-
Colômbia busca desaparecidos e pede aos EUA suspensão de tarifas após terremoto
-
Djokovic cai em sua estreia na 2ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
PSG anuncia contratação do atacante belga Mika Godts
-
Milan de Rúben Amorim vence Manchester United em amistoso na Polônia
-
Morre mulher que ficou por mais tempo sob os escombros do terremoto na Colômbia
-
Lateral inglês Djed Spence deixa o Tottenham e assina com a Inter de Milão
-
PSG visita o Lens em busca da segunda Supercopa da semana
-
Milhares de fãs de Bonnie Tyler acompanham seu caixão no País de Gales
-
Filipe Luís quer convencer no Monaco para se consolidar como técnico na Europa
-
Onze mortos em bombardeios israelenses no sul do Líbano
-
Mais de 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Ex-professor de Cambridge envolvido em escândalo de plágio é encontrado morto
-
Atlético de Madrid anuncia contratação do zagueiro argentino Cristian Romero
-
Ferran Torres deixa o Barcelona e assina com o PSG até 2031
-
Incêndios florestais não dão trégua na Europa
-
Ao menos 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Talibãs comemoram cinco anos no poder no Afeganistão
-
Teerã responde a Trump: Estreito de Ormuz é iraniano
Onze mortos em bombardeios israelenses no sul do Líbano
Onze pessoas morreram neste sábado (15), entre elas três crianças, em bombardeios israelenses no sul do Líbano, os mais mortíferos desde o acordo alcançado em junho para conter as hostilidades entre Israel e o Hezbollah.
O Exército israelense afirmou que os bombardeios "são uma resposta a uma grave violação do acordo por parte do Hezbollah, depois que o grupo atacou nossas forças na zona de segurança acordada".
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, denunciou a morte de civis e uma "escalada" que "mina os esforços para restabelecer a estabilidade no sul" do país, cenário frequente de hostilidades desde outubro de 2023.
O Hezbollah afirmou que os ataques "receberão uma resposta adequada" e pediu às autoridades libanesas que abandonem "o humilhante caminho das negociações diretas".
A Agência Nacional de Notícias libanesa (NNA) informou sobre "um ataque lançado por aviões de combate inimigos contra uma residência" nos arredores do vilarejo de Ansar.
Outro ataque atingiu o vilarejo de Deir Zahrani, a cerca de 20 quilômetros de distância.
O Ministério da Saúde libanês informou que sete pessoas morreram em Ansar, "entre elas três crianças e duas mulheres", e que outras quatro morreram e 17 ficaram feridas em Deir Zahrani.
Em Ansar, um jornalista da AFP viu um edifício completamente destruído e vários carros danificados. Socorristas retiravam corpos dos escombros.
"É um pequeno hotel turístico (...) espero o ano inteiro pelos três meses de verão (...) o que eu fiz para merecer isso?", declarou à AFP Mohamed Saab, proprietário do imóvel.
As vítimas do ataque em Ansar "não são 'infraestrutura militar', e as mulheres e crianças mortas não são alvos militares", criticou o primeiro-ministro.
O movimento islamista Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no Oriente Médio em março, quando lançou foguetes contra Israel em apoio a seu aliado, o Irã.
Israel respondeu com intensos ataques aéreos e uma invasão terrestre que, segundo as autoridades libanesas, deixaram mais de 4.300 mortos.
A violência diminuiu significativamente desde a assinatura, em junho, de um memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã sobre a guerra regional no Oriente Médio.
A redução das hostilidades também ocorreu após a assinatura de um acordo-quadro mediado por Washington entre Líbano e Israel, alcançado mais tarde naquele mês.
Os dois países devem realizar uma oitava rodada de negociações diretas no início do próximo mês, em Roma.
No entanto, o Líbano continua registrando ataques israelenses esporádicos que ocasionalmente deixam vítimas, além da demolição em larga escala de edifícios civis em vilarejos e cidades do sul.
O acordo-quadro entre Israel e Líbano, ao qual o Hezbollah se opõe, prevê o desarmamento do movimento xiita, a retirada gradual das forças israelenses do sul e o envio do Exército libanês para a região, inicialmente em "zonas-piloto".
R.Lee--AT