-
França investiga lançamento de coquetel molotov contra a polícia como "tentativa de homicídio"
-
Estudantes franceses retomarão na segunda-feira os bloqueios após rejeitarem medidas do governo
-
Trump diz que Estados Unidos ainda precisam "cuidar" de "um ou dois" alvos no Irã
-
Manifestantes israelenses exigem que oposição se alie aos árabes para tirar Netanyahu do poder
-
FBI acusa Coreia do Norte de roubar US$ 6 bi em criptomoedas da Binance
-
Cruzeiro vence Corinthians nos pênaltis e conquista Libertadores feminina
-
Milan vence dérbi contra Inter (3-1) e coloca Lazio na liderança
-
Barça goleia Alavés (6-1) e se mantém na liderança, Atlético vence Levante
-
Lewis Hamilton conquista pole position do GP do México de Fórmula 1
-
EUA alerta sobre segurança alimentar em reunião do G20 sem maiores consensos
-
Pulisic renova com Milan até 2031
-
Polônia busca saída para crise institucional
-
Borussia Dortmund arranca empate no fim contra Bayern (2-2) no clássico da Bundesliga
-
Norris supera Antonelli por um milésimo nos últimos treinos livres do GP do México
-
De Minaur vence Zverev e vai enfrentar Alcaraz na final do ATP 500 de Viena
-
Líder iraniano se mostra desafiador diante de EUA e Israel
-
Freiburg, Leipzig e Werder Bremen vencem na Bundesliga
-
Atlético de Madrid vence Levante (2-0) e é líder provisório do Espanhol
-
Marco Rubio afirma que EUA não teve envolvimento na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil
-
França tem manifestações multitudinárias com alguns tumultos
-
Manchester City perde para o Brighton (1-0); United afunda diante do Chelsea
-
Alcaraz vence Medvedev e vai à final do ATP 500 de Viena
-
Deslocados da cidade ocupada de Oleshki chegam à Ucrânia
-
França em alerta diante do risco de violência em novas manifestações
Kremlin chama de "alarmistas" as informações sobre risco de ataque russo à Otan
O Kremlin chamou, nesta quinta-feira (27), de "histórias alarmistas" as informações da imprensa americana de que uma visita incomum do diretor da CIA a Moscou nesta semana teve como objetivo dissuadir a Rússia de atacar a Otan.
"Estão sendo divulgadas muitas notícias alarmistas. É claro que isso não tem nada a ver com a realidade nem com as intenções da Rússia", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. Ele insistiu que Moscou enfrenta uma "agressão" dos países europeus.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e um alto funcionário europeu também minimizaram o risco.
Trump afirmou que teve "boas conversas com o presidente russo, Vladimir Putin, e garantiu que a Rússia "não vai atacar" o território da Otan.
Segundo um funcionário europeu de alto escalão, os serviços de inteligência da Europa não dispõem de indícios sobre um possível ataque militar russo contra membros da Otan neste continente.
"Os serviços de inteligência europeus não veem nenhum risco de um ataque russo contra os países europeus", garantiu o funcionário nesta quinta-feira, sob condição de anonimato.
O diretor da CIA, John Ratcliffe, se reuniu na terça-feira em Moscou com oficiais da inteligência russa.
O Wall Street Journal e o canal CBS afirmaram na quarta-feira que Ratcliffe tentou dissuadir a Rússia de atacar um país membro da Otan, já que avaliações da inteligência indicam que Moscou poderia tentar pôr a aliança à prova.
Segundo o WSJ, Putin poderia desafiar a Otan com um "ataque limitado" nos próximos dias.
O porta-voz do Kremlin afirmou, ainda, que a Rússia continua com a "operação militar especial", termo oficial para a ofensiva iniciada em fevereiro de 2022 contra a Ucrânia.
"A Rússia preferia alcançar seus objetivos por meios pacíficos, mas, como isso não é possível, continua com sua operação militar especial. Isso é para garantir sua segurança e seus interesses", declarou Peskov.
As negociações mediadas pelos Estados Unidos para tentar acabar com o conflito permanecem estagnadas.
R.Chavez--AT