-
Israel anuncia reabertura limitada da passagem de fronteira de Rafah a partir de domingo
-
Departamento de Justiça dos EUA publica mais de 3 milhões de páginas do caso Epstein
-
Trump diz que Irã 'quer chegar a um acordo' para evitar ataque de EUA
-
Morreu Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de Mim'
-
Cubanos exaustos pela crise apostam no diálogo diante das ameaças de Trump
-
Número de mortos em catástrofe ferroviária na Espanha sobe para 46
-
Primeiros atletas se instalam na vila olímpica em Milão a uma semana dos Jogos de Inverno
-
Fela Kuti será primeiro africano a receber Grammy pelo conjunto da obra
-
Presidente eleito do Chile visita megaprisão de El Salvador para 'estudar' modelo
-
Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima, vão começar uma semana depois do previsto
-
Inter Miami contrata atacante Germán Berterame, da seleção mexicana
-
Dinamarquesa Maersk vai operar portos no canal do Panamá
-
Morre Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de mim'
-
Espanhol Albert Riera é o novo técnico do Eintracht Frankfurt
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa Trump de 'asfixiar' sua economia
-
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
-
Fermín López renova com Barcelona até 2031
-
Voto de confiança: costarriquenhos guardam cédulas eleitorais em casa
-
Arsenal tenta afastar pressão em sua luta para conquistar a Premier League após 22 anos
-
Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Real Madrid vai se reencontrar com Benfica na repescagem da Champions
-
Procuradora-geral dos EUA ordena detenção de jornalista que interrompeu missa em Minneapolis
-
Panamá negocia com dinamarquesa Maersk operação de portos do canal
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa EUA de 'asfixiar' sua economia
-
Goretzka anuncia saída do Bayern de Munique ao final da temporada
-
Grealish vai 'provavelmente' desfalcar o Everton no restante da temporada
-
Juiz dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Vice-presidente da Comissão Europeia lamenta imagens 'aterrorizantes' de Minneapolis
-
Itália julga seis pessoas por naufrágio de embarcação de migrantes que deixou 94 mortos
-
AIEA se reúne preocupada com segurança nuclear na Ucrânia
-
Colômbia retoma voos de deportação dos EUA antes do encontro entre Petro e Trump
-
Lula é operado de catarata e tem alta após cirurgia 'sem intercorrências'
-
Djokovic vence Sinner em jogo de 5 sets e vai enfrentar Alcaraz na final do Aberto da Austrália
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
-
Indicados às principais categorias do Grammy
-
África do Sul e Israel anunciam expulsão de representantes diplomáticos
-
Desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, menor índice da série histórica
-
Panamá negocia com Maersk para operar no canal após anular contrato com empresa de Hong Kong
-
Forças curdas anunciam acordo 'global' com o governo da Síria
-
Reino Unido insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Chanceler iraniano se diz disposto a negociação nuclear 'em pé de igualdade'
-
Trump indica Kevin Warsh para ser o próximo presidente do Fed
-
Zona do euro registra crescimento de 1,5% em 2025 apesar da tensão com EUA
-
IA ajuda médicos a detectar câncer de mama em exames, aponta estudo
-
Repescagem da Champions terá Monaco-PSG e reencontro de Benfica com Real Madrid
-
Panamá anula concessão a uma empresa de Hong Kong em seu canal; China promete proteger suas companhias
-
'Difícil sobreviver': idosos de Kiev tremem de frio sem luz nem aquecimento após ataques russos
-
Desemprego registra leve queda na zona do euro em dezembro
-
EUA a caminho de novo 'shutdown' em meio a críticas democratas por mortes de manifestantes
-
Alcaraz supera Zverev em batalha de mais 5 horas e avança à final do Aberto da Austrália
Fechamento de bloco petroleiro em reserva na Amazônia equatoriana levará 5 anos
O fechamento de um importante bloco petroleiro em uma reserva na Amazônia equatoriana, decidido em uma consulta popular que estabeleceu prazo até agosto, levará pelo menos cinco anos, informou, nesta quarta-feira (21), o ministro da Energia, Antonio Goncalves.
A suspensão das atividades para deixar no subsolo o petróleo no bloco 43, no parque Yasuní (leste), que integra a reserva mundial da biosfera, levará "cinco anos e cinco meses", disse o funcionário ao canal Teleamazonas.
"Já vamos começar fechando alguns poços. Não houve investimento em ITT (campos Ishpingo, Tambococha e Tiputini)" desde a consulta popular de 20 de agosto de 2023, acrescentou.
Cinquenta e nove por cento dos eleitores equatorianos decidiram nas urnas deixar o petróleo do bloco 43 ou ITT debaixo da terra por prazo indeterminado.
O mandato estabeleceu a retirada progressiva e ordenada de toda a atividade relacionada com a extração nesta área em um ano, o que o governo não cumpriu e, ao contrário, seguiu extraindo mais de 50.000 barris por dia.
Goncalves ressaltou que um comitê governamental, criado pelo presidente Daniel Noboa, no cargo há nove meses, preparou um plano de retirada, que "é o mais rápido e que, ao mesmo tempo, assegura mitigar ao máximo qualquer risco ambiental, jurídico, financeiro, social que isto, que é inédito, possa causar".
"Nunca, em nenhum país, isto foi feito. Não existe um guia para poder fazê-lo, não há regulamentos, não temos realmente um exemplo a seguir", afirmou.
Ocupando apenas 0,08% do um milhão de hectares do parque amazônico protegido, o bloco 43, a cargo da estatal Petroecuador, é o principal de todos os que produzem dentro do Yasuní, onde vivem vários povos originários, alguns em isolamento voluntário.
"Temos que fazê-lo de uma forma pragmática, segura, sem ter nenhum tipo de impacto ambiental e social", acrescentou.
Na terça-feira, em Quito, cerca de 50 indígenas waorani, que vivem no Yasuní, e ambientalistas protestaram em frente à sede do Ministério da Energia pedindo que se cumpra o fechamento do ITT, conforme o estabelecido pela consulta popular. Especialistas independentes em direitos humanos da ONU e ONGs se somaram à reivindicação.
O Executivo informou, no mesmo dia, que para Noboa "seu compromisso de honrar esta decisão se mantém firme".
No ano passado, o Equador estimou perdas de 16,47 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 80 bilhões, em cotação da época) em duas décadas com o fechamento do bloco 43.
W.Nelson--AT