Aston Villa deixam Arsenal escapar na liderança, United vence 3ª seguida
-
Com 2 de Guirassy, Dortmund vira sobre Heidenheim e fica a 6 pontos do líder Bayern
-
Israel reabre parcialmente a passagem de Rafah para moradores de Gaza
-
Menino de cinco anos detido pelo ICE em Minneapolis volta para casa
-
Paris FC anuncia contratação do atacante italiano Ciro Immobile
-
Lyon vence Lille e segue embalado no Campeonato Francês
-
United vence terceira seguida e se mantém no G4 do Campeonato Inglês
-
Com golaço de Vini, Real Madrid sofre, mas vence Rayo Vallecano no Espanhol
-
Família mexicana permanece trancada em sua casa em Minneapolis por medo do ICE
-
Negociações sobre a guerra na Ucrânia são adiadas para quarta-feira
-
Paquistão procura autores de ataques separatistas que deixaram quase 200 mortos
-
Costa Rica elege presidente com candidata de direita como favorita
-
Irã compara protestos a 'golpe' e faz alerta contra guerra regional
-
Alcaraz bate Djokovic e é campeão do Aberto da Austrália
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga na disputa pelo Grammy
-
Israel reabre a passagem de Rafah de maneira limitada
-
Irã diz querer evitar guerra e privilegiar diplomacia
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam ao menos 125 mortos no Paquistão
-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Baarcelona vence Elche e se mantén na liderança do Espanhol
-
Líder Arsenal goleia Leeds United; Chelsea vira sobre West Ham
-
Bayern empata com Hamburgo e volta a tropeçar no Campeonato Alemão
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô
-
Após decepção na Champions, Napoli reage e vence Fiorentina no Italiano
-
Irã adverte que seu Exército está 'em alerta máximo' e vê 'avanços' para negociar
-
Olympique de Marselha tropeça com Paris FC e se distancia da briga pelo título francês
-
Chefe diplomática dos EUA chega à Venezuela no relançamento da relação pós-Maduro
-
Paul George, ala do Philadelphia 76ers, é suspenso por 25 jogos por doping
-
Líder Arsenal volta a vencer no Inglês com goleada sobre Leeds United
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 32 mortos
Sánchez desafia oposição da Espanha a apresentar moção de censura
O socialista Pedro Sánchez, chefe de governo da Espanha, afetado por um escândalo de corrupção envolvendo dois colaboradores, respondeu nesta segunda-feira (16) aos pedidos de renúncia da oposição desafiando-a a apresentar uma moção de censura.
"Que apresentem uma moção de censura e digam ao Parlamento e aos cidadãos e cidadãs que modelo de país querem para a Espanha", disse Sánchez em coletiva de imprensa, dirigindo-se ao Partido Popular (PP), conservador e principal opositor, e ao partido de extrema direita Vox, que não formam maioria no Congresso.
Sánchez participou de uma longa reunião do seu partido para realizar mudanças, após a divulgação de um relatório policial que acusa o número três do partido, Santos Cerdán, de cobrar propina em troca de contratos públicos. O relatório também cita o ex-ministro e ex-braço direito de Sánchez, José Luis Ábalo, e o assessor dele, Koldo García.
Cerdán renunciou na última sexta-feira como secretário de Organização do PSOE e hoje como deputado, enquanto Ábalos foi expulso definitivamente do partido nesta segunda-feira. Ambos tiveram um papel de destaque na promoção de Sánchez como líder do PSOE em 2017. Na semana passada, este último pediu desculpas pelo escândalo.
O chefe de governo defendeu a resposta rápida do seu partido e voltou a descartar uma renúncia ou antecipação das eleições. "O PSOE é uma organização limpa", ressaltou. "Não vamos encobrir a corrupção que surgir em nossas fileiras, por mais dolorosa que seja."
Sánchez e os socialistas governam em minoria, com o apoio de partidos de extrema esquerda e nacionalistas catalães e bascos, com os quais vai se reunir para dar explicações. O primeiro desses encontros aconteceu hoje, com Yolanda Díaz, líder do partido de extrema esquerda Sumar e terceira vice-presidente, que exigiu de Sánchez "a limpeza absoluta de todos as partes" do PSOE envolvidas no escândalo.
O porta-voz do Partido Popular, Borja Sémper, conversou com jornalistas depois de Sánchez, para pedir que ele renuncie e convoque eleições. "Queremos que anuncie a dissolução das cortes e a convocação de eleições. O único futuro possível, digno, é dar a palavra aos espanhóis."
Sánchez, que governa desde 2018, passa por seu momento de maior fragilidade e tem outras frentes judiciais abertas. Sua mulher, Begoña Gómez, é investigada por suspeita de corrupção e tráfico de influência, por sua contratação em uma instituição pública. Já o procurador-geral, nomeado pelo governo, está prestes a se sentar no banco dos réus pelo vazamento de documentos judiciais contra a oposição.
W.Morales--AT