-
Antonelli se torna, no México, o campeão mais jovem da Fórmula 1
-
Termina trégua excepcional no sul da Ucrânia
-
George Russell: da expectativa à decepção
-
Kimi Antonelli se torna, no México, o campeão mais jovem da Fórmula 1
-
Dez momentos da trajetória de Antonelli rumo ao título mundial de F1
-
Kimi Antonelli, a desenvoltura de um jovem no topo da Fórmula 1
-
Juan Carlos Ferrero vai treinar Ben Shelton em 2027
-
Binance retoma saques após roubo de mais de US$ 6 bi em ciberataque
-
Ciara Mageean, ex-campeã europeia de atletismo, morre aos 34 anos
-
Saibari, do Bayern, passa por cirurgia bem-sucedida no tornozelo direito
-
Lyon e Paris FC vencem e acompanham ritmo do PSG; Monaco fica para trás
-
Cinco aspectos sobre a crise institucional na Polônia
-
Real Madrid vence Racing Santander (3-0) e deixa de lado polêmica com a China
-
Arsenal vence na visita ao Liverpool (1-0) e é o novo líder da Premier League
-
Trump e republicanos se mobilizam para evitar vitória democrata nas legislativas
-
Vacherot vence Lehecka e conquista na Basileia seu 2º título no circuito ATP
-
Milhares de pessoas protestam na Índia contra revisão do censo eleitoral
-
Combates no oeste do Iêmen deixam mais de 300 mil deslocados, segundo ONU
-
Sueco Andreas Almgren e queniana Sheila Chepkirui vencem a Maratona de Nova York
-
Lazio vence Cagliari (2-1) e se isola na liderança do Italiano
-
Últimas horas de uma trégua excepcional no sul da Ucrânia
-
Televisão pública chinesa não transmite jogo do Real Madrid devido a polêmica com Mbappé
-
Papa inicia intensa viagem pela América do Sul que culminará no Peru, sua pátria adotiva
-
Alcaraz vence De Miñaur e conquista ATP 500 de Viena
-
França investiga lançamento de coquetel molotov contra a polícia como "tentativa de homicídio"
-
Estudantes franceses retomarão na segunda-feira os bloqueios após rejeitarem medidas do governo
-
Trump diz que Estados Unidos ainda precisam "cuidar" de "um ou dois" alvos no Irã
-
Manifestantes israelenses exigem que oposição se alie aos árabes para tirar Netanyahu do poder
-
FBI acusa Coreia do Norte de roubar US$ 6 bi em criptomoedas da Binance
-
Cruzeiro vence Corinthians nos pênaltis e conquista Libertadores feminina
Rebeldes houthis continuam ofensiva no Iêmen com ataques em região petrolífera
Os houthis, apoiados pelo Irã, atacaram nesta sexta-feira (7) as forças governamentais do Iêmen em uma região rica em petróleo, em meio a uma ofensiva que deixou dezenas de mortos em dois dias.
Na véspera, ao menos 58 soldados morreram em disparos de mísseis e drones dos houthis, nos bombardeios mais mortíferos desde a trégua assinada em 2022 com o governo apoiado pela Arábia Saudita.
Esta última onda de violência reacendeu o fantasma de um retorno à guerra no país mais pobre da Península Arábica, onde essa trégua começou a desmoronar em julho.
Um ataque com drone dos houthis em Marib, uma área petrolífera no centro do país que já havia sido atacada na quinta-feira, matou nesta sexta-feira oito membros das forças governamentais e deixou 12 feridos, segundo um novo balanço enviado à AFP por uma fonte militar que pediu anonimato.
O ministro da Saúde do governo apoiado pela Arábia Saudita afirmou que os rebeldes mataram pelo menos dois civis em áreas residenciais e acampamentos de deslocados na cidade de Marib.
Outra fonte próxima ao Exército saudita disse à AFP que a coalizão liderada pela Arábia Saudita não ficará "de braços cruzados" e acrescentou que Marib é uma "linha vermelha".
Advertiu que "a coalizão não busca uma escalada, mas não permitiremos que o atual equilíbrio de poder no terreno seja modificado", razão pela qual Riade não aceitará que Marib seja tomada pelos houthis.
Os houtis reivindicaram esses ataques, afirmando ter agido em represália ao recente reforço, segundo eles, das tropas iemenitas apoiadas pela Arábia Saudita.
"O inimigo saudita continua mobilizando suas forças e empurrando-as para a escalada", denunciou nesta sexta-feira, em comunicado, o porta-voz militar dos rebeldes, Yahya Saree.
Marib é uma província estratégica com setores nas mãos dos rebeldes e outros sob controle do governo, que domina em particular a cidade de mesmo nome, além de campos e instalações petrolíferas.
Os houthis estão em guerra com o governo desde 2014, em um conflito que já causou centenas de milhares de mortos e provocou uma grave crise humanitária no Iêmen.
P.Hernandez--AT