-
Combates no oeste do Iêmen deixam mais de 300 mil deslocados, segundo ONU
-
Sueco Andreas Almgren e queniana Sheila Chepkirui vencem a Maratona de Nova York
-
Lazio vence Cagliari (2-1) e se isola na liderança do Italiano
-
Últimas horas de uma trégua excepcional no sul da Ucrânia
-
Televisão pública chinesa não transmite jogo do Real Madrid devido a polêmica com Mbappé
-
Papa inicia intensa viagem pela América do Sul que culminará no Peru, sua pátria adotiva
-
Alcaraz vence De Miñaur e conquista ATP 500 de Viena
-
França investiga lançamento de coquetel molotov contra a polícia como "tentativa de homicídio"
-
Estudantes franceses retomarão na segunda-feira os bloqueios após rejeitarem medidas do governo
-
Trump diz que Estados Unidos ainda precisam "cuidar" de "um ou dois" alvos no Irã
-
Manifestantes israelenses exigem que oposição se alie aos árabes para tirar Netanyahu do poder
-
FBI acusa Coreia do Norte de roubar US$ 6 bi em criptomoedas da Binance
-
Cruzeiro vence Corinthians nos pênaltis e conquista Libertadores feminina
-
Milan vence dérbi contra Inter (3-1) e coloca Lazio na liderança
-
Barça goleia Alavés (6-1) e se mantém na liderança, Atlético vence Levante
-
Lewis Hamilton conquista pole position do GP do México de Fórmula 1
-
EUA alerta sobre segurança alimentar em reunião do G20 sem maiores consensos
-
Pulisic renova com Milan até 2031
-
Polônia busca saída para crise institucional
-
Borussia Dortmund arranca empate no fim contra Bayern (2-2) no clássico da Bundesliga
-
Norris supera Antonelli por um milésimo nos últimos treinos livres do GP do México
-
De Minaur vence Zverev e vai enfrentar Alcaraz na final do ATP 500 de Viena
-
Líder iraniano se mostra desafiador diante de EUA e Israel
-
Freiburg, Leipzig e Werder Bremen vencem na Bundesliga
-
Atlético de Madrid vence Levante (2-0) e é líder provisório do Espanhol
-
Marco Rubio afirma que EUA não teve envolvimento na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil
-
França tem manifestações multitudinárias com alguns tumultos
Anistia Internacional denuncia uso excessivo da força policial em protestos na Índia
A polícia da Índia fez um uso excessivo da força, inclusive com dispositivos de choque elétrico e munição não letal, durante os protestos liderados por jovens, que levaram à renúncia do ministro da Educação em julho, afirmou a Anistia Internacional (AI) nesta segunda-feira (noite de domingo, 23, no horário de Brasília).
O informe da organização contrasta com a versão da polícia de que só usou a força quando os manifestantes se tornaram violentos.
O relatório é publicado depois que a Suprema Corte da Índia instalou, na quinta-feira, uma comissão para investigar a violência da polícia e dos ativistas.
Os protestos em Nova Délhi, provocados pelo vazamento do exame nacional de admissão na carreira de medicina, se tornaram violentos em 20 de julho, quando milhares de manifestantes tentaram marchar até o Parlamento.
Segundo a AI, testemunhas e evidências visuais confirmaram o uso de "espingardas com balas de borracha, lançadores de gás lacrimogêneo, cassetetes e dispositivos de choque elétrico contra os manifestantes" em Nova Délhi e no estado de Bihar (leste).
A organização acrescentou que também verificou dois casos em que um agente policial "utilizou ilegalmente a força letal contra a multidão" no distrito de Siwan, em Bihar, mas sem causar mortes.
"As armas foram usadas de uma maneira que infringe o direito e as normas internacionais, assim como as diretrizes nacionais sobre a atuação policial", indicou.
A polícia de Nova Délhi declarou, na semana passada, perante a Suprema Corte que tinha empregado a força apenas depois que os manifestantes "recorreram à violência".
A instituição informou que elementos antissociais, "fazendo-se passar por estudantes ofendidos", causaram "lesões graves" às forças de segurança.
O líder da oposição, Rahul Gandhi, realizou, na sexta-feira, um ato em frente a uma delegacia policial em Nova Délhi, junto com um manifestante de 19 anos, que disse ter sido ferido por projéteis de borracha durante o protesto de 20 de julho.
As manifestações, lideradas pelo Partido Popular das Baratas, criado na internet, se tornaram um movimento mais amplo contra o desemprego, a falta de oportunidades para os jovens e o que os críticos apontam como o comando autoritário do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
B.Torres--AT