-
Juan Carlos Ferrero vai treinar Ben Shelton em 2027
-
Binance retoma saques após roubo de mais de US$ 6 bi em ciberataque
-
Ciara Mageean, ex-campeã europeia de atletismo, morre aos 34 anos
-
Saibari, do Bayern, passa por cirurgia bem-sucedida no tornozelo direito
-
Lyon e Paris FC vencem e acompanham ritmo do PSG; Monaco fica para trás
-
Cinco aspectos sobre a crise institucional na Polônia
-
Real Madrid vence Racing Santander (3-0) e deixa de lado polêmica com a China
-
Arsenal vence na visita ao Liverpool (1-0) e é o novo líder da Premier League
-
Trump e republicanos se mobilizam para evitar vitória democrata nas legislativas
-
Vacherot vence Lehecka e conquista na Basileia seu 2º título no circuito ATP
-
Milhares de pessoas protestam na Índia contra revisão do censo eleitoral
-
Combates no oeste do Iêmen deixam mais de 300 mil deslocados, segundo ONU
-
Sueco Andreas Almgren e queniana Sheila Chepkirui vencem a Maratona de Nova York
-
Lazio vence Cagliari (2-1) e se isola na liderança do Italiano
-
Últimas horas de uma trégua excepcional no sul da Ucrânia
-
Televisão pública chinesa não transmite jogo do Real Madrid devido a polêmica com Mbappé
-
Papa inicia intensa viagem pela América do Sul que culminará no Peru, sua pátria adotiva
-
Alcaraz vence De Miñaur e conquista ATP 500 de Viena
-
França investiga lançamento de coquetel molotov contra a polícia como "tentativa de homicídio"
-
Estudantes franceses retomarão na segunda-feira os bloqueios após rejeitarem medidas do governo
-
Trump diz que Estados Unidos ainda precisam "cuidar" de "um ou dois" alvos no Irã
-
Manifestantes israelenses exigem que oposição se alie aos árabes para tirar Netanyahu do poder
-
FBI acusa Coreia do Norte de roubar US$ 6 bi em criptomoedas da Binance
-
Cruzeiro vence Corinthians nos pênaltis e conquista Libertadores feminina
-
Milan vence dérbi contra Inter (3-1) e coloca Lazio na liderança
-
Barça goleia Alavés (6-1) e se mantém na liderança, Atlético vence Levante
-
Lewis Hamilton conquista pole position do GP do México de Fórmula 1
-
EUA alerta sobre segurança alimentar em reunião do G20 sem maiores consensos
Rei do Camboja nomeia filho de primeiro-ministro como novo chefe de Governo
O rei do Camboja nomeou nesta segunda-feira (7) Hun Manet como novo primeiro-ministro do país, depois que o político foi designado para o cargo pelo pai, Hun Sen, que foi o chefe de Governo da nação por quase quatro décadas.
Poucos dias após sua vitória tranquila nas eleições de julho, Hun Sen, um dos líderes mundiais mais longevos no poder, anunciou que deixaria o cargo de primeiro-ministro e entregaria o poder ao filho mais velho.
As eleições foram muito criticadas e consideradas uma farsa depois que o Partido Candlelight, de oposição, foi impedido de participar no pleito por um tecnicismo. O governante Partido Popular do Camboja (CPP) conquistou 120 das 125 cadeiras na Câmara Baixa do Parlamento.
Nesta segunda-feira, após um pedido de Hun Sen, o rei Norodom Sihamoni publicou um decreto real com a nomeação do "doutor Hun Manet como primeiro-ministro do Reino do Camboja para o sétimo mandato do Parlamento".
O novo chefe de Governo e seu gabinete ainda precisam superar uma moção de confiança no Legislativo em 22 de agosto.
Embora tenha insistido que não vai interferir no governo do filho, de 45 anos, Hun Sen também prometeu aos cambojanos que permanecerá à frente da política do país.
Hun Sen chegou ao poder em 1985 e ajudou a modernizar um país devastado pela guerra civil e o genocídio do Khmer Vermelho, mas os críticos afirmam que seu governo foi marcado pela destruição do meio ambiente, a corrupção arraigada e a eliminação de quase todos os adversários políticos.
ONU, Estados Unidos, ONU e União Europeia criticaram as eleições do mês passado, que não foram consideradas livres nem justas.
Hun Sen rebateu as acusações e afirmou que sua decisão, uma sucessão dinástica que vários analistas comparam com a Coreia do Norte, manteria a paz e evitaria "derramamento de sangue" diante de sua eventual morte no cargo.
Ele também alertou que, em caso de perigo para a vida do seu filho, ele retornará ao cargo de primeiro-ministro.
Embora tenha sido preparado para o cargo durante anos, o filho mais velho de Hun Sen ainda não passou por testes na arena política, afirmam analistas.
Apesar de ter estudado no Reino Unido e Estados Unidos, há poucas expectativas de que Hun Manet adote um caminho mais liberal que seu pai.
Hun Manet é integrante do influente comitê permanente do partido governante, comanda o Exército Real do Camboja desde 2018 e já se reuniu com alguns líderes mundiais, como o presidente Xi Jinping da China, principal aliado do Camboja e grande investidor no país.
Após a renúncia, Hun Sen assumirá a presidência do Senado nem 2024 e será o chefe Estado interino quando o rei estiver no exterior.
A.Ruiz--AT