-
EUA convoca aliados a defender trânsito de petróleo por Ormuz
-
Bayer Leverkusen, espelho e obstáculo para o Arsenal na Champions
-
Presidente de Israel diz que Europa deveria apoiar esforços para 'erradicar' o Hezbollah
-
Corvos necrófagos memorizam vastas áreas dos territórios de caça dos lobos, diz estudo
-
Em grande fase, João Pedro tem missão de liderar virada do Chelsea contra PSG na Champions
-
Trump critica falta de 'entusiasmo' de aliados para reabrir Estreito de Ormuz
-
Cuba abre economia a emigrados e permite investimentos de residentes nos EUA
-
João Fonseca poderá enfrentar Alcaraz na 2ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Afeganistão acusa Paquistão de matar civis em ataque a Cabul
-
'O melhor jogador do mundo', diz Arbeloa sobre Mbappé
-
Aliados da Otan rejeitam proposta de Trump de intervir no Estreito de Ormuz
-
Endrick é convocado para amistosos do Brasil contra França e Croácia; Neymar fica fora
-
'O jogo de volta é sempre diferente', alerta Luis Enrique antes de duelo com Chelsea
-
Presidente alemão pede fim da guerra no Oriente Médio para evitar consequências 'desastrosas'
-
Antonelli vê vitória no GP da China como 'ponto de partida' para ter sucesso na F1
-
Trump anuncia que sua chefe de gabinete, Susie Wiles, tem câncer de mama
-
HRW denuncia 'desaparecimento forçado' em El Salvador de imigrantes deportados pelos EUA
-
Risco de estagflação nos EUA é 'bastante alto', diz à AFP Stiglitz, Nobel de Economia
-
Arteta aposta no jovem Dowman: 'Está pronto para jogar regularmente'
-
Rotas alternativas ao Estreito de Ormuz são insuficientes para atender à demanda
-
Prefeitos dos EUA se opõem a centros de dados, enquanto cresce reação contra IA
-
Chelsea é multado em 10 milhões de libras por irregularidades financeiras
-
Rei da Espanha admite que houve 'muito abuso' na conquista da América
-
Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC
-
Sean Penn, vencedor do Oscar, está em Kiev
-
'Não tenho um plano específico, é só tentar', diz Guardiola antes de duelo com Real Madrid
-
Começa na França julgamento de apelação de Sarkozy por suposto financiamento líbio
-
Espanha substitui Finalíssima por amistoso contra Sérvia
-
Vídeos falsos sobre guerra no Oriente Médio se multiplicam no X apesar dos alertas
-
Bombardeios russos deixam três mortos na Ucrânia; explosões em Kiev
-
Rosalía inicia na França a turnê internacional de 'Lux'
-
Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
-
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano
-
Iranianos que fugiram do 'inferno' acompanham a guerra no exílio
-
Cinco momentos importantes da 98ª edição do Oscar
-
'Uma Batalha Após a Outra' é o grande vencedor do Oscar
-
'Valor Sentimental', da Noruega, ganha Oscar de Melhor Filme Internacional
-
'Uma Batalha Após a Outra' leva o Oscar de Melhor Filme
-
Oscar: últimas novidades
-
México bate recorde mundial de maior aula de futebol
-
Sinner vence Medvedev e conquista seu 1º título de Masters 1000 de Indian Wells
-
Milan perde para Lazio (1-0) e deixa líder Inter escapar; Como vence Roma
-
Extrema direita avança nas eleições municipais na França; esquerda lidera em Paris
-
Richarlison marca no fim e Tottenham arranca empate contra Liverpool; United vence Villa
-
Stuttgart vence Leipzig (1-0) e segue na luta por vaga na Champions
-
Sabalenka vence Rybakina de virada e conquista seu 1º título de Indian Wells
-
Bayern de Munique fica sem goleiros após lesão de Ulreich
-
Extrema-direita avança no sul da França nas eleições municipais
-
Verstappen volta a criticar versão de 2026 da F1: "é uma piada"
-
Djokovic desiste do Masters 1000 de Miami devido a lesão no ombro
Guerra de Trump contra Irã viola o direito internacional, segundo especialistas
O governo de Donald Trump insiste que os Estados Unidos atacaram o Irã para conter "ameaças diretas" provenientes da República Islâmica, mas especialistas sustentam que, sob a ótica do direito internacional, os perigos citados por Washington não justificam uma guerra.
Forças americanas e israelenses lançaram, em 28 de fevereiro, uma campanha aérea em massa contra o Irã, que, segundo Washington, busca conter ameaças nucleares e mísseis de Teerã.
A ofensiva decapitou o governo iraniano, e Trump exige agora uma "rendição incondicional".
Nesta semana, a Casa Branca detalhou os motivos que, segundo afirmou, justificaram a operação.
"A decisão se baseou em um efeito acumulativo de várias ameaças diretas que o Irã representava aos Estados Unidos, e na convicção do presidente, com base em fatos, de que o Irã representa uma ameaça direta e iminente", declarou nesta sexta-feira (6) a porta-voz Karoline Leavitt.
Ela mencionou o patrocínio iraniano ao "terrorismo", seu programa de mísseis balísticos e seus supostos esforços para produzir armas nucleares.
Mas Mary Ellen O'Connell, professora da Universidade de Notre Dame, afirmou que o ataque ao Irã "não tinha nenhuma justificativa perante o direito internacional".
A especialista recordou que a lei exige resolver disputas internacionais por meios pacíficos, como negociação ou mediação, e destacou que a Carta da ONU só permite o uso da força diante de provas claras de um ataque em andamento.
"Não foi apresentada nem uma mínima prova disso. Também não existe qualquer direito de iniciar uma guerra por um programa de armamento", afirmou.
- "Ainda menos crível" -
Embora Leavitt tenha feito alusão a ameaças de mísseis e milícias, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, ofereceu, no início desta semana, outra explicação: o temor de que um ataque israelense contra o Irã desencadeasse represálias contra tropas americanas.
Brian Finucane, assessor do International Crisis Group, apontou inconsistências neste argumento, incluindo o fato de o governo ter apresentado versões diferentes ao longo de vários dias.
Além disso, afirmou que Washington poderia ter dissuadido Israel graças à influência "crucial" que exerce por meio de seu apoio militar.
A guerra contra o Irã se soma a outras intervenções de legalidade duvidosa do governo de Trump.
No início de setembro, os Estados Unidos começaram a atacar supostas embarcações de narcotráfico no Caribe e depois no Pacífico Oriental, em operações que já deixaram mais de 150 mortos.
Até o momento, Washington não apresentou provas conclusivas de que as embarcações estivessem vinculadas ao tráfico de drogas, e organizações dos direitos humanos afirmam que os ataques poderiam constituir execuções extrajudiciais.
Trump também ordenou, no ano passado, bombardeios contra instalações nucleares iranianas e enviou forças a Caracas, em janeiro, para capturar o então presidente venezuelano Nicolás Maduro, acusado de narcotráfico nos Estados Unidos.
Para Finucane, a exigência de Trump nesta sexta-feira de uma "rendição incondicional" por parte do Irã "mina ainda mais" os argumentos legais de Washington.
"O governo nem sequer tentou argumentar que a Operação "Fúria Épica" está em conformidade com o direito internacional, e declarações como esta tornam qualquer justificativa ainda menos crível", concluiu.
Y.Baker--AT