-
Direitista Keiko Fujimori amplia vantagem em apuração presidencial no Peru
-
James vive 'Dia D' no retorno da Colômbia à Copa do Mundo após 8 anos
-
Moraes exige explicações a defesa de Bolsonaro sobre arma em prisão domiciliar
-
Di María torce pela Argentina à distância: "Com vocês até o fim do mundo"
-
Serena Williams é eliminada na primeira rodada de duplas no torneio de Berlim
-
Neymar treina em campo com a Seleção Brasileira, mas sua estreia na Copa segue incerta
-
Português Ruben Amorim é o novo técnico do Milan
-
Na capital do 'barbecue', torcedores argentinos garantem que o 'asado' é o campeão
-
Espanha treina sob efeito do empate contra Cabo Verde, sem Merino
-
Harry Kane afia a pontaria para a estreia da Inglaterra contra a Croácia de Modric
-
Por que os mosquitos picam mais algumas pessoas do que outras?
-
Portugal inicia última Copa de Cristiano Ronaldo diante da RD Congo
-
Pico do ebola ainda não chegou na RDC e epidemia pode durar um ano (Cruz Vermelha)
-
Monitor acusado de agredir alunas sexualmente é absolvido na França
-
Infantino comemora marca de um milhão de torcedores nos estádios após 5 dias de Copa do Mundo
-
Fed inicia sua primeira reunião sobre juros com Kevin Warsh na presidência
-
SpaceX supera Amazon e se torna a quinta maior empresa em valor de mercado
-
Neymar, uma marca registrada
-
Custo do salão de baile da Casa Branca pode alcançar US$ 600 milhões (Washington Post)
-
De la Espriella: o showman milionário pró-Trump que quer barrar a esquerda na Colômbia
-
Trevoh Chalobah é convocado pela Inglaterra após corte de Tino Livramento
-
Gana recorre à justiça canadense por visto do volante Thomas Partey, acusado de estupro
-
Cacique Raoni tem melhora em seu estado de saúde, mas segue na UTI
-
Tiago Splitter é o novo técnico do Chicago Bulls
-
Seleção brasileira não deve pensar que vai golear o Haiti, diz Douglas Santos
-
Cepeda, vítima do Estado que busca repetir o milagre da esquerda na Colômbia
-
G7 aumenta a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Jürgen Klopp é criticado por declarações sobre Nagelsmann
-
Colômbia decide entre esquerda no poder e candidato alinhado a Trump
-
Tropeço da Espanha coloca Argentina de Messi e França de Mbappé em alerta
-
Visto de jogador iraniano expira após entrada nos Estados Unidos
-
Irã afirma que nova fase de diálogo com EUA pode começar esta semana
-
Goleiro mexicano Ochoa sugere aposentadoria do futebol em vídeo à Fifa
-
Trump diz que Rússia deve 'alcançar acordo' com Ucrânia durante reunião do G7
-
Venus e Serena Williams disputarão juntas em duplas em Wimbledon
-
Zagueiro alemão Rüdiger renova com o Real Madrid até 2027
-
EUA planejam criar depósito permanente de armas na Austrália
-
Irã insiste que acabar com a guerra no Líbano é parte fundamental do acordo com EUA
-
Cantora Bonnie Tyler sai do coma induzido
-
Tunísia demite Sabri Lamouchi e anuncia Hervé Renard como novo técnico
-
Torcida argentina faz bandeiraço em Kansas antes da estreia na Copa do Mundo contra a Argélia
-
Comunidade iraniana em Los Angeles protesta contra sua seleção na Copa do Mundo
-
Irã e Nova Zelândia empatam (2-2) em Los Angeles na estreia na Copa do Mundo
-
Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026
-
Queda de bombardeiro em base militar deixa oito mortos nos EUA
-
Uruguai empata com Arábia Saudita (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Cacique Raoni volta a ser internado; estado de saúde é grave
-
Oito pessoas presumidas mortas em queda de bombardeiro nos EUA
-
Guerra com Irã não deixa vencedores claros, dizem especialistas
-
Governador da Califórnia acusa Trump de investigá-lo por vingança
Nvidia retomará venda à China de chips H20 para IA e sobe em Wall Street
O grupo de tecnologia americano Nvidia anunciou nesta terça-feira (15) que retomará a venda à China de seus chips H20 para inteligência artificial (IA), após a suspensão das exportações devido às restrições de licenças impostas pelo governo dos Estados Unidos.
Como resultado desse anúncio, a Nvidia subiu 4,04% em Wall Street, cotada a 170,70 dólares por ação.
A empresa com sede na Califórnia produz alguns dos semicondutores mais avançados do mundo, mas não pode exportar a tecnologia de ponta para a China devido aos temores de que Pequim possa utilizá-la para reforçar seu poderio militar.
A unidade de processamento H20, menos potente, podia ser vendida para a China, mas, em abril, o governo de Donald Trump endureceu as exigências para as licenças de exportação.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, declarou nesta terça-feira em um vídeo exibido pela emissora estatal chinesa CCTV que o governo americano aprovou as licenças da empresa para começar a comercializar os H20 no mercado chinês.
"Estou ansioso para o momento de despachar os H20, estou muito feliz com esta excelente notícia", afirmou.
Zhang Guobin, fundador do portal especializado chinês eetrend.com, afirmou que a retomada das vendas proporcionará "um importante aumento nas receitas" da Nvidia, o que compensaria as perdas provocadas pelas restrições.
Além disso, aliviaria o impacto das tensões comerciais nas cadeias de abastecimento de semicondutores, explicou à AFP.
O analista apontou que as empresas chinesas prosseguirão concentradas no desenvolvimento local de chips e acrescentou que o governo de Donald Trump "é propenso a mudanças bruscas em suas políticas, o que dificulta avaliar quanto tempo a abertura pode durar".
O CEO da Nvidia comparecerá na quarta-feira a uma importante exposição internacional sobre as cadeias de abastecimento da China, confirmou o organizador do evento à AFP.
Esta é a terceira viagem do Huang à China este ano, segundo a CCTV.
O assessor para IA do presidente Trump, David Sacks, defendeu nesta terça-feira a mudança de política de Washington e assegurou ao canal CNBC que o semicondutor H20 é um "componente obsoleto" que está "longe de representar o melhor da atualidade".
Ele justificou a decisão do governo pelos "avanços espetaculares" da Huawei, rival da Nvidia, que poderia ameaçar a posição dominante no mercado da gigante americana.
"As empresas locais" chinesas "são muito, muito talentosas e determinadas, e o controle das exportações deu-lhes o ânimo, a energia e o apoio do governo [chinês] para acelerar seu desenvolvimento", havia indicado no mesmo sentido Huang durante o salão Computex de Taiwan.
- Mercado crucial -
A China é um mercado crucial para a Nvidia, mas, nos últimos anos, as restrições às exportações impostas pelos Estados Unidos deixaram o grupo exposto a uma concorrência mais acirrada com empresas locais, como a Huawei.
Pequim condenou as restrições de Washington por considerá-las injustas e projetadas para prejudicar seu desenvolvimento.
Huang, um engenheiro que nasceu em Taiwan, disse ao vice-primeiro-ministro He Lifeng durante uma visita a Pequim em abril que está otimista a respeito do "potencial da economia chinesa", segundo a agência estatal de notícias Xinhua.
O executivo afirmou que está disposto a continuar aprofundando a presença no mercado chinês e a desempenhar um papel positivo na promoção da cooperação comercial entre Estados Unidos e China, segundo a Xinhua.
A imposição de restrições mais rigorosas dos Estados Unidos coincide com um momento complicado para a economia chinesa, devido ao consumo interno fraco e a uma prolongada crise no setor imobiliário.
O presidente chinês, Xi Jinping, pediu que a economia seja menos dependente diante das incertezas externas.
A.O.Scott--AT